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Maternidade - Familia

Massinha de Modelar - Uma brincadeira criativa

Atenção Mamães e papais!

A nossa dica da semana é uma brincadeira construtiva que estimula a criatividade e imaginação dos pequeninos.
Hoje em dia com tanta tecnologia ao alcance das crianças, elas raramente brincam usando a criatividade e a imaginação. Em geral elas querem ficar horas e horas nos tablets, smartphones e computadores. O interesse pelas brincadeiras infantis, como as de nossa época, está acabando. Para ajudar a devolver um pouco da magia destas brincadeiras ao dia-a-dia de nossas crianças, trago aqui uma receita de massinha de modelar caseira, que você pode fazer com seu filho, de forma rápida e fácil e com ingredientes que temos em casa. As crianças vão gostar de fazer e depois se divertir usando a criatividade para criar seus bichinhos, carrinhos e o que mais a imaginação deles permitir.
Depois de pronta é só chamar os amiguinhos para um lanche da tarde e deixar eles soltarem a imaginação dando formas à massinha de modelar. Dá até pra fazer uma gincana com as crianças.

Massinha de modelar caseira

Ingredientes

4 xícaras de farinha de trigo

1 xícara de sal de cozinha

2 colheres de sopa de óleo

1 xícara e 1/2 de água

1 colher de sopa de vinagre

Corantes comestíveis cores de sua preferência

1 par de luvas descartáveis (Que vc deverá usar quado for colorir a massa para não manchar sua pele)

Modo de fazer

Misture todos os ingredientes em um recipiente, com exceção do corante. 


Amasse bem até obter uma massa lisinha e homogenea. 
Caso a massinha fique muito pegajosa, acrescente mais um pouco de farinha.
Se estiver seca, adicione um pouco mais de água. 
Separe em partes para criar as cores que deseja.
Abra um pouquinho da massa e pingue algumas gotas do corante desejado.


Não deixe de usar as luvas para misturar o corante e não manchar a pele. 
Misture bem e aproveite a brincadeira.


Para conservar a massa por bastante tempo, guarde em pote bem fechado para não endurecer.






4 alimentos que não podem faltar no prato dos pequenos


Cada vez que vou ao supermercado fico perdida na seção de hortifrúti, mas quem não fica? São tantas opções de frutas, verduras e legumes que fica difícil escolher. Todo mundo que tem filho pequeno, se preocupa com o que eles consomem. Por isso, pesquisamos e chegamos a esta pequena lista, muito simples de ser encontrada.
Confira agora os 4 alimentos que não podem faltar na prato dos nossos pequenos.

- Batata-doce: além de ser fonte de energia e substituir carboidratos como as outras batatas, massas e arroz, as do tipo amarela e laranja são ricas em betacaroteno, essencial para o crescimento e desenvolvimento infantil e importante para o funcionamento do sistema imunológico. Que tal fazer um purê? Também ajuda a manter a pele, as mucosas e a visão saudáveis.

- Arroz com feijão: quando consumidos juntos, a absorção das proteínas do feijão é mais eficaz. A dobradinha nacional ainda ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, pois a fibra do feijão ajuda a controlar o excesso de glicose no sangue que o consumo de arroz sozinho poderia gerar.

- Cereja: é um dos únicos alimentos, ao lado da aveia, da cebola e do milho, que possui melatonina, um neurotransmissor que ajuda a regular o sono. Como a aprendizagem é fixada no cérebro durante a hora de dormir, as cerejas são boas para a memória e dão uma forcinha extra para os estudantes.

Agora é só pegar essas dicas e criar pratos super saudáveis e nutritivos.
Bom Apetite!








Animais de estimação podem diminuir chances de bebês adoecerem



Além de alegrar e divertir a vida do bebê, animais podem ser grandes amigos também da saúde da criança. Segundo uma pesquisa publicada na revista “Pediatrics”, crianças que crescem com gatos e cachorros em casa têm maiores chances de terem menos infecções respiratórias durante o primeiro ano de vida.

A pesquisa, conduzida na Finlândia, acompanhou 397 crianças desde a gestação até completarem um ano de idade. Foi notado que os bebês que possuíam gatos ou cachorros passaram menos tempo com infecções de ouvido, tosse ou nariz entupido: 31% deles tiveram menos infecções e sintomas de problemas respiratório e 44% tiveram menos infecções de ouvido e receberam 29% menos receitas de antibióticos.

Segundo o estudo, um dos fatores da contribuição desses animais para a saúde do bebê é o fortalecimento do sistema imunológico da criança, que ainda é fraco e em desenvolvimento durante o primeiro ano de vida. Como os cães ou gatos podem levar sujeira e germes para dentro da casa, isso faz com que gere um amadurecimento ainda mais rápido do sistema imunológico, melhorando as defesas contra vírus e bactérias do ambiente.

Com base nas anotações dos pais participantes do estudo, os pesquisadores notaram que as crianças sem contato com um cachorro, por exemplo, eram 65% do tempo saudáveis, enquanto aquelas que tinham maior contato com o animal estavam 76% do tempo sem doenças.

No entanto, mesmo com os aparentes benefícios trazidos pelos animais, há limites. O estudou também apurou que crianças que passam menos de seis horas diárias com um cachorro têm menos chances de adoecerem em relação as que possuem contato direto com o animal.

É claro que para tudo há limites e que esse “conviver com animais” não significa deixar dormir sempre juntos e deixar o cachorro lamber o bebê, rs, mas é sinal de que não precisamos nos desfazer dos nossos companheirinhos quando o bebê chegar. Isso não é tudo de bom?

Fonte: UOL Mulher




Sempre on line

O maior sonho da mãe que trabalha fora é estar em todos os lugares ao mesmo tempo: trabalhar e monitorar os filhos, participar de reuniões de trabalho e ir ao pediatra. Não dá para se dividir em duas (ou mais), mas algumas ferramentas tecnológicas podem ajudar a enganar o relógio. Celular, aplicativos, internet e tablet permitem que você organize melhor o seu dia, agrupe tarefas e gaste menos tempo com cada uma delas, o que é uma vantagem e tanto hoje.


“A tecnologia mudou muito a vida das executivas nos últimos cinco anos. Agora elas podem investir um pouco mais na sua vida pessoal durante o expediente”, afirma Fernando Belfort, analista sênior da Frost & Sullivan, empresa internacional de consultoria e inteligência de mercado. Hoje essa tecnologia está bem mais acessível para mães que trabalham fora em qualquer função, e não é um luxo, mas uma questão de aproveitar melhor o tempo.

Quando teve seu primeiro filho, a jornalista Maristela Harada, ficou um ano trabalhando de casa e indo ao escritório apenas quando necessário. “Com a internet você manda as coisas, acessa o servidor daqui e de lá. Então, dá para fazer um ajuste”, diz ela, que não sai de casa sem o seu smartphone.
Muitas já são adeptas dessa comunicação remota para conciliar as atividades em casa e no trabalho que, claro, não é uma solução mágica e também está sujeita ao desequilíbrio. Mas você tem tudo para usá-la só a seu favor.
O site norte-americano Parent Hacks, que reúne dicas de pais para outros pais, publicou recentemente o depoimento de uma mãe que mantém o histórico médico do seu filho no Evernote, um aplicativo para web e celular que armazena arquivos, sites, imagens e notas, em um servidor, permitindo ao usuário acessar esse conteúdo de qualquer lugar. “Tudo isso fica disponível mesmo quando estou longe, ou quando minha filha está no acampamento e o médico local precisa desses registros”, escreveu a internauta.
Mais comum do que o uso de aplicativos é a compra online, que está crescendo entre as brasileiras. Para ter mais tempo com a família, 61% das mulheres preferem fazer supermercado e comprar presentes pela internet, segundo estudo recente feito pela Sophia Mind, que faz pesquisas sobre marketing feminino. “Elas delegam essas funções, que seriam presenciais, para a tecnologia, que é cada vez mais fundamental para realizar as atividades do dia a dia no menor espaço de tempo possível, para poder ficar mais com os filhos”, diz Isabela Portella, gerente de inteligência de mercado da empresa. De tecla em tecla, a mulher se aproxima da tão sonhada flexibilidade e do desejo de ser uma mãe mais presente no trabalho e uma profissional mais próxima da família.

Fonte: Crescer






Garantindo o futuro dos pequenos
Guardar dinheiro agora vai ajudar você a realizar os sonhos dos seus filhos – e seus também – no futuro


Olá mamães! Como estão? Que saudade de publicar aqui. Passei uns dias meio cheia de compromissos, por isso não consegui atualizar o blog. Confesso que nos últimos meses gastei mais do que devia com futilidades, por isso, essa reportagem veio muito a calhar nessa fase da minha vida.
Refleti muito sobre meus últimos investimentos e vi que preciso mudar para garantir um futuro melhor para meus pequenos. Acredito que muitas outras mães passam por fases como essa minha, então achei ótimo compartilhar com vocês esse conteúdo.
Vale a pena conferir e seguir as dicas.
O governo brasileiro vem baixando a taxa básica de juros há vários meses e incentivando o consumo através da redução de impostos sobre produtos específicos, como carros e eletrodomésticos. Por conta desse movimento, muita gente acha que é hora de gastar e se confunde com as informações sobre o quanto seus investimentos estão rendendo.
A poupança não vale mais a pena?
Preciso mudar meu dinheiro de lugar?
Que tipo de aplicação é melhor para mim?
Se você é pai ou mãe, deve estar com a preocupação dobrada. Afinal, precisa poupar para você e para o seu filho.
É isso mesmo, você precisa. Porque ao guardar algum dinheiro vai ser mais fácil de concretizar sonhos maiores lá na frente. Seja para reformar o quarto do seu filho daqui a três anos ou para bancar os estudos dele daqui a quinze, é necessário um pouco de disciplina. “As famílias devem poupar seja como, quanto e onde for”, afirma Álvaro Modernell, educador financeiro.
Mas como poupar quando os gastos com os filhos aumentam a cada ano?
Para facilitar a sua vida, reunimos algumas dicas:
- Tenha objetivos concretos: É difícil guardar dinheiro só por guardar. A gente quer satisfazer nossos desejos imediatos e quando vê já está pensando “ No mês que vem eu guardo…” Para facilitar, crie objetivos. “Quem não tem um objetivo mais concreto pode usar os sonhos”, afirma o especialista em finanças Mario Petronilho. Vale do videogame que você quer dar de Natal à viagem internacional que pretende oferecer quando ele for adolescente. Pense em quanto você consegue economizar e por quanto tempo. Ter metas também ajuda a escolher o melhor tipo de investimento, porque a aplicação que é vantajosa em um prazo de dois anos pode ter o pior rendimento se seu horizonte for de 10 anos.
- Saiba onde você está colocando seu dinheiro: Não adianta inventar moda na hora de investir. “A decisão sobre o destino do dinheiro depende do nível de informação que a pessoa tem e a facilidade com cada serviço financeiro. É preciso ter segurança na hora de escolher”, aconselha Modernell. Ou seja, trocar sua poupança por ações só porque seu cunhado disse que ganhou uma bolada na bolsa não é uma boa ideia se você não sabe como fazer isso. Caso você queira diversificar os investimentos, estude bem e peça conselhos antes de tomar qualquer atitude. Além disso, fique atento às taxas, pois elas podem diminuir seu rendimento.
- Não existe receita de bolo :Quando se trata de investimentos pessoais, cada caso é um caso. Tudo depende da quantia que você vai guardar por mês, por quanto tempo você vai deixar o dinheiro rendendo e qual risco você está disposto a correr. Se você quer testar novos produtos financeiros e buscar uma alternativa à boa e velha caderneta de poupança, estude qual é a melhor opção com todas essas variáveis em mente.
- A caderneta de poupança ainda é um bom investimento, sim! As regras da poupança mudaram. Ela está rendendo um pouco menos do que antes, é fato, mas suas duas principais características, que garantem que ela seja a alternativa preferida dos brasileiros, continuam as mesmas: facilidade e segurança. “A poupança é um grande negócio porque você não precisa ter um dicionário do lado para entender como funciona”, explica o economista Luiz Calado. Para quem guarda pequenas quantias por mês (R$ 500 ou menos) e não sabe quando vai precisar tirar de lá – ou sabe que vai tirar em um prazo pequeno – ela ainda traz o melhor retorno. Caso você tenha um horizonte de médio ou longo prazo e uma quantia maior para investir, aí, sim, pode pensar em alternativas como fundos de investimento, títulos do governo ou ações.
- Transmita para seus filhos o hábito de guardar dinheiro:Se você está poupando para seus filhos, mostre isso para eles. Afinal, dar o exemplo é fundamental. “Os estímulos para consumir são muito grandes. É importante mostrar para a criança a importância de poupar”, afirma Calado.
Os pais também precisam guardar para si mesmos. O tempo em que se vivia o final da vida só com o dinheiro da aposentadoria passou. Todos os especialistas consultados para essa matéria foram unânimes em dizer que quem ainda não começou uma previdência privada está atrasado. Isso porque a perspectiva de longevidade da população só aumenta, e para o sistema público de previdência vai ser cada vez mais difícil arcar com tanta gente vivendo tanto tempo. “O INSS não só no Brasil, mas no resto do mundo, tem sofrido muito desgaste. O sistema não vai aguentar e você precisa pensar em como vai se sustentar. Contar com o filho para isso definitivamente não é a melhor saída”, opina Calado. A saída é tomar a iniciativa. Algumas empresas oferecem um plano de previdência para os funcionários. Eles costumam ser mais vantajosos do que os particulares porque incluem um subsídio que não é descontado do salário. Se não for o caso da sua, ou se você não trabalhar, procure se informar sobre a melhor alternativa e garanta uma vida mais tranquila aos 80, 90, ou quem sabe 100 anos.
Fonte: Crescer




Mãe é mãe

- As mães sempre adoram as crianças e nunca estão cansadas!
Filosofou o Pedro no carro admirando a Lagoa pela janela.
Adoro essas conversas que temos enquanto estamos dentro do carro. Eles falam tantas coisas, perguntam tanto, batemos altos papos em família e eles criam as suas mais sensacionais conclusões.
Agora que mãe não cansa só no coração dos nossos filhos que nos enxergam como super mamães!
Ai, ai...eles são demais!
Se eles soubessem que tem horas que estamos mais exaustas que um operário de obras, que fazemos mil coisas ao mesmo tempo, que todos os dias criamos quase um regime militar dentro de casa para que tudo dê certo, que enquanto estamos fazendo o misto do café da manhã com todo carinho já estamos pensando no que eles irão levar para a merenda, que passamos a blusa do uniforme pensando se esquecemos de escrever alguma coisa na agenda para professora e pulamos da cama já com uma lista de coisas para fazer.
No café da manhã, cada filho come uma coisa diferente, enquanto preparo a merenda vou tomando o meu café em pé mesmo na bancada da cozinha, depois penso em que dia é da semana para saber quem faz qual atividade, tem dia que um faz natação e o outro balé de noite, outro que um tem natação e o outro faz capoeira e vamos que vamos!
Tem dia que Carolina implica que não quer ir para a escola e faz um pequeno drama para irmos para a escola e chora e tenta atrasar todo o nosso processo. No final acaba tudo bem, mas cansa...
Mãe vive um corre corre danado e posso dizer por experiência própria que nós sabemos esticar o tempo feito aqueles elásticos que brincávamos na infância.
Mas nós nos divertimos e para mim não existe nada, nada mesmo, melhor e mais emocionante e mais importante para mim, nada que me complete mais e me faça mais feliz que ter a oportunidade de participar da criação dos meus filhos.
Amo muito levá-los na escola, ir conversando pelo caminho e escutando as suas histórias, estar lá na hora da saída e acompanhar a descida deles da escada me procurando cheio de sorrisos, fazer dever de casa junto, ler história, dar banho, preparar com todo carinho o prato que eles mais gostam, passar a blusa do uniforme, assistir o mesmo desenho mil vezes seguida, dormir agarrado, brincar muito e ver a minha casa se transformar em um parque de diversões com brinquedos por todos os cantos, arrumar o armário deles e às vezes pegar uma peça daquela roupinha pequena e cheirar aquele cheiro tão bom que é cheiro de filho, cheiro de amor...
E tem festa quase todo fim de semana dos amigos dos filhos, que depois da terceira ou quarta você começa achar todas iguais, mas se diverte mesmo assim porque vê o quanto eles se divertem e ficam felizes.
Quando são bebês nos deixam cheias de sono, nos acordam mil vezes durante a noite, troca falda, depois ensinamos a tirar a fralda, as primeiras papinhas, a primeira vez que comem sozinhos com a sua própria mão, as primeiras palavrinhas ditas tão bonitinhas, as engatinhadas pela casa fora (existe coisa mais gostosa que bebê engatinhando??), depois os primeiros passos, os tombinhos, os galos, as músicas cantadas, as gracinhas, os abraços, as birras e manhas, as perguntas incríveis...e assim vamos olhando o mundo como se fosse pela primeira vez!
Lembro que na época que eu parei de trabalhar, todo mundo me dizia que eu não ia agüentar, que depois de um tempo a mulher "pira" de ficar o dia inteiro vivendo para os meus filhos, que temos que ter vida própria que depois os filhos crescem, que ficar em casa o dia todo era terrível e aquele blá-blá-blá todo...mas sabe o que aconteceu?
Eu adorei e aconteceu o que eu sempre soube que essa era a minha missão, que esse era o meu dom, minha paixão.
Essa é a minha vida e não me imagino vivendo outra.
Como toda mulher é múltipla e carrega uma bolsa gigante cheia de vontades a tiracolo, eu invento tempo para fazer um montão de coisas que adoro também, leio, escrevo, cozinho, faço as minhas artes, sonho, realizo e agradeço.
E o Pedro ainda acha que mãe não cansa...






E ENTÃO É NATAL!!!

E somos bombardeados de todos os lados por lindas mensagens, antigos clichês..."É hora de rever, reformular e coisa e tal..."
Mas, quantos de nós realmente o fazemos?
Vejo revisões de metas e objetivos, mas será que não é momento de verdadeiramente revirarmos nossas gavetas de intenções, valores e conceitos?
Estamos criando nossos filhos numa sociedade superficial, artificial e volátil, onde vale mais quem tem mais. Ensinamos e ratificamos veementemente essa idéia quando abrimos mão de estar com nossos filhos para ganhar mais dinheiro, ou redecoramos toda a casa, ainda que tudo esteja no lugar, porque precisamos entrar na onda do novo piso, ou tratamos com naturalidade o fato de pagarmos mais de R$100,00 numa bermuda para uma criança de 5 anos que não a usará por mais de 6 meses.
Como orientamos nossos filhos em relação ao futuro?
O que ensinamos a uma criança quando esta nos pede um irmãozinho e nós respondemos: "Nem pensar, filho custa caro, você vai ter que dividir tudo o que tem..."
Por que escolas caras ensinam bem e as mais baratas nem tanto?
Tudo não se trata de pessoas? Pessoas ensinando e pessoas aprendendo?
Por que, mesmo sabendo que a natureza agoniza continuamos consumindo desenfreadamente e compramos para os nossos filhos todas as novidades irresponsavelmente?
Por que temos que trocar o carro com apenas um ano de uso, e valorizamos tanto esse bem?
Vamos então revirar nossas gavetas, liberar algum espaço para o verbo SER.
Quantos de nós levam seus filhos para desfrutar da beleza de um pôr do sol? Quantos ainda estimulam os filhos a admirar e vivenciar as maravilhas da Natureza?
As conquistas materiais devem sim ser perseguidas e nossos filhos estimulados a buscá-las, mas isso não pode ser tudo.
E então, já que é Natal, vamos montar um presépio em nossas casas e mostrar aos nossos filhos que naquela total e extrema simplicidade, nasceu o maior dos homens, e que Jesus precisou apenas de AMOR e SABEDORIA para ser e fazer história, conquistar milhões e milhões de seguidores por séculos e séculos!
Vamos então lotar nossas gavetas de AMOR e SABEDORIA, promover a distribuição ilimitada e irrestrita desses sentimentos e educar nossos filhos envolvidos por eles.
É pelo exemplo que realmente educamos!!
Então, que tenhamos todos um Feliz Natal e que 2010 transborde de AMOR e SABEDORIA!!




Qual foi a última vez que você brincou com o seu filho?




Criança tem que brincar, pular, correr, dese nhar,fazer quebra-cabeça, sujar o dedo com tinta, inventar brinquedo e brincadeira, ser livre e feliz como se todo o dia fosse a primeira vez. A diversão é a matéria prima para a construção dos sonhos desse serzinho pequenino e maravilhoso que saíu da sua barriga!
E os pais tem que participar!
Você lembra qual foi a última vez que brincou com o seu filho?
Nós vivemos um tempo corrido, instântaneo, a pressa é palavra chave no "livro-dos-adultos" e muitas vezes as coisas mais importantes e valiosas vão sendo deixadas de lado, como se fosse possível um tempo depois esticar o tempo feito elástico de infância e ir lá no passado resgatar momentos, sorrisos, olhares, brincadeiras...
Mas o tempo não volta e passa muito mais rápido d o que podemos imaginar.
A infância de um filho é terra sagrada. Os primeiros anos da vida de uma criança são muito importantes, é a hora certa de nós, os pais, plantarmos sentimentos bons, memórias felizes, cheiros, conversas valiosas, valores, exemplos, afeto, abraços, palavras, histórias....
Porque essa é a primeira bagagem, a raíz da personalidade do adulto que eles serão amanhã.
E ser uma criança feliz é um trampolim para ser um adulto feliz, bacana, seguro, criativo, de bem com a vida, de bem consigo mesmo e com os outros.
Acredito muito na importância do brincar durante a infância e no res to da vida também.
É nosso dever de pais participar desse momento mágico, embarcar nessa viagem deliciosa ao lado dos nossos filhos. Por isso adoro brincar com os meus filhos e não abro mão dessa maravilha!
Pais e filhos que brincam juntos, fortalecem os seus laços, criam vínculos, compartilham vivências, descobrem um mundo encantado só deles, se divertem, se aproximam, se amam mais, se conhecem mais e melhor.
Sabem por quê? Porque quando uma criança está brincando,ela está experimentando o mundo.
O avental da mãe vira a capa do super herói, o braço do sofá se transforma na pista de carrinhos, a tampa do shampoo pode ser o capacete do boneco, uma folha de papel é um barquinho, uma panela faz som de um instrumento de música e tudo pode ser, tudo pode acontecer na imaginação infantil!
Foi por essas e outras maravilhas que Piaget afirmou que a infância é o tempo de maior criatividade na vida de um ser humano.
E como diria o meu marido, o pai mais bacana que eu conheço, brincar faz parte de educar!

Mas será que todos os pais pensam e sabem de tudo isso?
Por que será que tantos pais e tantas mães delegam essa função?
Pais acordem, nunca é tarde para começar!
E posso garantir para você, por experiência própria que brincar com um filho é uma das melhores coisas dessa vida!
Carlos Drummond de Andrade disse assim:
Ao brincar com a criança, o adulto está brincando consigo mesmo.

Então mãos a obra, proponho uma brincadeira por dia com o seu filho, que tal?
Experimente e faça dessa experiência um ato de amor!
Porque afinal quando um pai está brincando com o seu filho, ele está o amando ainda mais!





Parto Normal ou Cesariana:
O que levar em conta na hora de decidir?


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Nesses 11 anos em que trabalho decorando quartos de bebês, essa é a pergunta mais freqüente, assim que minhas clientes sabem que sou mãe:
“Parto Normal ou Cesariana?”.
Eu tive meus 5 filhos de parto normal e não me arrependo, essa é a minha resposta.
Entendo que a cesariana é uma benção, uma maravilhosa ferramenta que salva vidas, mas percebo uma campanha desleal e feroz contra o parto normal e a favor da cesariana, por parte dos médicos obstetras. Conheço mulheres que sonham com o part
o normal até que o seu obstetra a convence do contrário. Mas o que motiva os médicos a defenderem tão avidamente a cesariana para as gestantes da rede particular de saúde? Porque na rede pública o parto normal é o carro chefe...
Já ouvi todo tipo de argumento, desde o carinhoso “não quero te ver sofrendo”, ou “vamos marcar na data X , você escolhe a hora para ter o signo ascendente de sua preferência”, ou ainda, “vamos marcar logo essa data, não quero trabalhar no Natal!”. Mas será que o nascimento de um filho deve ser tratado como apenas mais um evento social, com dia e hora convenientemente marcados? Com a devida antecedência, a fim de não causar qualquer inconveniente?
Por que não levamos em conta o peso
dessa nossa escolha na vida e a saúde de nossos filhos?
Na cesariana você extrai abruptamente o bebê do seu habitat. Lá está ele dormindo, tranqüilo, quentinho no ambiente escuro e acolhedor, e de repente luz, ar condicionado, vozes estranhas, solavancos, um breve carinho de sua mamãe e mais solavancos, aspiração e todos os outros procedimentos necessários. A mãe tem cerca de 8 camadas de tecidos cortados nesse procedimento cirúrgico.
No parto normal aquele ambiente, quentinho e acolhedor, vai gradativamente massageando o bebê, ele já não consegue dormir e a cada momento, a dita massagem vai se tornando mais vigorosa e aquele deixa de ser um bom lugar, o bebê quer sair, se esforça para isso, esse esforço fortalece seus pequenos pulmões e ao sair de sua mãe ela lhe proporciona um banho de anticorpos e estar enfim fora do útero da mãe. Não se dá num susto, é um momento desejado de alívio e grande alegria para mãe e filho.
Óbvio que cada caso é um caso, nem todas as mulheres
podem dar à luz por parto normal, então, se é ou foi o seu caso que maravilhoso poder contar com a cirurgia que traz o bebê à luz com saúde e tranqüilidade! Mas se a natureza lhe foi generosa e fez de você uma mulher forte, saudável e “boa parideira”, ao menos se permita o direito de escolha.
Há poucos dias, conversando com uma amiga, tive confirmada minhas impressões. Ela se queixava, num tom de voz muito triste, de sentir-se obrigada a ter sua filha numa cesariana porque seu médico já havia marcado dia e hora.Quando ela questionou essa atitude e disse que gostaria de tentar um parto normal ele argumentou já ter feito a solicitação ao plano de saúde e estando de posse da liberação seria melhor não desmarcar a cirurgia.Essa m
ãe não teve direito de escolha. Em nossa conversa ela dizia querer sentir que a filha estava pronta, “quero entrar em trabalho de parto e não retirar meu bebê”.
Vendo um programa de TV de um canal americano me senti ainda mais triste e indignada. Lá, as grávidas se esforçam, desejam, são encorajadas e desfrutam do direito de ver seus filhos nascerem naturalmente. São monitoradas, assim como seu bebê, até o momento do parto. Anestesiadas, participam do trabalho sem sofrimento e o procedimento cirúrgico só acontece quando há uma complicação eminente.
Vale a pena esclarecer às brasileiras, que um médico ganha para fazer a cesariana quase 6 vezes mais que com um parto normal. Sendo assim, será mesmo para o bem das pacientes esse excesso de cirurgias?
Estude as duas possibilidades, exercite-se, alimente-se bem e procure informações sobre o assunto. Lembre que nossas mães e avós tiveram seus filhos de parto normal.
Tive meus filhos de parto normal, cada um foi uma experiência diferente, e sim, há dor, principalmente quando recorremos a hospitais públicos, mas é suportável...
O legal é entender que além da dor há uma emoção e um prazer inenarrável.
Eu de fato coloquei meus filhos no mundo. Senti cada momento e realmente participei desse milagre e proporcionei a eles uma chegada mais segura a esse nosso mundo.
Pensem nisso, escolham com calma, questionem mulheres felizes, procurem informações científicas e tenham um bom parto!
Beijos a todos, e até a próxima!






Quem é a mãe?

Depois que os filhos nascem, começam também as festas infantis, programa constante na vida de pais e filhos.
Nessas tantas festinhas além de brincar muito com Pedro e Carolina, eu fico a observar o cenário com aquele olhar amoroso de educadora que não me abandona mesmo que eu tente!
Cada vez mais acredito que a maternidade se transformou em um setor terceirizado.
As mães não fazem mais o seu papel de mãe, delegam funções para Deus e o mundo (babás, avós, escolas em tempo integral, tias, cursos de diversas modalidades, folguistas e quem mais pintar...) e esquecem o real motivo de terem tido um filho.
São tantas cenas que vejo nessas festinhas que chego a ficar assustada. As tais babás fazem tudo: trocam fraldas, dão a comida, supervisionam as crianças, ficam com a criança no colo, colocam para dormir, olham, cuidam e participam de toda rotina dos pequenos enquanto os pais ficam fazendo o quê??
Sei lá, acho que atualmente essa história de ter uma babá já vem dentro do pacote de se ter um filho, as mães já começam a procurar a babá desde grávidas... e de repente não mais que de repente a tal babá começa a assumir todas as funções da mãe, culminando com o momento que a criança até chora quando a babá vai embora.
E afinal quem é a mãe?
Nas escolas é a mesma coisa, o número de babás é infinitamente maior que o número de mães. São elas que vestem o uniforme, preparam a merendeira, conferem a mochila, levam a criança até a professora e na saída são elas que estão a esperar o pequeno descer da sua aula. E as professoras já estão até acostumadas a tratar a maior parte dos assuntos do seu aluno com a tal babá, a represente da mãe que é quem participa ativamente dessa rotina escolar. Já com a mãe fica a função de pagar a mensalidade.
E nessas horas mais uma vez me pergunto: será que essa mãe nunca encontra um tempo para viver esse tempo tão mágico que são os primeiros anos de uma criança?
Nas pracinhas a cena se repete. Crianças alegres nos balanços, crianças correndo pela grama com outras crianças, crianças brincando nas gangorras animadamente, panelinhas espalhadas pelo chão, bolas rolando para cá e para lá, carrinhos e bonecas espalhados pelos bancos da praça, na sombrinha das árvores mais crianças se divertem com pazinhas e baldes coloridos. E uma tropa de moças ou senhoras, com as suas impecáveis roupas brancas, a vigiar toda essa criançada. Parecem anjos da guarda, mas são as babás.
Lembro que na época da licença maternidade do Pedro, eu me sentia um verdadeiro E.T. Eu a única mãe naquela pracinha.
Nos primeiros dias, achei que fosse o dia nublado, que quando estivesse sol eu fosse encontrar outras mães com os seus filhotes a tiracolo.
Mas que nada! Os dias vieram, passaram-se outros e eu continuava sendo a única.
Nas praias também chego a ficar impressionada.
Dia de sol, céu azul turquesa, mar cristalino, uma mamãe deitada pegando sol conversa com uma amiga da mesma idade, um papai lendo jornal tomando uma cerveja, uma piscininha com uma criança envolvida com os seus brinquedos e uma babá ao lado sentadinha (com aquela roupinha quente que deve fazer o maior calor!) entretendo alegremente a criança. Nem por um momento a mãe se levanta e se senta ao lado do filho, lança um olhar de carinho, pergunta se está tudo bem, se quer tomar uma água, se quer brincar no mar. A mãe continua sua conversa ativamente com a amiga como se estivesse em uma outra realidade particular. Sabe que até o protetor solar foi a babá que passou naquele frágil e pequenino corpinho de criança, em uma manhã de domingo?
Nos restaurantes o cenário se repete, nas viagens de família, nos shoppings, nos clubes e por aí vai seguindo a humanidade com passos fracos e distraídos.
Alguns anos depois os pais não reconhecerão mais aquela criança que um dia foi tão pequena que o seu corpinho cabia em um abraço.
Essa realidade me assusta, sempre fico pensando quais serão os caminhos da educação nos próximos anos, tendo em vista esse modelo de pais que estão sendo construídos por aí.
Mas fico feliz em saber que existe um outro lado: pais bacanas que participam, que cuidam, que brincam, que se envolvem, que fazem da missão de educar, uma missão amorosa.
E essa presença não tem nada a ver com trabalhar fora ou não. Existem tantos pais e mães que ficam em casa em tempo integral e não tem noção do que acontece na vida dos seus filhos.
Enfim acredito que a escolha de se ter um filho tem tudo a ver com a certeza de se querer criar um filho.
E criar significa educar, participar, zelar, cuidar, brincar, se envolver, discordar, ceder, sonhar junto, alimentar, dialogar, entender, observar, fazer,acreditar....verbos que parecem tão simples mas que tantos pais deixam esquecidos em um antigo dicionário guardado fora de si.

Como diria Içami Tiba: "Quem ama, educa!"


Roberta Paiva tem 33 anos, é carioca, jornalista por formação e educadora por vocação, mãe de Pedro (5 anos) e Carolina (3 anos).
É autora do blog Vida de Pedro e Carolina
É coautora do blog Amelias ao avesso
Sua crônica " Adaptação para mãe e filho" foi publicada na Revista Crescer em agosto de 2007.
Colaborou também como pesquisadora no livro " Endereços Curiosos do Rio de Janeiro" do escritor Sergio Garcia, editora Panda Books.

Agora está aqui conosco no Ideias de Barbara





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Compartilhando

Olá para todos!
Vamos enfim inaugurar esse cantinho que foi criado para que possamos conversar, pensar e compartilhar os acontecimentos e surpresas que surgem diariamente diante de nós sobre assuntos essenciais à vida... “Família e Maternidade.”
Quero falar aqui sobre o quê vivo, vivi e vejo acontecer ao meu redor. Sou mulher, esposa, mãe de 5 lindos meninos e trabalho com decoração para quartos infantis. Assim sendo, vivo e presencio todas as questões, os dilemas, as alegrias e tristezas que inerentes a essa louca e radical aventura que é viver.

Filhos... tê-los ou não? Qual o melhor momento?

O que priorizar, família ou carreira? Até onde ceder?

Quanto devo cobrar de meu companheiro(a)?

Parto Normal? Cesariana?

Separação, preconceitos, sexo, valores, limites, falta de tempo, excesso de tarefas... Nossa! Quantas questões!
Posso dizer que em quase 19 anos de casamento, após 5 partos normais e, convivendo diariamente com mães e gestantes em meu ambiente de trabalho, percebo que os questionamentos são muitos e se justificam, mas o principal é entender que somos diferentes e complexos. É exatamente por isso que não existem fórmulas ou padrões a serem seguidos, nem mesmo no momento das decisões mais delicadas. Resta-nos apenas ouvir o coração, sem perder, no entanto, o senso de responsabilidade, dosando bem emoção e razão.
Afinal isso é ser família: respeitar as diferenças mantendo a individualidade e, acima de tudo, amar quem nos cerca e depende de nós. É isso que nos preenche e realiza.
Finalmente, agradeço a minha grande amiga Barbara pelo convite, essa menina que é tão brilhante no exercício de seus diversos papéis, o de mãe, esposa, jornalista, filha, irmã amiga...
Espero, sinceramente, corresponder ainda que em parte à sua expectativa e aos homens da minha vida, meu esposo Giovano e meus filhos Piter, Johnny Gabriel, Rafael, Ícaro e Guilherme. São eles que fazem de mim a mulher que sou.
A todos um abraço carinhoso a até breve!!



Paloma Lopes tem 36 anos, é soteropolitana, Artista Plástica, mãe de 5 lindos meninos, casada há 18 anos. Trabalha há 11 anos com decoração para quartos de bebês e ambientes infantis.




Agora está aqui conosco no Ideias d
e Barbara

2 comentários:

Aline,Ric e bah disse...

MA-RA-VI-LHO-SO!!!! Concordo 100%! parabéns, Beta!

sanstos disse...

Acho muito importante espaços como este em que as mulheres possam colocar e discutir questões tão cotidianas das suas vidas mas que muitas vezes têm-se muitas dúvidas.
Gostei muito.
bjs a todas
Sandra Santos

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