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Poema Musicado


"Você disse que não sabe se não
Mas também não tem certeza que sim"

Mas

"Ainda vou te levar pra outro lugar

Além do sol, do mar."

Um Lugar que seja:


"Leve como o vento
Quente como o sol em paz na claridade
Sem medo e sem saudade"

Porque

"Se a lenda dessa paixão
Faz sorrir ou faz chorar

o coração é quem sabe"

E foi assim que:

"O seu nome eu escrevi na areia
A onda do mar apagou
em cada por do sol a saudade incendeia
Meu coração"


Por isso é que...

"Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
nem que seja só pra te levar pra casa
depois de um dia normal"

Pois

"Sei tudo que o amor
É capaz de me dar"

Além disso...


"Seu corpo é fruto proibido
É a chave de todo pecado
e da libido"

Por isso

"Atravesso o travesseiro te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço
Faço ela rodar."

E então

"Quando gira o mundo

e alguém chega ao fundo
de um ser humano.

Há uma estrela solta pelo céu da boca
Se alguém diz: te amo."

E tenho certeza que

"Eu sei que vou te amar
por toda a minha vida eu vou te amar."

Mesmo sabendo que

"O amor é um grande laço
Um passo pr'uma armadilha
Um lobo correndo em círculo
Para alimentar a matilha"

Ainda assim

"Quando me chamou eu vim
Quando dei por mim tava aqui
Quando lhe achei me perdi
Quando vi você me apaixonei."


Agora fico a pensar

"Ai se não me desse o seu amor
O que seria de mim Deu
s meu
O que seria de mim"

Agora sei que


"O nosso amor não vai para de rolar

De fugir e seguir como um rio
Como um pedra que divide o rio
Me diga coisas bonitas"


Então lá vai


"Deixa eu dizer que te amo
Deixa eu gostar de você
Isso me acalma, me aquece a alma"

Porque

"Você é a escada da minha subida
Você é o amor da minha vida

É meu abrir de olhos do amanhecer
Verdade que me leva a viver
"

E você que leu isso tudo...

"Jogue suas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que

Estivesse sempre com você

Na rua, na chuva, na fazenda

ou numa casinha de sape"




Música Utilizadas e Interpretes

  • Se - Djavan
  • Outro Lugar - Detonautas
  • Tudo que se quer - Emilio Santiago e Verônica Sabino
  • A lenda - Roupa Nova
  • 4 Semanas de Amro - Luan e Vanessa
  • Só Hoje - Jota Quest
  • Emoções - Roberto Carlos
  • Olhar 43 - RPM
  • Garganta - Ana Carolina
  • Quando gira o mundo - Fábio Júnior
  • Eu sei que vou te amar - Tom Jobim e Vinícius de Moraes
  • Faltando um pedaço - Nana Caymmi
  • A primeira vista - Chico César
  • Rosa - Daniela Mercury
  • Mais feliz - Adriana Calcanhoto
  • Amor I love you - Tribalistas
  • Esperando na Janela - Catedral
  • Na rua, na chuva, na fazenda - Kid Abelha

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Rock you like a hurricane*

Flashes, contratos milionários, escândalos... Vida de Celebridade.

Hoje é mais do que comum nos depararmos com uma celebridade instantânea, dessas fabricadas em série por programas como o Big Brother.
É tão chocante considerarmos tais personagens “famosos”, que chega até ser grotesco.
Afinal, é muito diferente falar em Fernanda Montenegro e Kleber Ban-Ban.
Ops...alto lá!
Antes que taxem o post de preconceituoso esclareço: o intuito aqui é falar sobre o que leva uma pessoa a ser famosa. O que ela fez para isso, são outros 500.
Esclarecido, vamos adiante.
A ideia original do conceito de fama perpassa por algo atrelado ao desempenho de atividades que requeiram talento e habilidade. Mas isso já é passado.
O capitalismo descobriu como “inventar” famosos e lucrar absurdamente com isso. O resultado são péssimos cantores, maus atores, reles escritores e por aí vai...
Engolimos verdadeiros mastodontes (sapos são pequenos) como se nos deliciassemos com iguarias finas.
Nada contra quem seja adepto fervoroso do Culto à Cultura de Massa. Mas não dá para deixar passar em branco a maneira como ela embota a nossa capacidade de julgamento.
Pare e pense:
Como são as letras de músicas hoje?
Hum...deixo a resposta ao seu critério...afinal, não é tão difícil ter uma opinião a respeito de algo tipo:

“Se vê um trio elétrico
Elas seguem logo atrás
E na bobeira samba
batendo caminhão de gás
Não tá na Internet, nem na televisão
Deve tá no pagode ralando a tcheca no chão
Deve tá no pagode ralando a tcheca no chão”



Não bastasse o cerceamento do julgamento, ainda tem a vilania do sistema. Isso mesmo, vilania. Ele é um verdadeiro vilão, dos mais cruéis e sem caráter, pois ao mesmo tempo em que oferece o “céu” à futura celebridade, não revela o preço que a fama pode ter.
Muita gente não acreditou nessa “maldade” e acabou na cova. É, o caminho é difícil, a ascensão pode ser extratosférica, mas o fim é sempre uma certeza. Elvis Presley, Marylin Monroe, Michael Jackson. Famosos que ocultavam, por trás de suas carismáticas figuras, os tormentos e mazelas da vida célebre.
A fama cega, seduz. Ela enreda o seu escolhido, sugando-lhe todas as forças, exigindo enormes sacrifícios. E mesmo assim, ainda posa de complacente e valiosa. Nunca revela de cara que percalços aguardam os desavisados. Mas cobra a conta como se o houvesse feito.
Elvis Presley nasceu em 1935 nos EUA. Era filho de um casal pobre, da classe operária. Acabou tornando-se o Rei do Rock e, por tabela, viciado em remédios. Especula-se até hoje, que sua morte tenha sido causada por uma overdose de medicamentos.
Marylin Monroe fazia milhões de fãs sonharem ardorosamente com suas formas femininas. Era garota propaganda de produtos mundialmente famosos como o perfume Chanel nº 5. Mas por detrás disso, sofria de intenso desequilíbrio emocional, além de ser dependente de álcool e drogas.
Entre vários casamentos e relacionamentos afetivos da diva, um destaca-se por sua total discrepância: seu casamento com o dramaturgo Arthur Miller. Esta união foi vista muitas vezes como a simbiose entre o intelecto e o sex-appeal puro, a real comunhão entre o corpo (Marylin) e a mente (Arthur). No entanto, sob a fachada desse glamuroso casal, escondiam-se conflitos profundos da alma: a eterna busca de Marylin pela figura paterna e segurança, e os instintos protecionistas e luxuriantes de Arthur. O casamento acabou sendo a união conveniente de duas personalidades cintilantes de sua época, que aparentemente tinham tudo, menos felicidade. O retrato desse idílio pode ser conferido no livro “Marylin Monroe e Arthur Miller: Sexo e Arte”, da escritora alemã Christa Maerker, Editora Gryphus. Mas o que um casamento imperfeito tem haver com a fama? Tudo. Ela corrompe o caráter, mina os valores, fragmenta a alma, escraviza. Não é exagero dizer que muitos famosos são zumbis de si mesmos. Que o digam Kurt Cobain, Michael Hutchence (INSX), Jimi Hendrix, Janis Joplin, Janes Dean, Anne Nicole Smith, Hearth Ledger…
Mas até hoje ninguém conseguiu superar Michael Jackson. De garoto pobre de Gary, Indiana a Rei do Pop foi um longo trajeto.
Tão longo que as mudanças sofridas por ele não ficaram restritas apenas ao seu íntimo, extrapolaram o limite da aparência. Tornaram Michael um mutante, uma criatura andrógena e reclusa em sua própria “Terra do Nunca”.
Ah... e ainda tem aqueles fãs entusiastas que além de tornaram-se covers de seus ídolos, desejam tão ardorosamente ser o próprio que até fazem cirurgia plástica.
Isso sem falar daqueles que alimentam “Teorias da Conspiração”, como a da falsa morte de Jim Morrison (The Doors). Imaginem que propagam a ideia de que o astro ainda vive, baseando-se na seguinte “constatação”: o cantor media 1,83m e seu caixão tinham apenas 1,75m. Agora pasmem: não só Jim estaria vivo, como vivendo nas Ilhas Seychelles, no meio do Oceano Índico. Há quem acredite que Elvis e Michael Jackson seguiram por este mesmo caminho. Vai saber, né?
Voltando às nossas divagações sobre os “motivos” ou “precedentes” para a fama, cabe uma pergunta (meio tipo 3 em 1):
O que realmente faz uma pessoa se tornar idolatrada: O que ela faz em vida ou como ela é lembrada depois da morte?
Observem que pode até parecer a mesma coisa. A mesma dúvida. Mas não é.
Tudo tem um amplo significado, interpretação.
E as respostas para estas indagações são subjetivas, pois se basearão em nossas próprias crenças, nossos próprios pontos de vista.
De qualquer forma, vocês, como eu, hão de concordar que as reveladoras e chocantes palavras de Marylin Monroe, desmistificam a imagem romântica da fama:

“Hollywood é um lugar onde pagam milhares de dólares por um beijo, mas apenas 50 centavos por sua alma.”

*O título desde post é o nome de uma canção gravada pela Banda alemã Scorpions. Ela trás como refrão principal os seguintes versos:
“Here I am
Rock you like a hurricane”
Traduzindo: “Estou aqui
Para te balançar como um furacão.”
A música faz parte do álbum “Love at First Sting”, e chegou a figurar entre as 10 melhores / mais tocadas em todo mundo, em 1984, segundo a Revista Billboard. Sua letra fala sobre badalação, luxuria, desejo. Tudo haver com o “furacão” da Fama.

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Selos de Outubro

Idéias de Barbara recebe novos Selos.

Então, antes de mais nada, vamos aos agradecimentos:
À CarOl do Pequenas Ideias pelos Selo Cartão Vermelho e pelo Selo O teu Blog é um Amor.
À Vivian do A Língua Nervosa pelo Selo Esse Blog é Show.
As flores vão correndo para ambas. Bjs.



Selo Cartão Vermelho


Esse selo se chama cartão vermelho.
“Cada um deve fazer uma listinha com 10 escolhidos para dar o cartão vermelho. Pode ser uma pessoa, uma atitude, enfim, tudo aquilo que, de alguma forma, nos incomoda - se quiser e precisar, dê uma justificativa breve. Após fazer isso, passe a bola para mais cinco blogueiros e vamos ver no que dá…”

Quem indico:

Blog do Barzinho
Filosofia e Vida
Poesia Sonhada
Sinapse Moderna
Amor e Ódio

Quem ou o quê recebe cartão vermelho:

1- A corrupção.
2- O mercantilismo em que se transformou a Educação no Brasil.
3- Falta de compromisso profissional.
4- Gente que se diz “intelectual” e não sabe nem se posicionar num debate.
5- Internet Explore
6- Banco que não respeita a Lei dos 15 minutos.
7- Maltrato e exploração de animais
8- Má distribuição de renda.
9- Falta de Responsabilidade Social.
10- Windows Vista

Selo Esse Blog é Show

A regrinha é:

Citar 10 palavras que definam seu blog!
Repassar para 5 blogs que tb sejam show!

O que define o Idéias de Bárbara: informativo, cativante, engraçado, contemporâneo, eclético, charmoso, viciante, alegre, ativista, fashion.

Ufa!!! Isso não foi mole!!

Para quem repasso:
A Dona do Mundo
Ana Gabi
As 7 pedras do Amor
Antalya
E-Glam


Selo O teu Blog é um amor
Esse a gente repassa para os blogs que vc considere um amor.
Então lá vai:
Dika.com
Cenas da minha Memória
Meus Poemas Favoritos
Porto das Crônicas
Pé de Meias
Livros pura Diversão

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Consultório Sentimental

Vivo lendo por aí relatos de mulheres que narram suas desilusões amorosas. Rompem e reatam relacionamentos, não encontram o verdadeiro amor. Tristes histórias alinhavadas por muitos pontos em comum.
Talvez a ponta do novelo seja a idéia errada do que vem a ser uma relação verdadeira, sólida. Toda relação é uma parceria, uma forma de complementar o outro, ao mesmo tempo em que somos completos. Quando nos anulamos em função dos desejos e vontades do outro, deixa de ser parceria, passando a ser subserviência, dominação, escravidão.
Desenvolve-se assim uma simbiose doentia, onde dominado e dominador julgam necessitar um do outro, desempenhando exatamente estes papéis. Com o passar do tempo, ressentimentos e mágoas começam a acumularem-se embaixo do tapete, até que um dia o “monte” se torna grande demais para ser ignorado. E é justamente nesse ponto que o casal resolve discutir a relação. O que acaba sempre se demonstrando ser um péssimo negócio.
Vejam bem, o ruim não é discutir.
O ruim é nos tornarmos um poço de sentimentos negativos.
Discutir é sempre saudável.
O caminho mais correto é não deixar as pequenas coisinhas tornarem-se monstros que nos espreitam de dentro do guarda-roupa.
Cada problema, plano, vontade ou desejo deve ser esclarecido, explicado e debatido, no exato momento em que surge. Temos que falar sim, o que pensamos, sentimos e por quê.
Deixar dúvidas ou abrir concessões as quais não vemos com bons olhos, pode acabar nos transformando em um tipo de "Scrat"...
Agindo assim, não seremos capazes de viver nada além do que uma solidão a dois.
Conheço muitas relações assim. Casamentos e namoros que se arrastam durante anos, escondendo-se em aparências, usando máscaras e desculpas das mais artificiais possíveis.
Como ser feliz assim?
Realmente não sei responder.
Minha experiência de vida e observação do mundo me faz acreditar no que vivo: uma relação baseada em recíproca lealdade. Por favor, não limitem-se a interpretar lealdade apenas como fidelidade. Ela têm sim este significado, porém não apenas este. Ser leal é antes de tudo ser verdadeiro, sincero, transparente. Ser leal é não construir castelos em frágeis alicerces de falsidade e mentiras. Ser leal é apoiar incondicionalmente o parceiro, pois o nosso apoio é baseado exatamente naquilo que semeamos juntos. Ser leal é ter em mente como honrar os sentimentos do outro. Enfim, ser leal tem milhões de significados. Mas só ama realmente quem é leal. Não pode haver amor onde há hipocrisia, falsidade e subjulgamento.
É aqui que se devem estabelecer as barreiras do que é fugaz daquilo que é constante.
Como toda certeza você que está lendo este post conhece um ou mais casais que vivem a chamada relação elástico: cheia de vai e vens, rompem e reatam como num passe de mágica.
Numa relação assim, um dos lados é sempre aquele mais facilmente manipulado. Aquele que aceita e “perdoa” os erros, as falhas, os deslizes. Na maioria das vezes este lado somos nós, mulheres. Talvez porque, mesmo negando, ainda temos muito enraizada em nosso intimo, a fábula do homem ideal, do príncipe encantado. Que o digam filmes como: A nova Cinderela, Orgulho e Preconceito, e pó aí vai...
Paralelamente a isto, ainda existem outros motivos: o medo de fracassar, o orgulho, a opinião alheia, questões financeiras...
Ir e voltar para o mesmo parceiro pode até ser uma ideia acalentada por muitas, reconfortante em muitos aspectos. Mas até que ponto? Até que ponto aceitar esta situação sem sentir-se inferior, frágil, fraca, ou como muitas se sentem: transa fácil.
Talvez a melhor metáfora para isso seja a do pesadelo.
Uma relação assim é como ter um mau sonho, acordar, sentir o alivio doloroso de ter saído da situação. E, por vontade própria, adormecer e voltar para o antigo pesadelo.
Outras mulheres contam enfrentar diversos problemas, coisas demais para resolver. Acabam por colocar a culpa nos parceiros, filhos, familiares. Indicam um agente causador para cada desastre e, acomodam-se na reconfortante posição de vítima. Uma enorme ilusão.
É óbvio que não somos a Mulher Maravilha, mas culpar o outro nunca será resposta para nada. A primeira medida para solucionarmos essa “teia” de percalços é admitirmos até que ponto somos nós mesmas que originamos ou alimentamos estas situações. Fazendo apenas uma breve reflexão, você verá que neste cartório, ninguém é inocente. É imprescindível que não se tape o sol com a peneira. Pois, por mais que se tente, nunca seremos capazes de enganarmos a nós mesmas.
Se você viu aqui neste breve arremate de idéias, a figura daquilo que te impede de ser feliz, arregace as mangas, e comece a mudar sua vida. A felicidade está ao alcance de todos. Parta pra cima e acredite:
“Realmente o mais difícil é começar!”

Fica aqui mais um conselho, desta vez, nas palavras do escritor, jornalista e cineasta Arnaldo Jabor:
“Sente-se amado aquele que não vê transformada a mágoa em munição na hora da discussão.

Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.

Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é,
Sem inventar um personagem para a relação,
Pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.

Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
Quem não levanta a voz, mas fala;
Quem não concorda, mas escuta.”

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Selo J´Adore tien Blog


Este selo foi oferecido ao Idéias de Bárbara pela Vivian Fontini do A língua Nervosa
Os beijos do final do post são pra ti, querida...

Olha as regras!
- dizer cinco coisa que gostamos de fazer;
- exibir a imagem do selo;
- postar o link do blog que te indicou;
- indicar blogs de sua preferência;
- avisar seus indicados;
- publicar as regras;
- conferir se os blogs indicados repassaram o selinho e as regras.

Então vamos lá...
5 Coisas que gosto de fazer...

1- Namorar
2- Ler
3- Escrever
4- Gastar com bobagem
5- Dormir

Aí vão meus indicados:

Dila na Janela
Humor em Textos
Puxadinho Mundo Insano
Dika.com
Beleza no Imperfeito

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Revirando o Baú

Muita gente crê na antiga máxima :“Quem vive de passado é museu.” E sob certos aspectos até que a citação está correta. Vamos imaginar que em matéria de história, não existe descrição melhor. Teorias e máximas à parte, analisar a evolução humana pode ser considerada uma das melhores (se não a melhor) forma de entendermos o que somos hoje. Há alguns posts atrás, falei sobre a carga de significados que se encontra atrelada a um comercial, uma propaganda. Hoje vou mostrar como evoluímos em explorar uma imagem. Em 1958, exatamente há 51 anos, marcas como Omo, Nescau, Kolynos (agora Sorriso), Ninho, Toddy, Palmolive, Cônsul, Goodyear, Walita e Ovomaltine anunciavam assim:




Agora os anúncios são assim:




Repararam nas diferenças? São muitas. Mas a principal de todas está na redução de informações. As propagandas antigas preocupavam-se em descrever o produto, enaltecendo suas qualidades e benefícios. Hoje, a propaganda passou a um estágio meramente interpretativo. Graças aos pequenos slogans e a excessiva valorização da imagem, é possível transmitir diversas mensagens a diferentes públicos. É como se o objetivo fosse fazer com que o produto crie uma imagem para cada pessoa. Cada um imagina diferente. No final as diferenças são o que acaba por fomentar o consumo do produto. As propagandas do século passado não davam muita margem a este tipo de mecanismo. Elas buscavam a objetividade, clareza, evidência. Era com atirar num alvo parado. Hoje os “tiros” são mais estilo “O Procurado” (filme com Angelina Jolie e Morgan Freeman). Pode parecer bobagem comparar o antigo com o novo. Mas é assim que entendemos como a mente humana avança ou retrocede (depende do seu ponto de vista). Ah, mas a coisa não para por aí. Sabiam que muito do que falamos hoje, tinha ou tem outra denominação? Vou falar agora de uma coisinha chamada Figura de Linguagem. Em foco aqui, a Figura chamada Metonímia. Esta categoria se subdivide em mais de 14 tipos. Mas, em se tratando de propaganda, vamos falar da subdivisão chamada: Marca pela coisa ou produto. É aqui que entram:

Maisena
Gilete
Bombril

Cotonete

Q-boa
Xerox

Lycra

Chiclete (chiclets)

Isopor

Leite Moça

A propagação destas marcas tornou-se tão massiva que seu nome passou a ser adotado como sendo o próprio nome do objeto. Isto é Metonímia pura. Tanto que soa estranho quando alguém se refere a um desses produtos por seu nome verdadeiro:

Amido de Milho (Maisena)
Lâmina de Barbear (Gilete)
Lã de aço (Bombril)
Haste flexível com pontas de algodão (Cotonete)
Água Sanitária (Q-Boa)
Fotocópia (Xerox)

Elastano (Lycra)

Goma de mascar (Chiclete)

Poliestireno Expandido (Isopor)
Leite Condensado (Leite Moça)

São muitos os exemplos desse tipo de Metonímia que fazem parte do nosso cotidiano. O mais curioso, porém fica por conta da Xerox, que, assustadoramente, acabou evoluindo de mera Metonímia para um tipo andrógeno de derivação imprópria. É mais ou menos como se ela tivesse assumido ares de substantivo gerador de um verbo: Xerocar. Vide aqueles que falam: “Vou xerocar tudo.” Este é o verdadeiro poder do Marketing. Alguns teóricos da língua sugerem que mecanismos como este fazem parte da evolução lingüística. Outros o taxam de retrocesso. Se é atraso ou avanço, você decide. O fato é que já foi mais do que implementado em nossas relações cotidianas. Tudo graças à força da cultura de massa.

Obs: Todas as imagens das propagandas antigas fazem parte do acervo visual da Rede Mundo Melhor.

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Mais Selos



Antes de qualquer coisa, tenho que agradecer as indicações a minha querida CarOl. Please, forgive me CarOl, mas só os vi hoje. O abraço é pra ti querida!!!!!



Selo Esse Blog não sai da minha cabeça.

Quem receber o selo precisará:
- Indicar 7 Blogs
- Dizer 7 coisas que não saem da sua cabeça
As sete coisas que não saem da minha cabeça:

1- Meu Marido
2- Meus Filhos
3- Amigos
4- Livros
5- Sapatos
6- Imaginação
7- Mudanças do Ideias

Quem Indico:
Blog do Barzinho
Ana Gabi
Pé de Meia
Rede Mundo Melhor
Folhas Avulsas
Amiga da Moda
Hippies e Beatnicks


Selo Uma Cucaracha

Regra: Citar alguma coisa que vc, quando criança, imaginava ser legal, mas que foi só imaginação mesmo. Passar para pessoas de imaginações férteis, quantas quiser!!
“Bom, aí vai o segredo: Quando eu era criançinha meu maior desejo era ser (agora, pasmem) piloto de porta-aviões da Marinha!"
Quem Indico:
A Língua Nervosa
Amizade
Maha
Coisando
Diz Aí
Gossip Girl
Palavras são Palavras
Suaninha

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Velhinhos

Emocionante. Realmente não existe outra palavra para descrever a sensação de ver e ouvir mais de 200 velhinhos cantando “Mamãe eu quero mamar, “Cidade Maravilhosa” e “Bandeira Branca”. Marchinhas carnavalescas conhecidas por todos. E eu lá, no meio deles, em plena quinta-feira à tarde, no Teatro das Artes (RJ), completamente extasiada. Mas o que era tudo isso? O fantástico espetáculo musical “Sassaricando, e o Rio inventou a marchinha”. Idealizado por Rosa Maria Araújo e Sérgio Cabral (o pai, pelo amor de Deus!), traz em seu elenco nada mais nada menos do que o intrépido Eduardo Dusek.
Ver todos aqueles idosos cantando e dançando era o mesmo que enxergar em seus olhos as histórias do passado.
E me coube a pergunta: Por que tanta gente despreza os idosos? São tão maravilhosas as coisas que eles contam. Sua vivência e o peso dos anos presenteiam-nos com verdadeiras pérolas de sabedoria. De mais a mais, todos acabaremos sendo velhinhos um dia. Este é fluxo natural nas coisas. Talvez o grande X desta equação esteja com ambição humana pela jovialidade, por viver eternamente. E como conseqüência desta suposta perspectiva anti-envelhecimento, desprezam-se os velhos.
Mas não é tão incomum encontrarmos por aí algumas Dóris (personagem que maltratava os avós na novela Mulheres Apaixonadas).
Sempre amei ouvir meus avós. E também tive o privilégio de poder conviver com duas bisavós. Um verdadeiro tesouro.
Entender suas necessidades, formas de agir e maneiras de pensar são as prerrogativas para a construção de uma relação de respeito com o idoso.
A desvalorização e desumanização dos velhinhos está enraizada na evolução da desestruturação familiar. Da humilhação e mal-trato no âmbito familiar, para o desrespeito social foi só uma questão de tempo. Uma daquelas situações em que temos certeza de que o homem involuiu.
Não importa muito qual o período analisado, na história da humanidade, seja nas culturas mais antigas ou nos países mais jovens, os significados atribuídos ao “ser velho”, ao envelhecer, sempre foram marcados por profundas contradições. Uma pessoa velha pode ser considerada com um individuo que merece e impõem respeito ou como um ser completamente desprezível. Não raro, escutamos hoje frases em que o emprego da palavra “velho” configura algo muito mais pejorativo e depreciativo do que lisonjeiro.
Em culturas tradicionais o idoso sempre foi visto como símbolo de sabedoria, através do ato de lembrar e de dar expressão às suas memórias. Para determinadas culturas ele é considerado a continuidade da história, representando o binômio memória - continuidade de valores. É assim nas sociedades indígenas, onde o idoso tem um papel fundamental na transmissão de conhecimento, ou no Japão, onde existe uma relação de extremo respeito pela população idosa. A perda da continuidade e a desvalorização do idoso é um elemento marcante da sociedade industrial, produtivista e consumista.
Graças à redução da taxa de fecundidade e à queda do nível de mortalidade, o Brasil passa por um processo chamado “envelhecimento populacional”. Vamos trocar em miúdos. Imaginem que entre 1940 e 2000 a esperança de vida do brasileiro passou de 42,7 anos para 64,7 anos (homens) e de 47,1 anos para 72,5 anos (mulheres). O resultado disso é que hoje temos 20 idosos para cada 100 crianças. É um contingente e tanto!
Mas enganam-se aqueles que imaginam ou acreditam que velhice é sinônimo de incapacidade. A verdade é que os idosos não nos fazem um povo fraco. Eles transformam nossas vidas, nossas perspectivas, nos ensinam através de suas experiências, suas histórias. São eles que tornam qualquer nação mais confiante, mais sábia, mais experiente. Já é comprovado que a maneira como uma sociedade envelhece influencia diretamente em aspectos políticos, econômicos e sociais. Um fato que não ocorreu em nenhuma outra época, ocorrendo em diversos países nos últimos anos.
Mas a própria sociedade fomenta o preconceito contra o idoso, o que fazer?
Depois de muito esperar o idoso brasileiro passou a ter garantias estatais de que sua cidadania seria reconhecida tal qual a de qualquer outro cidadão. Por isso, em 2003, entrou em vigor o “Estatuto do Idoso”. Foi o primeiro passo na luta pela dignidade perdida. Neste documento encontramos diretrizes e normas para as mais variadas situações, penalidades previstas para crimes cometidos contra idosos, além de assegurar juridicamente todos os direitos daqueles que se encontram na terceira idade. Dentre as ações criminosas cometidas contra idosos, tornaram-se passíveis de prisão e pagamento de multa:
• Coagir, de qualquer modo, o idoso a doar, contratar, testar ou outorgar procuração.
• Reter cartão magnético de conta bancária relativa a benefícios, proventos ou pensão. do idoso.
• Abandonar o idoso em hospitais, casas de saúde ou asilos.
• Deixar de prestar assistência.
• Desdenhar, humilhar, menosprezar ou discriminar pessoa idosa, por qualquer motivo.

Vale a pena lembrar que assim como a juventude, a velhice não passa de uma categoria criada culturalmente. Como disse Pierre Bourdieu:

“A idade é uma variável biológica socialmente manipulada.”
in Questions de Sociologie, 1980

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Desejos


O desejo humano de explicar tudo a sua volta às vezes nos impede de enxergarmos o óbvio: não passamos de meros especuladores. Imaginamos desbravar o universo quando, na verdade, não somos capazes de explorar o fundo dos oceanos. Cruzamos os céus, mas não desmistificamos algo tão primordial e constante como o Sexo.
Dilemas como: Por que as mulheres tem dificuldade para gozar? ou Porque os homens broxam? Continuam um mistério, apesar de todas as pesquisas e descobertas da medicina.
Mais do que um mistério, Sexo é um tabu.

Historicamente falando o papel e a visão a respeito do sexo muda a cada geração, cada sociedade. Povos e raças o referenciam ou crucificam de forma distinta.
Em Pompéia, Roma Antiga, era absolutamente normal participar de orgias ou ser pedófilo. Lá, haviam crianças que ao nascerem já estavam destinadas à prostituição. Mas se isso era normal, anormal eram as punições para os chamados “desviados”. Quem praticasse sexo anal podia ter suas propriedades aprendidas, as virgens estupradas que não gritassem por socorro eram queimadas vivas. Já no Egito, o mau negócio ficava por conta da prática do adultério: os “puladores” de cerca eram castrados e, as “puladoras” tinham o nariz decepado. Voltando a Roma... Lá as meretrizes pagavam impostos e eram registradas como outro trabalhador qualquer. Elas não podiam usar estolas, nem a cor violeta. Além disso, tinham que ter os cabelos loiros ou ruivos, e se não fosse naturais tinham que tingir ou usar peruca. O amor dos romanos pelo sexo era tanto que havia até lei para punir os celibatários.
Na Índia, um antigo costume do século 9, perdura até os dias atuais. Jovens são escolhidas para servir a Deusa Yellama, aplacando os desejos sexuais dos mortais. São as chamadas “Devadasis”, as prostitutas do templo. O que antes era considerado místico e honroso, após a colonização inglesa tornou-se algo degradante.
Anteriormente, apenas as jovens mais bonitas eram escolhidas Devadasis, posição que denotava grande status social em qualquer comunidade. Hoje uma garota pode virar Devadasi por várias razões. Deficiência física, doença de pele e, até mesmo, um mero cabelo embaraçado, podem ser motivos para uma menina tornar-se uma Devadasi.
Além disso, o fator econômico também pesa. Falta de dinheiro para o dote ou de um filho homem (lá eles é que são responsáveis pelo sustento dos pais na velhice), transformam mais rapidamente uma jovem em prostituta sagrada.
Já na Idade Média, na Europa, a influência da Igreja Católica, transformou o sexo em pecado. A coisa era tão louca que os homens colocavam cinto de castidade nas mulheres ou as submetiam à torturante Infibulação (uma rudimentar técnica cirúrgica que consistia na costura da vagina). Os únicos que se davam bem, obviamente, eram os homens, ou melhor, os senhores feudais: tinham direito de manter relações sexuais com qualquer noiva de seu feudo na primeira noite do casamento dela. Isso mesmo, se fosse pobre não tinha também muita sopa não. A única posição permitida era “papai-mamãe”. Até o banho era considerado um ato libidinoso, e para evitar pecar, muitos tomavam banho vestidos. Ahh...e nem as prostitutas escapavam da “mão” da Igreja. O Papa Clemente II instituiu a obrigatoriedade da doação de metade dos lucros das meretrizes ao Clero (uma releitura daquilo que já era instituído na Roma Antiga).
Chegou então a Idade Moderna e com ela as revoluções religiosas. A reforma protestante foi o fator modificador de todos os parâmetros anteriores. Com a queda do monopólio da Igreja Católica, alguns costumes tornaram-se menos rígidos. Um dos mais relevantes foi a possibilidade do divórcio (aceito na Igreja Anglicana, The Tudors, ops... Henrique VIII e suas 6 esposas que o digam).
Porém o mais importante nessa época foi a mudança ocorrida nos padrões de beleza. As gordinhas roliças saíram de cena para dar lugar às mulheres de cintura fina e seios fartos. Em conseqüência dessa “Preferência Nacional”, surgiu no século 16 o Corset (mais popularmente, porém erroneamente, chamado de Espartilho), uma peça que projetava o peito do mulherio para cima e afinava a cintura. E por falar em corset, quem pensa que isso é coisa dos séculos passados, engana-se redondamente. Este mês assisti a um desfile de Corsets. Todos confeccionados sob moldes e estilos que não deixavam nada a desejar aos seus “tataravôs”. O mais impressionante, porém foi a estilista, ou melhor, a silhueta dela. Parecia, literalmente, um violão. Ela tinha uma cinturinha ínfima. Um verdadeiro sonho para mulheres que desejam ter um corpo realmente escultural (e quem não deseja, né?). Chamava-se Madame Sher. Vale a pena dar uma conferida no site dela e ver com os próprios olhos os lindos objetos de fetiches que ela confecciona. Madame Sher
Voltando à questão do sexo. Outro dia assisti a um documentário sobre clubes de swing. Apesar de não ter vivido na antiguidade, garanto que o que vi não deixava nada a desejar à Sodoma e Gomorra. Como podemos dizer que evoluímos, que descobrimos novas coisas se milhões de pessoas continuam fazendo releituras das antigas?
Depois de vermos como o assunto foi tratado de forma tão diversificada, como podemos ainda acreditar que realmente sabemos algo? Aquilo que achamos conhecer é um mosaico em constante transmutação. A verdade é que nunca saberemos nada, pois quando pensamos conhecer algo, ele se transforma, nos mostrando uma faceta até então impensada. É a mágica do mundo. É o universo em constante mutação, como a sombra escorregadia de um caleidoscópio. Exatamente como disse Fernando Pessoa, em seu famoso poema Tabacaria:

“Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil quanto a
outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério
do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou
sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.”

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Futilidades


Fútil, um adjetivo muito interessante. Quando o utilizamos geralmente não somos capazes de mensurar o seu alcance.
Segundo o dicionário Michaelis, a palavra quer dizer: “Leviana, frívola, que tem pouca ou nenhuma importância". Bom, dentre os seus sinônimos não existe a palavra BURRICE. Logo, atrelar sua significação à ideia de falta de inteligência é uma incoerência. Rotular uma pessoa fútil de intelectualmente incapaz é tão ou mais grave do que ser necessariamente fútil, ter atitudes fúteis.
Saibam, pois que todos somos capazes de ensinar e aprender uns com os outros.
“Ah, aquela mulher é uma alienada, não sabe nem onde fica a Rocinha!” – crucifica o suposto intelectual.
Mas esta mesma “alienada” sabe o que significam as letras RSVP, num convite. Ela também sabe qual é o garfo de salada e a faca de peixe.

Eu não poderia deixar de contextualizar isso tudo na Blogsfera. Tenho lido em alguns blogs textos que denigrem outros blogs, única e simplesmente porque seus donos e donas consideram ridículos assuntos como moda, beleza e comportamento. O mais chocante, porém, fica por conta da atitude de alguns blogueiros consagrados, que crucificam iniciantes que pedem humildemente conselhos e opiniões. Particularmente abomino ambas as atitudes. Adoro conhecer gente nova e descobrir blogs interessantes.
Devemos sempre lembrar que todos somos dotados de um “Q” diferencial. È o medo de conhecer o outro, de nos identificarmos de alguma maneira, que impede a aproximação, que mantém os rótulos.
O medo nos torna tremendamente incapazes. Ele pode restringir tanto o nosso pensamento, que chega a inibir nossa capacidade de experienciar e interagir. Ele pode absorver nossa tenção ou esconder nossa consciência.Quando um animal está aterrorizado, ele pode correr ou se esconder. Com precaução, ele investiga, fareja cuidadosamente, olha e escuta atentamente, formula um julgamento.
O animal deixa de sentir medo porquê a ameaça deixou de ser “ameaça”. Ele não se ateve a análises superficiais, a embalagens. Sua força de vontade em superar o medo perpassou pela abertura de seus horizontes cotidianos, pela retirada das barreiras responsáveis pela existência dos posicionamentos errôneos. Ao derrubarmos os muros do medo, resumimos a vida com refinamento e graça.
Tornamo-nos capazes de entender as “futilidades” do outro. Criamos coragem para assumir que também somos fúteis, não importa em que aspectos.
No fundo tudo se resume ao mesmo do mesmo: A metalinguagem da nossa consciência. O “Eu” explicando o próprio “Eu”.
Ah, deixo aqui uma reflexão:

“A brevidade da nossa vida, as limitações dos nossos sentidos, o torpor da nossa indiferença, a futilidade das nossas ocupações, leva-nos a um conhecimento limitado”.

John of Salisbury, escritor inglês, diplomata e Bispo de Chartres
em “Prologue to the Policratus”



P.s. Já ia esquecendo, RSVP é a abreviação de Répondez S'il Vous Plaît, uma expressão francesa, que traduzida para o português significa "Responda, por favor". Abreviação muito utilizada em convites de grandes eventos para a confirmação da presença dos convidados visando um melhor planejamento.

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Selo Again




O Ideias de Barbara recebe mais um selo.
Desta vez, por intermédio da KàáH do CantinhoK (os bjs são pra ti)
Então, segue a lista dos meus indicados.





A Língua Nervosa

Gossip Girl

Alma Inquietante

Livros Pura Diversão

Blog do Barzinho

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