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300 milhões de chineses abandonam o comunismo

Enquanto jovens brasileiros são doutrinados em universidades por professores esquerdistas, comunistas e socialistas, os chineses estão despertando dessa ilusão.
O caminho foi longo e os desafios árduos, mas afinal podem-se ver os seus efeitos.
Tudo começou em 2004 quando a edição chinesa do site Epoch Time publicou uma série editorial chamada Nove Comentários sobre o Partido Comunista Chinês. A série dissecou as origens do Partido, sua natureza essencial e histórica, seus crimes e desmandos. Os textos inspiraram muitos a renunciar a seus laços anteriores ou atuais com as organizações do Partido. Esse movimento foi chamado de “Tuidang” em chinês, que significa “renúncia ao Partido”. 
O movimento global do povo chinês renunciando seus vínculos com Partido Comunista Chinês alcançou números muito expressivos em março passado: 300 milhões de chineses  revogaram publicamente sua participação no Partido Comunista ou em suas organizações afiliadas. Isso acabou deixando o Partido Comunista Chinês com cerca de 90 milhões de membros.

Abaixo estão as histórias de dois chineses e a jornada que os levou a deixar o partido e condenar o comunismo.
Liu Jianguo, ex-membro do Partido Comunista
Chinês, renunciou ao Partido uma semana antes
de chegar aos Estados Unidos
(Han Rui/The Epoch Times)

Liu Jianguo era o diretor do Departamento de Assuntos Civis de Pequim, um escritório da burocracia municipal. Ele também foi o motorista de uma figura muito importante, Xu Qinxian, o 38º comandante do Exército da Libertação Popular (ELP) que escolheu não seguir as ordens da liderança do Partido para reprimir os manifestantes estudantis no infame Massacre da Praça da Paz Celestial em 4 de junho de 1989. Ele se recusou a liderar suas tropas em Pequim para fuzilar os manifestantes e por isso foi imediatamente colocado em prisão domiciliar. Após isso, o ex-comandante foi removido de seu posto, preso e sentenciado a cinco anos de prisão. Como motorista de Xu, Liu Jianguo também foi implicado. Ele disse ao Epoch Times que durante sua detenção, foi suspenso ou dependurado no ar por sete dias. "O Partido Comunista está destruindo mentalmente as pessoas. Isso priva uma pessoa da sua dignidade e faz com que você deseje morrer ao invés de querer viver”, disse Liu Jianguo.

Apenas uma semana depois que Liu Jianguo e sua família chegaram aos Estados Unidos, em outubro de 2017, ele encontrou voluntários do Tuidang num bairro local e  decidiu abandonar o Partido Comunista, do qual era membro há 32 anos. Liu escolheu fazê-lo com seu nome verdadeiro, não temendo as represálias das autoridades do regime.

Durante sua entrevista ao site Epoch Times, Liu Jianguo falou sobre os momentos históricos que testemunhou e que o levaram a se desencantar com o Partido Comunista.
Na noite de 3 de junho de 1989, os cidadãos de Pequim tentaram impedir que o exército avançasse em direção à Praça da Paz Celestial para reprimir os estudantes. Mas esse não foi o único ato de violência e perseguição presenciado por Liu enquanto vivia sob o regime comunista chinês.  Dez anos depois, em 25 de abril de 1999, ele testemunhou o apelo pacífico de 10 mil praticantes do Falun Gong nos arredores de Zhongnanhai, o complexo da
Jovens praticantes da disciplina espiritual do
Falun Gong realizam uma vigília de velas
perto do consulado chinês em Nova York
em protesto contra a brutal repressão e perseguição
do regime chinês contra os adeptos na China;
em 23 de abril de 2017
(Samira Bouaou/The Epoch Times)
liderança do Partido Comunista Chinês, em Pequim.
O Falun Gong, também conhecido como Falun Dafa, é uma prática de meditação baseada nos princípios da verdade, compaixão e tolerância. Em 1999, o ex-líder chinês Jiang Zemin lançou uma perseguição nacional contra os adeptos do Falun Gong, acreditando que a popularidade do grupo – em 1999, havia entre 70 e 100 milhões de adeptos, segundo dados oficiais do regime – minaria a autoridade do Partido, afinal a religião sempre foi vista pelo comunismo como uma inimiga a ser ferrenhamente combatida. Jiang Zemin mobilizou o aparato de segurança do Estado para deter e prender os praticantes. De acordo com o Centro de Informações do Falun Dafa, mais de 4.000 adeptos tiveram suas mortes confirmadas como resultado de torturas e abusos enquanto estavam em custódia das autoridades do regime, embora se acredite que o número real seja muito maior, devido à dificuldade de se obter informações da China. Além disso, de acordo com pesquisadores independentes, um grande número de praticantes do Falun Gong foi morto por seus órgãos, ou seja, executados sob demanda para abastecer ​a indústria chinesa de transplante de órgãos.
Liu Jianguo viu em primeira mão os praticantes do Falun Gong que se reuniram em Pequim em abril de 1999, buscando a libertação de vários praticantes que haviam sido presos e encarcerados arbitrária e injustamente.
“Eu passei por Zhongnanhai. Eu dirigi devagar e apenas me perguntei como essas pessoas poderiam ser tão asseadas e tranquilas. O chão também estava perfeitamente limpo. Mas eu não vi qualquer organizador ou alguém mantendo a ordem”, disse ele. “Somente à noite eu soube que eles eram praticantes do Falun Gong apelando [ao governo]. Havia tantas pessoas lá, mas elas ainda assim foram totalmente ordeiras. Eu os admirei grandemente.”
“Sem o Partido Comunista, a China será muito melhor”, disse ele. Sua filha, Liu Yangyuan, que também trabalhou no Departamento de Assuntos Civis de Pequim, também escolheu deixar a Liga da Juventude Comunista usando seu nome verdadeiro.
Outro indivíduo que escolheu renunciar ao partido é Bai Jimin. Homem de negócios, Bai frequentemente viajava para o exterior. Como resultado, ele foi suspeito de ser um espião, que usava seu casamento, sua esposa era uma oficial militar na Força Aérea da China, para obter informações privilegiadas e as vendia a países estrangeiros.
Bai Jimin, um ex-empresário na China,
participa de um jantar comemorativo organizado
pelo Centro Global Tuidang na cidade de Nova York
para celebrar as 300 milhões de renúncias ao
Partido Comunista Chinês;
durante do Ano Novo Chinês em 2018
(Lin Dan/The Epoch Times)
Bai Jimin revelou que os funcionários do Partido Comunista tentaram incriminá-lo forjando  “provas”, bem como tentaram destruir seu casamento. Eles começaram a rastreá-lo e monitorá-lo, grampearam seu telefone, roubaram sua pasta de trabalho, contrataram gangues para intimidá-lo e inclusive tentaram envenená-lo. Ele imigrou para os Estados Unidos, fugindo do regime comunista, forçado a deixar sua mãe idosa, esposa e filhos para salvar a própria vida. 
Bai Jimin disse que viu claramente o quão corrupto é o aparato de segurança do Partido Comunista. “Eles te perseguem, mas ainda o forçam a dizer que são bons. Eles próprios são ladrões, mas desviam a atenção de seus crimes alegando que há ladrões em outros lugares”, disse ele. “A maior organização terrorista do mundo é o Partido Comunista Chinês.”
Bai Jimin disse que, enquanto tentava apelar pelo seu caso junto às autoridades locais, ele conheceu alguns praticantes do Falun Gong e testemunhou seus maus-tratos pelo regime comunista chinês. “O Partido Comunista trata esses praticantes de bom coração do Falun Gong como vilões. Na intensa supressão, o Partido tenta marginalizá-los e isolá-los de seus parentes, colegas de trabalho e vizinhos”, disse ele.
Bai Jimin disse que com os 300 milhões de chineses abandonando o comunismo por meio da renúncia ao Partido Comunista e suas organizações afiliadas, fica claro que mais e mais chineses estão despertando para a verdade sobre o Partido Comunista Chinês.
Enquanto os chineses acordam desse pesadelo chamado comunismo, jovens brasileiros continuam sendo aliciados nos bancos das universidades e escolas do país. Não podemos deixar que professores continuem pregando mentiras sobre um regime genocida como o comunismo. Devemos fazer como a Polônia, Ucrânia, Lituânia, Moldávia, Geórgia e exigir dos nossos parlamentares aprovação de lei que criminalize o comunismo em nosso país e varrer de vez essa praga da nossa pátria.

Links

Link para reportagem da Epoch Times
https://www.epochtimes.com.br/as-vesperas-de-alcancar-300-milhoes-de-renuncias-chineses-explicam-porque-deixaram-partido-comunista/

Link sobre proibição do Comunismo na Lituânia
http://www.communistcrimes.org/pt/Banco-de-Dados/Lituania/Introducao

Link sobre proibição do Comunismo na Moldávia
https://exame.abril.com.br/mundo/parlamento-da-moldavia-proibe-foice-e-martelo-de-comunistas/

Link sobre proibição do Comunismo na Geórgia
http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/proibicao-de-simbolos-nazistas-e-comunistas-na-georgia

Link sobre proibição do Comunismo na Polônia
https://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&view=article&id=3621:-proibem-simbologia-comunista-na-polonia-&catid=99:batalha-de-ideias&Itemid=113

Link sobre proibição do Comunismo na Ucrânia
http://portalconservador.com/ucrania-proibe-comunismo-e-nazismo-no-pais/

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Posso Falar?

Tolerância é uma das palavras mais familiares nos dias atuais. Por definição, pode ser tanto uma virtude, como um vício, dependendo do contexto. Em nossas vidas privadas, nossa tolerância pode estar estreitamente alinhada com nossos gostos e desgostos. Em nossas vidas públicas, ela deve ser moldada por regras normativas e valores que regem nossa ordem social. 
Entre os valores humanos mais fundamentais devemos destacar a liberdade de expressão. Ela é uma “condição indispensável” a todos. Porém, hoje vamos nos ater apenas ao seu emprego e uso em ambientes acadêmicos. Estudantes universitários, especificamente, necessitam que essa prerrogativa indispensável seja respeitada, especialmente no tocante ao desenvolvimento de espaço para o debate, discussão e a colaboração, inerentes e essenciais à ideia de um ambiente universitário. Porém, não é isso que acontece dentro dos portões das universidades brasileiras. 
A liberdade de expressão está sob ataque em nossas universidades - um ataque deliberado e organizado, que culmina num acúmulo de episódios que diminuem seu significado em comparação a outras considerações. Além disso, o conceito de universidade como espaço intelectual também está sendo subvertido. Isto decorre da preguiça intelectual, da restrição de debates de ideias, enraizamento de ideologias que visam apenas a doutrinação ideológica. Na grande maioria das vezes, o resultado não é uma competição de idéias ou uma busca por pluralidade de pensamentos, é uma luta pelo poder.
No final do mês passado, ocorreu no Pará mais um caso que ilustra bem a situação de nossas universidades. Uma discente do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFPA, Dienny Riker, orientada pelo Prof. Dr. Victor Sales Pinheiro, preparou uma dissertação de mestrado intitulada: “Casamento: Sua natureza conjugal e relevância para o bem comum”. Nela a candidata debate as ideias do casamento à luz de diversos teóricos, mas com especial foco no pensamento do filósofo australiano John Finnis, professor Emérito de Oxford (UK), um dos mais importantes e influentes filósofos jusnaturalistas da atualidade. Em meios acadêmicos dignos, ele é um interlocutor central e poderoso para qualquer discussão a cerca dos inúmeros temas sobre os quais já escreveu: aborto, eutanásia, casamento...
Justamente por ele não ser um autor panfletário, superficial, satírico ou mero apologista que as suas ideias têm merecido enorme respeito, não apenas entre aqueles que concordam com elas, mas também de muitos de seus mais duros inimigos teóricos, como os liberais progressistas Joseph Raz, Ronald Dworkin, Jeremy Waldron, utilitaristas como Peter Singer, ou pensadores de esquerda ligados aos Critical Legal Studies como Mark Tushnet e tantos outros.
John Finnis
Aberto esse paralelo explicativo, vamos agora ao ponto crucial de tudo isso: a censura declarada que sofrem os estudantes universitários que tentam criticizar, de forma mais ampla e fundamentada, o pensamento acadêmico.
A publicação antecipada do conteúdo da tese da mestranda Dienny provocou, sem surpresas, a reação política do movimento LGBT em redes sociais e também de associações estudantis. 
Mas por quê?
A mestranda abordou em sua tese a questão do casamento homoafetivo, aplicando ao seu conceito as ideias criticas de John Finnis. Nenhum pecado, nenhum crime, nada mais natural do que a busca de estabelecimento de contrapontos teóricos no meio acadêmico. Até porque homossexuais também já produziram teses sobre o casamento heterossexual. Isso não é discurso de ódio, preconceito ou discriminação.
Ah... Mas aqui no Brasil, não é assim que a banda toca. 
Liberdade de expressão só existe para uns. Para outros, aqueles que tentam lançar novas visões aos antigos debates, resta apenas um rótulo: preconceituoso. Estamos realmente vivendo o que cantou Humberto Gessinger na música "Ninguém é igual a ninguém": Todos iguais, todos iguais / Mas uns mais iguais que os outros.
Humberto Gessinger - cantor e compositor
Numa nota pública, o DCE-UFPA repudiou com veemência o conteúdo da tese da mestranda por entendê-lo preconceituoso (olha a palavrinha aí) e sem os devidos méritos acadêmicos. Bom, quem transita em ambiente acadêmico sabe que nada daquilo que conta como pesquisa e fundamentação de tese pode ser embasado em senso comum ou opinião pessoal, tudo tem que demonstrar sustentáculo e argumentação referenciada por teses de mestres, doutores, pós-doutores e PHD´s experientes e renomados, possuidores de status quo na esfera intelectual. O texto do DCE diz que a mestranda baseou sua tese em São Tomás de Aquino, um grande pensador e teórico, porém em nenhum outro momento, a narrativa do diretório estudantil faz referência aos outros teóricos nos quais a tese se apoiou, como no caso John Finnes. Talvez porque essa estratégia já seja uma forma de lançar a dissertação de Dienny ao tipo de limbo em que o meio acadêmico constantemente lança discussões as quais classificam meramente como de cunho religioso (leia-se cristão), como se elas fossem indignas de abordagem em meios universitários. Já estamos acostumados à isso, afinal tendo em vista tudo que vem ocorrendo dentro das paredes das universidades brasileiras (oficinas de siririca, trabalhos sobre boquete em banheiros públicos e por aí vai) não é exagero nenhum dizermos que chegará o dia que ser cristão se tornará prerrogativa para a eliminação de candidatos, antes mesmo da prova do ENEM. 
O que impera no meio acadêmico é a tríade: ânus, aborto e drogas. Esses são os "velocinos de ouro" das universidades, principalmente as públicas, e movimentos sociais. Ir contra qualquer um desses itens, tentar abrir o debate sobre esses pontos, é certeza de que o aluno será perseguido e sofrerá sanções bastantes contundentes, como o ocorrido à mestranda Dienny.
E é justamente aqui que entra uma preocupação muito séria: Como garantir a isonomia e pluralidade de opiniões num debate acadêmico onde a censura imposta proíbe a flexibilidade de abordagem de determinadas temáticas?
Difícil, muito difícil.
Qualquer um que tenha trabalhado por algum tempo em uma ou mais de nossas universidades pode atestar que o exemplo da mestranda Dienny não é excepcional ou incomum. Ele faz parte do rol de atitudes e comportamentos que minam a liberdade de expressão nos campus universitários. Essa liberdade é vista por muitos como um entre os valores concorrentes e não como a "condição indispensável de qualquer outra liberdade" como esclareceu sabiamente o outrora Presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos, Michael McLaughlin.
Isso não interfere apenas na formação do alunado. O conceito de universidades como espaços intelectuais também sofreu profundas alterações a partir do momento em que passou-se a interferir, de maneira quase que ditatorial, na liberdade de expressão.
O trabalho intelectual é um trabalho árduo, e aqueles que estão comprometidos com ele devem dedicar tempo para se informar cuidadosamente, para pensar em questões complicadas e para testar seu pensamento no mercado de ideias. Isso requer um esforço disciplinado e paciente, além da determinação de envolver e ouvir os outros. Esquecer-se da necessidade de contraponto é a certeza de que estão construindo dogmas e não conhecimento. O caminho de menor resistência é um caminho mais fácil. Possui emoção sobre o intelecto e denúncia em vez de argumentação. Foi bem isso que vimos no caso aqui exposto. 
É isso que, infelizmente, se tornou o padrão nas universidades brasileiras.
Por conta do predomínio de ideias socialistas, comunistas e liberais na academia, na mídia e na indústria do entretenimento, outras formas de pensar, especialmente o pensamento conservador, são ativamente reprimidas na esfera pública. Epítetos são usados ​​para descrever pessoas com as quais os esquerdistas não concordam (“racista”, “intolerante”, “xenófobo”, "homofóbico", "machista", "coxinha"...), fechando assim todo o debate e criando um ambiente hostil para abrir o pensamento e a expressão. É de fato uma circunstância orwelliana o que está acontecendo, e é quase certamente letal para a democracia.
Apesar de alegações de tolerância a ideias variadas, os intelectuais acadêmicos - especialmente os esquerdistas, tem se mostrado fortemente intolerantes no debate do contraditório. Esses mestres e doutores são abertamente hostis a estudantes que se oponham aos ideais por eles defendidos.

Em um campus universitário em particular, liberdade de expressão significa permitir que uma variedade de palestrantes, mestres, doutores, pós-doutores, PHD´s compartilhem suas opiniões e se engaje em discussões e debates sobre os mais variados temas e suas vertentes e desdobramentos. Mostrar para o alunado apenas uma vertente intelectual é no mínimo, falta de empenho profissional, para não falar em falta de caráter e no teor e gravidade da ação de manipulação e doutrinação ideológica.

Mas o que aconteceu à mestranda Dienny? 
Até o facheamento dessa edição, a informação da qual dispomos é que a apresentação de sua tese de mestrado à Banca Examinadora foi suspensa. Deveria ter ocorrido hoje, dia 04 de abril. 
Aguardamos o desfecho dessa história, torcendo para que a falsa tolerância apregoada pelos movimentos sociais e meios acadêmicos, seja suplantada pela verdadeira tolerância, aquela que está sempre disposta a ouvir sem prejulgar.



Links

Link para resumo de Ideias de John Finnis
https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Finnis

Link para notícia sobre oficina de Siririca em Universidade do Amapá
https://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/no-amapa-dinheiro-publico-financia-oficina-de-siririca-e-chuca/

Link para Tese sobre Boquete em Banheiro Público
http://www.academia.edu/8044229/FAZER_BANHEIR%C3%83O_AS_DIN%C3%82MICAS_DAS_INTERA%C3%87%C3%95ES_HOMOER%C3%93TICAS_NOS_SANIT%C3%81RIOS_P%C3%9ABLICOS_DA_ESTA%C3%87%C3%83O_DA_LAPA_E_ADJAC%C3%8ANCIAS

Link para Nota de Repúdio do DCE UFPA
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1955848284485270&id=228212157248900


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Como o feminismo destrói celebridades

Já é praxe a guerra travada entre as cantoras pops pelos primeiros lugares na lista da Billboard. 
Foi-se o tempo onde apenas o taleto definia a vencedora do combate. Num mundo onde ideologias como o feminismo e o politicamente correto imperam, não demorou muito para que o tão falando "empoderamento" chegasse ao roll da música. Agora não basta apenas voz, arranjos inovadores, ousadia ou um corpito sarado. 

Não, não não.
Miley Cyrus: arrependimento de ter
seguido ideologia feminista

Agora a cantora tem que ser "empoderada".

Não faz muito tempo, vimos Miley Cyrus, na pele da linda e feminina Hannah Montana, arrastar multidões de fãs. Durante 5 anos, a imagem da adolescente certinha, mas que se metia em encrencas e passava pelos problemas normais da idade, foi o suficiente para o sucesso arrasador da cantora. Até que veio o tão famoso "empoderamento". Vimos a jovem doce, se tornar uma furiosa mulher, que brandia martelos, dançava nua em bolas de demolição e simulava atos sexuais em seu show ao vivo. Uma reviravolta e tanto para qualquer ser humano. Mas o que era novidade, não perdurou por muito tempo. Foram 4 anos. Este foi o tempo que a antiga Miley conseguiu conviver com a nova Miley. Em maio deste ano, em uma entrevista ao programa de rádio Zach Sang Show, a cantora confessou os arrependimentos que tem por ter conduzido sua carreira a se moldar por viés políticos e ideologias imperantes e para ilustrar, fez referência ao arrependimento por ter feito o clip da música Wrecking Ball.

Miley Cyrus no clip Wrecking Ball

"Estar nua, me balançando numa bola de demolição é algo que terei que conviver para sempre. Uma vez que você faz isso ... é para sempre. Eu nunca vivi isso. Sempre serei lembrada como a garota nua na bola de demolição. Esse é o meu pior pesadelo ... Aquilo que todos lembraram no meu funeral", declarou Miley Cyrus.




Mas se os sinos do esclarecimento já soaram para Miley Cyrus, não podemos dizer o mesmo em relação a Katy Perry. A cantora, que ficou mundialmente conhecida quando sua música "Hot and Cold" estourou nas paradas de sucesso em todo o mundo, hoje amarga duras derrotas na luta pelos primeiros lugares no ranking das mais tocadas.

Muitas coisas podem ser culpadas pelo declínio vertiginoso da carreira de Katy, porém nada pode ser um fator mais decisivo do que o feminismo.
Katy Perry antes do feminismo

Perry teve uma ascensão meteórica no mundo pop, lançando nove singles número um em apenas cinco anos, entre 2008 e 2013. Tudo ia muitíssimo bem para ela. Aí Katy conheceu o feminismo.

A cantora engrenou uma verdadeira espiral descendente depois de anunciar ao mundo "talvez, depois de tudo, eu seja uma feminista", em uma entrevista ao apresentador Karl Stefanovic, do programa australiano I wake up with today, em março de 2014 .
É inegável o fato de que ela sempre teve inclinações de esquerda, tendo feito até campanha para a reeleição do ex-presidente Obama. Mas até que ela se declarasse feminista, sua carreira ainda não tinha sido tão abalada por suas convicções políticas. 
Em junho de 2016, ela se tornou uma das principais celebridades no ativismo pró controle de armas, exigindo que o Congresso promulgue leis que restrinjam o uso e porte de armas de fogo.
No entanto, sua vida realmente ficou fora de controle quando começou a fazer campanha para Hillary Clinton. Endossar Hillary foi a gota d´água que faltava, o último prego para lacrar o caixão onde jazia sua carreira.

Katy Perry e Miley Cyrus: destruição da feminilidade após
adotarem o feminismo como ideologia
Eminem nos anos 90
Após a derrota que Hillary sofreu nas urnas, Perry adotou um corte de cabelo andrógeno e loiro, algo que, além de lembrar muito o estilo do rapper Eminem no final da década de 90, também lembra o que Miley Cyrus fez com sua longa cabeleira depois de ter se tornado feminista. 
O prejuízo para sua carreira foi incalculável. 
Seu álbum, Witness, lançado em 9 de junho de 2017, alcançou o topo das paradas de sucesso na primeira semana e depois voou imediatamente até o número 13 na semana seguinte. Os seus singles "Bon Appétit" e "Swish Swish" fracassaram terrivelmente, alcançado apenas a 59ª e 46ª, posições respectivamente na lista da Billboard.

Mas não parou por aí.
Defendendo com unhas e dentes as máximas feministas, Katy logo entrou em atrito com outra celebridade: Taylor Swift, a namoradinha da América. O motivo: Perry criticava Taylor por ela não adotar e colaborar com causas feministas.
Aliás, não é nem necessário dizer que por conta disso, Taylor passou a ser massacrada por feministas em redes sociais.
Inspirada por esse antagonismo, Taylor compôs e gravou, a música Bad Blood (sangue ruim). Em alguns versos, a loirinha deixa o recado:
Taylor Swift no clip da música Bad Blood


"(...) Now we got problems
And I don't think we can solve 'em
You made a really deep cut

And baby, now we got bad blood, hey
Did you have to do this?
I was thinking that you could be trusted
Did you have to ruin what was shining? (...)"

"(...)Agora, estamos com problemas
E não acho que podemos solucioná-los
Você fez um corte profundo
E querida, agora temos uma rixa, hey
Você tinha mesmo que fazer isso?
Eu achava que você era confiável
Você tinha mesmo que arruinar o que brilhava? (...)"



Recado melhor do que esse impossível. 
Mas Katy revidou. Na premiação do VMA 2015, quando Nicki Minaj, perdeu a indicação de melhor clip justamente para Taylor Swift e alegou que estava sofrendo racismo, Perry correu e atacou num twitter
A guerra estava declarada.
Tentando dar uma rasteira na sua rival, Katy lançou o clip para "Swish Swish" apenas 24 horas antes de Taylor Swift lançar "Look What You Made Me Do". Sua estratégia de ataque mostrou-se ser uma desgraça: seu clip foi totalmente ofuscado.

À medida que Taylor domina as redes sociais e as ondas de rádio, Katy passou a ser cada vez mais irrelevante. 

Um vídeo da música de Swift, contendo apenas a letra, superou a super produção do vídeo de Katy Perry no YouTube e ainda conseguiu a façanha de ser muito mais transmitido do que "Swish Swish" no Spotify.
O que vemos acontecer com Katy é exatamente a mesmíssima coisa que aconteceu com Miley Cyrus: suas carreiras vem vendo arrastadas na lama depois de ambas tornarem-se feministas.
Taylor Swift
Enquanto isso, Taylor Swift corre linda, leve e loira à frente das paradas de sucesso. O seu novo single, "Look What You Made Me Do", deve explodir, alcançando a primeira posição no quadro Billboard Hot 100 da próxima semana (em 16 de setembro). Além disso, Taylor possivelmente registrará as maiores vendas semanais e o maior número de transmissão, para qualquer canção em 2017. 

As estimativas são de que ela chegue a vender mais de 400 mil downloads na primeira semana. Isso superaria o atual record de 2017: 240 mil, alcançado pela música "Shape of You" de Ed Sheeran.  
E o sucesso de Taylor não para por aí. 

"Look" também pode superar a maior soma de transmissão semanal de todos os tempos para uma música gravada por uma mulher. A música "Hello", da cantora Adele, lidera com 61,6 milhões em sua primeira semana (14 de novembro de 2015) porém a análise das projeções já apontam que essa marca será superada por Taylor Swift.

E tem mais! Look What You Made Me Do é um forte candidato a destronar Despacito, de Luis Fonsi, que já reina a 16 semanas no 1º lugar das mais tocadas.

Tudo isso só serve para confirmar algo que nós já sabemos:

O feminismo é um câncer

Esta é dura lição que Miley Cyrus e Katy Perry estão aprendendo.




Links



Link para artigo sobre Hannah Montana

https://pt.wikipedia.org/wiki/Hannah_Montana



Link para matéria sobre arrependimento de Miley Cyrus 

Link para clip Wrecking Ball - Miley Cyrus
https://www.youtube.com/watch?v=My2FRPA3Gf8&list=PLS27NmfWgSfkjGo3uFBeFUgWYtXNFRsaS


Link para entrevista onde Kate Perry se declara feminista

https://www.youtube.com/watch?v=H40rIbAc2ck



Link para matéria sobre apoio de Katy Perry à campanha de Barack Obama

http://www.hollywoodreporter.com/fash-track/katy-perry-barack-obama-fashion-386065



Link para matéria sobre apoio de Katy Perry à campanha de Hillary Clinton
http://www.dailymail.co.uk/news/article-3455296/Hillary-Clinton-s-campaign-paid-celebrity-supporter-Katy-Perry-70-000-event-production.html


Link para matéria sobre o sucesso de Taylor Swift
http://www.billboard.com/articles/columns/chart-beat/7949833/taylor-swift-look-what-you-made-me-do-biggest-sales-week


Assista ao clip Look What You made me do - Taylor Swift




Assista ao clip Bad Blood - Taylor Swift


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Governo brasileiro dava bolsas de estudos de cinema em Cuba

Depois de vermos nosso suado dinheiro escoar pelo ralo, financiando projetos e bolsas mais esdruxulos possíveis, vem a baila mais uma aberração do governo esquerdista brasileiro: Financiamento de Bolsas de Estudo em Audiovisual em Cuba.
Não você não leu errado. 
Desde de 2015, o seu dinheiro, o meu dinheiro, o nosso dinheiro estava financiando, bolsas de estudos audiovisuais na Escola de Cinema de San Antonio de los Baños, em Cuba.
De forma ilegal, O MinC - Ministério da Cultura -  oferecia bolsas de até 75% do valor do curso para os brasileiros que passavam pelo processo seletivo da escola cubana. O curso completo estava orçado no valor de 15 mil euros (cerca de R$ 70 mil), incluindo despesas como hospedagem, alimentação e transporte. 
A coisa veio à tona porque propagou-se a notícia de que o governo havia cortado os recursos para manter alunos brasileiros na Escola cubana.
Através de nota oficial, o MinC esclareceu que NUNCA houve convênio. 
Isso mesmo!
O que houve foi mais um ato de ilegalidade perpetrado pelo governo esquerdista contra o povo brasileiro! 
Trocando em miúdos: Dinheiro enviado sem convênio assinado dentro da lei é crime. 
Porém, ainda que seja evidentemente um crime, os militantes esquerdistas insistem que o governo brasileiro tem que dar um "jeitinho" para mandar dinheiro para lá...
O velho "jeitinho" sempre dado quando a coisa envolve os "amigos do rei".
Afinal, já faz algum tempo que cá pelas terras brasileiras, a lógica esquerdista imperante é: "Aos amigos, tudo. Aos inimigos, a lei!"
Esquerdistas pressionam pela ilegalidade o tempo todo para favorecer seus pares!
Confira abaixo a integra da nota oficial do MinC sobre essa questão.

O Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria do Audiovisual (SAV), informa que não reconhece qualquer tipo de acordo, compromisso ou dívida com a Escola Internacional de Cinema e Televisão de Cuba (EICTV) e seus alunos. Não há e nunca houve acordo formal estabelecido entre as duas instituições. E não haveria base legal para tal acordo, pois existe um impedimento jurídico relacionado a acordos de cooperação entre a administração pública brasileira e entes privados internacionais que não tenham autorização para funcionar em território nacional, como é o caso da EICTV. O Ministério da Cultura não é responsável pelo uso indevido e não autorizado de sua chancela institucional.

Como vimos, simplesmente não há termo assinado entre o MinC e a escola; nem poderia haver, de acordo com as leis brasileiras. 
O nome do MinC e máquina do estado brasileiro jamais poderiam terem sido usados para tal finalidade. 
Esta é face da verdadeira "Pátria Educadora" pregada pelo PT e seus asseclas.


Links

Link para Nota Oficial do Minc

http://www.cultura.gov.br/banner-1/-/asset_publisher/G5fqgiDe7rqz/content/esclarecimento-escola-de-cinema-e-televisao-de-cuba/10883


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Kirsten Dunst detona ditadura feminista

“O feminino tem sido menosprezado. Ficar em casa e cuidar de mim é algo muito valioso que minha mãe fez.”
Kirsten Dunst

Foi com essa declaração que Kirsten Dunst, atriz, cantora e modelo norte-americana definiu o que muitas mulheres pensam hoje em dia sobre a opressão do movimento feminista contra as próprias mulheres. Afinal, como as feministas de carteirinha declaram, a mulher pode ser o que quiser, só não pode ser dona de casa.
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Mas atriz, que ficou mundialmente conhecida por interpretar a personagem Mary Jane nos filmes do Homem Aranha, não parou por aí. 

“Acho que a feminilidade tem sido subestimada. Todos temos que ter nossos próprios empregos e ganhar dinheiro, mas ficar em casa, cuidando, sendo uma mãe, cozinhando – é algo valoroso que minha mãe fez. E, às vezes, também precisamos do nosso cavaleiro armado. Me desculpem. Precisamos que homens sejam homens e mulheres sejam mulheres. Assim funcionam as relações.” - declarou Kirsten, em uma entrevista à revista ELLE.

Ideias Barbara´s destaca aqui o trecho, em inglês, dessa corajosa declaração.

“I feel like the feminine has been a little undervalued. We all have to get our own jobs and make our own money, but staying at home, nurturing, being the mother, cooking – it’s a valuable thing my mum created. And sometimes, you need your knight in shining armour. I’m sorry. You need a man to be a man and a woman to be a woman. That’s why relationships work.


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http://www.elle.com/culture/celebrities/news/a18549/kirsten-dunst-reveals-the-secret-to-a-good-relationship/


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Documentário desmascara mentiras da Ideologia de Gênero

Em junho passado, o documentarista David Kyle Foster lançou sua nova produção. O filme, que é uma verdadeira bomba contra a ideologia de gênero, relata histórias de ex-transgêneros. TranZformed: Finding Peace With Your God-Given Gender (“Transformados: encontrando a paz com o gênero que Deus lhe deu”) tem o roteiro assinado pelo próprio Foster e é dirigido por Karl Sutton.
O documentário, além de abordar a história da transgeneridade desde a antiguidade, apresenta quinze pessoas ex-transgêneros. Isso mesmo, você não leu errado. 15 pessoas que cruzaram a fronteira da ideologia de gênero e pagaram caro por suas escolhas. Além disso, o filme traz à luz uma boa dose de explicações sobre o que costumamos assistir na televisão e não percebemos nas entrelinhas.
Tendo pesquisado e ouvido os mais diversos casos e inúmeros relatos, David Foster, chegou a alarmante conclusão de que a maioria das pessoas transgêneras possuem pelo menos um traço em comum: quase todas, senão todas, foram vítimas de abuso sexual na infância.
“A mensagem do filme é a de que as pessoas são muito fragilizadas e precisam de muita ajuda”, disse David Foster. Ele acredita que o documentário possa ter um impacto positivo na vida de pessoas transgêneros, pois através das amargas experiências expostas, muitas ilusões sobre a mudança de sexo caem por terra.
No filme, Foster aborda ainda a alta taxa de suicídio entre pessoas com “disforia de gênero”, que chega a 40%. Ele explica que a tendência ao suicídio cai logo após a cirurgia, mas aumenta a partir do momento em que a pessoa começa a se arrepender.
“A cirurgia não conserta nada”, declara Foster. “Só torna tudo mais complicado e custa um dinheirão. Então a pessoa entra em depressão depois de uma euforia inicial por ter atingido seu objetivo”.
Já postamos aqui no Ideias Barbara´s um extenso artigo esclarecendo aos leitores o que realmente é ideologia de gênero, como ela surgiu e como vem perneando a sociedade pregando mentiras e mascarando-se sob os slogans de luta contra o preconceito e liberdade sexual. Click aqui e leia esse artigo.
É evidente a forma covarde que a mídia vem conduzindo a questão dos transexuais. A imprensa mundial, incluindo aí a brasileira, NUNCA divulga ou comenta sobre o outro lado da história, ou seja, os fatos e estatísticas do mundo real. 
Existem dados científicos provando que não há uma correlação entre mudança de sexo entre transexuais e diminuição da taxa de suicídio entre pessoas que possuem disforia de gênero. 
Uma pesquisa feita por mais de 100 estudos médicos internacionais sobre o período "pós-operatório" dos transexuais descobriu que quase 20% se arrepende da mudança e que não foi encontrada nenhuma evidência conclusiva que prove que a cirurgia de mudança de sexo melhora a vida dos transexuais.

A ousadia do produtor David Foster traz ao mundo uma visão clara e límpida de um lado oculto do movimento LGBT, mostra o poder da indústria da cirurgia de mudança de sexo e o submundo da cirurgia plástica, além de deixar exposta a falta de ética e escrúpulos de psicólogos e psiquiatras que manipulam e direcionam pacientes a seguirem um caminho de dor e sofrimento, apenas para tentarem comprovar suas esdruxulas teorias sexuais. 
Foster já produziu Such Were Some of You (2014), que relatou a história de 29 pessoas que se declaram ex-homossexuais, e How Do You Like Me Now? (2016), dirigido a parentes e amigos de pessoas homossexuais.

Confira abaixo o trailer de TranZformed



Links
Link para site do Documentário Trazformed
https://www.tranzformed.org/
Link para artigo de David Batty sobre eficácia da cirurgia de mudança de sexo
https://www.theguardian.com/society/2004/jul/30/health.mentalhealth

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A verdadeira origem do Dia dos Pais e outras considerações

Em maio publicamos um artigo sobre a verdadeira origem do dia das mães e a importância da figura materna para a formação da sociedade.
Em tempos onde a família, a mais importante célula social, vem sendo degradada e destruída em prol de pseudos conceitos supostamente “libertários”, faz-se mais do que necessário elencarmos e relembrarmos os reais motivos pelos quais ela é tão importante. 

Não podemos falar em família sem falar de pai e da importância da figura paterna na formação dos filhos, da sociedade.

Mas como surgiu a ideia de dedicar um dia para homenagear os pais?

Será que essa data foi uma invenção “maquiavélica” do comércio?
Como veremos a seguir, celebrar o Dia dos Pais nunca foi algo planejado e criado com o intuito de gerar lucro financeiro para o comércio ou alavancar vendas. Muitas pessoas deixam de homenagear seus pais por desconhecerem as reais origens de uma data tão importante.
O Dia dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a ideia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.
Em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a ideia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho. 
Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washigton, Estados Unidos. A mocinha também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos.
A partir daí a comemoração difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington. Em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a ideia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais.
No Brasil, a ideia de comemorar esta data foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família. Posteriormente, a data foi alterada para o 2º domingo de agosto.
Em uma outra versão, a comemoração do Dia dos Pais teria surgido na Babilônia, onde, há mais de 4 mil anos, um jovem chamado Elmesu teria moldado em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai, um rei babilônico famoso Nabucodonosor. Daí tornou-se uma festa nacional.
De qualquer forma, pelo menos mais 11 países também comemoram o Dia dos Pais à sua maneira e tradição.
Na Itália, Espanha e Portugal, por exemplo, a festividade acontece no mesmo dia de São José, 19 de março. 
No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Lá é comum os filhos agradarem seus pais com cartões, e não com presentes.
Na Argentina  a data é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes.
Na Grécia, o Dia dos Pais é uma comemoração recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho.
Na Canadá, o Dia dos Pais é comemorado no dia 17 de junho.
Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa).
No Paraguai a data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes.
No Peru o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. 
Na Austrália a data é comemorada no segundo domingo de setembro.
NA África do Sul a comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas ainda não é uma forte tradição.
Mas nosso objetivo nesse post não é só explicar a origem do Dia dos Pais.
Para homenagearmos os papais, realizamos uma extensa pesquisa, nas mais variadas instituições e países, sobre a influência da figura paterna na formação dos filhos. 
Carência de exemplos para os filhos, a falta de condução, de proximidade e de amor por parte do pai. Isso resulta em jovens sem valores, propensos a buscarem falsos ídolos, na ânsia de preencherem, sem sucesso, seus corações. 
Os resultados do levantamento feito pelo Ideias Barbara´s não deixa dúvidas sobre quanto a ausência de um pai pode ser prejudicial não só aos filhos, como a toda a sociedade.

ESTATÍSTICAS

- 2 em 3 menores infratores brasileiros não têm pai dentro de casa.

- 42% dos jovens brasileiros reclusos em instituições correcionais, além de não viverem com o pai, não tinham nenhum tipo de contato com ele.

- No Reino Unido, Indivíduos que crescem sem um pai presente têm: oito vezes mais chances de ir para a prisão, 5 vezes mais chances de cometer suicídio, 20 vezes mais chances de apresentar problemas comportamentais.

- Nos Estados Unidos, crianças que cresceram sem um pai presente são duas vezes mais propensas a largar a escola, 11 vezes mais propensas a um comportamento violento. (EUA)

- Indivíduos que cresceram sem um pai presente representam 72% dos adolescentes assassinos, 60% dos estupradores , 3 em cada 4 suicidas juvenis nos Estados Unidos.

- Meninas sem um pai nas suas vidas têm 2,5 vezes mais propensão a engravidarem na adolescência.

- Meninos sem um pai nas suas vidas têm 63% mais chances de fugirem de casa.

-Meninos e meninas sem pai têm duas vezes mais chances de necessitarem de cuidados profissionais para problemas emocionais ou de comportamento.

- Nos Estados Unidos, 70% dos jovens presentes em instituições estaduais de segurança e recuperação de drogas cresceram em lares sem um pai – 9 vezes maior que a média. (U.S. Department of Justice, Setembro, 1988)

- 85% de todos os jovens na prisão não possuem o pai no lar. (Fulton Co. Georgia, Texas Department of Correction)

- 90% de crianças de rua são vindas de lares sem um pai. (U.S. D.H.H.S., Bureau of the Census)

- 80% dos estupradores motivados pela raiva são vindos de lares sem um pai. (Criminal Justice & Behaviour, Vol 14, pp 403-26, 1978)

- 71% de adolescentes grávidas não possuem o pai no lar. (U.S. Department of Health and Human Services press release, Friday, March 26, 1999)

- 63% dos suicídios na adolescência são de lares sem um pai. [US D.H.H.S., Bureau of the Census]

- 85% de crianças com desordens de comportamento são de lares sem um pai. [Center for Disease Control]

- 90% de adolescentes que se envolvem em atos incendiários vivem somente com suas mães. [Wray Herbert, "Dousing the Kindlers," Psychology Today, January, 1985, p. 28]

- 71% de estudantes que largam o Ensino Médio vêm de lares sem um pai. [National Principals Association Report on the State of High Schools]

- 75% de adolescentes que são pacientes em clínicas de recuperação de drogados são provenientes de lares sem um pai. [Rainbows f for all God's Children]

- 70% dos adolescentes em instituições correcionais não possuem um pai presente. [US Department of Justice, Special Report, Sept. 1988]

- 85% dos jovens em prisões cresceram num lar sem o pai. [Fulton County Georgia jail populations, Texas Department of Corrections, 1992]

- Meninos e meninas sem um pai possuem o dobro de chances de largar os estudos, o dobro de chances de ser preso, 4 vezes mais chances de precisar de ajuda terapêutica ou médica para problemas de comportamento ou emocionais. [US D.H.H.S. news release, March 26, 1999]


- Crianças e adolescentes que vivem em um lar sem pai tem 279% mais chances de se envolverem com tráfico de armas e drogas do que aqueles que vivem com seus pais.



Tendo em vista todos esses dados, podemos confirmar que a erosão da paternidade vem contribuído significativamente para muitos dos principais problemas sociais do nosso século. O mais estarrecedor é constatarmos que estamos enfrentando não apenas a perda de pais, mas também a destruição do ideal de paternidade. É de extrema relevância combatermos as errôneas ideias plantadas por determinados movimentos sociais (especialmente os esquerdistas) na nossa sociedade, especialmente aquelas que espalham conceitos como a invisibilidade e irrelevância dos pais para o bem-estar de seus filhos, a menos que envolva suporte financeiro. 
Pai é figura fundamental na formação dos filhos, na formação da sociedade. Não adianta tentar mascarar ou esconder isso. As estatísticas não mentem. 
Então, celebre com seu pai esta data tão importante. Deixe que ele saiba o quanto é importante em sua vida, o quanto colaborou para que você se tornasse o ser que é hoje.

A todos os papais, desejamos um Feliz Dia dos Pais!




"O sorriso de um pai que tem orgulho de seu filho é uma das coisas mais incríveis do mundo."

The Lazy


Links

Link para matéria do Jornal Folha de São Paulo 
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/06/1786011-2-em-3-menores-infratores-nao-tem-pai-dentro-de-casa.shtml

Link para resultados das pesquisas da Father Hood Factor

Link para resultados das pesquisas da Father Less Generation

Link para artigo sobre as consequências da ausência do pai para crianças e adolescentes no Canadá
http://canadiancrc.com/Fatherlessness/Fatherlessness_in_Canada.aspx

Link para o Mapa da violência - Crianças e Adolescentes do Brasil , 2012
http://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2012/MapaViolencia2012_Criancas_e_Adolescentes.pdf

Link para artigo do site Psychology Today sobre o declínio da paternidade e crise de identidade masculina
https://www.psychologytoday.com/blog/wired-success/201106/the-decline-fatherhood-and-the-male-identity-crisis

Link para resultados das pesquisas do National Center for Fathering





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©2007 '' Por Elke di Barros