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Artes

Grafiteiros em Berlim transformam símbolos nazistas em arte

Horrorizados com os sinais da suástica rabiscados nas paredes, em parques infantis e em construções, um grupo de grafiteiros em Berlim está transformando os símbolos nazistas em arte colorida como flores, carros e animais.
A suástica, que foi adotada pelo partido nazista de Adolf Hitler, está banida da Alemanha, desde os fins da Segunda Guerra Mundial.
Uma loja de grafite e um clube juvenil, o "The Cultura Heirs", encorajam jovens a procurar por suásticas em seus bairros e então pintar criativamente sobre elas - depois de obter permissão do proprietário do imóvel desfigurado. O importante é estimular a população a reagir ante a ascensão dessa ideologia nefasta, o Nazismo, um braço xenofóbico do Socialismo/Comunismo.
O melhor caminho é responder com humor e amor. Assim, os desenhos das suásticas vão sendo cobertos com figuras de animais, brinquedos e jogos.

**Com informações da Reuters









Padre desiste de esperar reforma e fecha igreja onde está Aleijadinho

Com a estrutura do telhado sob risco de desabar, a igreja de Nossa Senhora da Conceição não tem mais missas nem está aberta para turistas que visitam a cidade histórica de Ouro Preto (MG).
A igreja, que foi construída no século 18 e abriga o túmulo do artista barroco Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, está com as portas fechadas desde fevereiro.
A medida foi tomada pelo pároco Luiz Carlos Carneiro à revelia do Iphan, o órgão federal do patrimônio.
Museu do Aleijadinho
Sem saber quando haverá recursos para a restauração, o pároco fechou também o Museu do Aleijadinho, que funcionava na antiga sacristia, no consistório e no porão.
A decisão de fechar a igreja, segundo o padre, baseou-se no laudo de uma empresa de arquitetura e engenharia que avaliou problemas descobertos por um funcionário do templo. A análise recomendou o fechamento "imediato", afirma o pároco.
Quatro estruturas de apoio do telhado, chamadas tesouras, estão comprometidas, segundo o chefe do escritório do Iphan em Ouro Preto, João Carlos Cruz de Oliveira.
Depois da interdição, o órgão do patrimônio fez uma vistoria e acabou concordando com o fechamento da parte frontal da igreja, mas não das áreas do museu. Mesmo assim, o pároco encaminhou todo o acervo para a igreja de São Francisco, na mesma cidade, com o intuito de deixar o prédio pronto para as obras.

Embora o laudo sobre as condições de segurança da igreja oriente "fazer o escoramento e intervenção de urgência", o problema é conseguir os mais de R$ 6 milhões estimados pelo Iphan para fazer uma restauração total.
Projeto de restauro feito em 2010 foi entregue em março ao governo federal pela Prefeitura de Ouro Preto, que busca recursos por meio do PAC Cidades Históricas.
Ativista da conservação do patrimônio, padre Carneiro diz que as dificuldades para a restauração o deixam, às vezes, "cansado". "Não podemos perder nem o patrimônio nem a história nem a memória do nosso povo."
A construção da igreja começou em 1724, comandada pelo pai de Aleijadinho, Manuel Francisco Lisboa. Desde 1949, é tombada pelo patrimônio nacional.






5º Fórum Nacional de Museus


Evento será realizado no Sesc Quitandinha
e as inscrições já estão abertas


No período de 19 a 23 de novembro, a cidade fluminense de Petrópolis sediará o 5º Fórum Nacional de Museus (FNM), principal evento do setor museal brasileiro. Os interessados em participar do encontro podem se inscrever até o dia 9 de novembro na página do FNM na internet.
O tema desta edição é 40 anos da Mesa-Redonda de Santiago do Chile: entre o idealismo e a contemporaneidade. Um dos objetivos é discutir e consolidar as ações da Política Nacional de Museus como propulsoras da inclusão social, da cidadania cultural e da valorização do patrimônio cultural brasileiro.A realização do evento está a cargo do Instituto Brasileiro de Museus, vinculado ao Ministério da Cultura, em parceria com a Associação Brasileira de Museologia (ABM), com apoio do Sesc Rio. Para o envio dos trabalhos, as inscrições já estão encerradas.

Intercâmbio

O Fórum Nacional de Museus se realiza a cada dois anos e é uma oportunidade para promover o intercâmbio de experiências entre profissionais, acadêmicos e estudantes de Museologia e áreas afins.
A programação da 5ª edição inclui mini-cursos, painéis, conferências, comunicações coordenadas, encontro de pontos de memória e eventos paralelos.
O 5º Fórum Nacional de Museus também será o momento da escolha do representante da sociedade civil da área de museus que vai fazer parte do plenário do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC), órgão colegiado integrante da estrutura básica do Ministério da Cultura.
O CNPC propõe a formulação de políticas públicas, visando à articulação e ao debate dos diferentes níveis de governo e a sociedade civil organizada, para o desenvolvimento e o fomento das atividades culturais em todo o país.





Biografia de Hélio Eichbauer
Cenógrafo é referência no teatro e nos shows de música popular brasileira



A visita a uma exposição fez a vida Hélio Eichbauer mudar. Ao ver o trabalho de Josef Svoboda na Bienal de São Paulo no começo dos anos 60, o jovem estudante de filosofia resolveu largar a faculdade e aprimorar o conhecimento de artes que tinha adquirido nas aulas de pintura da adolescência, quando viveu nos Estados Unidos.
“Peguei um navio do Loyd em 1963 e fui para a Europa estudar na Tchecoslováquia com o Svoboda, talvez o maior cenógrafo do século 20”, explica Hélio, que antes da viagem teve pequenas experiências com cenografia no Teatro de Bolso.
Começava a surgir aí um dos maiores cenógrafos do país, com passagens importantes pelo teatro, o cinema e os shows. Depois da temporada europeia, ficou um ano em Havana. “Isso foi fundamental para eu recuperar a cor, porque o trabalho em Praga era todo preto e branco, cinza, luz, volume, abstracionismo geométrico. Aquela revolução cubana me devolveu a cor, a luz dos trópicos. Voltei para o Brasil e fui fazer O Rei da Vela, de José Celso Martinez Correa, com o Teatro Oficina”.
O cenário de Hélio ajudou a consolidar a imagem inovadora de O Rei da Vela, que estreou em 1967 em São Paulo. “Foi uma montagem importantíssima, de escândalo. Foi censurada, as pessoas não entenderam muito bem, mas os cantores populares compreenderam perfeitamente.”Desta época, Hélio recorda uma história curiosa, também contada por José Celso no catálogo da exposição que comemorou os 40 anos de carreira do cenógrafo, em 2006 (e que pode ser consultado no Centro de Documentação – Cedoc – da Funarte, junto com o vídeo da mostra).
Ao longo dos anos de sucessivas montagens da peça, José Celso foi fazendo em paralelo um filme com a mesma história. A cena final contava com o cenário do segundo ato da peça, que representava uma ilha paradisíaca na Baía de Guanabara. José Celso explica: “Instalamos os cenários entre os túmulos [do Cemitério da Consolação] e os queimamos. Para nós, era como se precisássemos queimar aquele Brasil que o Rei de Vela revelava”. O diretor acabou se arrependendo. “Além do valor inestimável da obra genial do Hélio, aquele cenário queimado acabaria tendo, hoje, o valor dos quadros de Tarsila”.Hélio autorizou o ritual e disse que não se importava, pois o efêmero é parte integrante do teatro. “Acabei refazendo ele anos mais tarde, nos anos 80, para o show Estrangeiro, de Caetano Veloso.
Ele já esteve à mostra em várias exposições sobre Tropicalismo.”Nos anos seguintes, Hélio fez trabalhos importantes em peças como Verão (de Roman Weingarten, Prêmio Molière de cenário em 1967), Salomé (de Oscar Wilde, direção de Martim Gonçalves em 1968), Antígona (de Sófocles, direção de João das Neves 1969, Prêmio Molière de cenário), Álbum de Família (de Nelson Rodrigues, direção de Martim Gonçalves, montagem em Caracas, na Venezuela, em 1969), A Noite dos Assassinos (do cubano José Triana, texto trazido por Hélio para o Brasil, direção de Martim Gonçalves, prêmio Molière de cenário, 1969), O Balcão (de Jean Genet, direção de Martim Gonçalves em 1970).
Para surpresa do cenógrafo, há fotos de Foto Carlos para seus espetáculos feitos antes de ir para a Europa (Peixinho Dourado e O Salão de Dom Ratão, do Teatro de Bolso). Porque, segundo ele, só foi apresentado a Carlos Moskovics por Martim Gonçalves depois da temporada europeia. “Ele fotografava meus cenários e às vezes as maquetes no estúdio como registro. Muitas vezes me dava os negativos”, lembra Hélio.

Shows e outras aventuras

O primeiro contato com a MPB aconteceu quase por acaso. Hélio preparou os cenários da peça Calabar, de Chico Buarque e Ruy Guerra, mas a estreia foi proibida pela censura.
Em seguida Chico fez um show, Tempo e Contratempo, e o convidou para trabalhar.
Desde então, já assinou os cenários de gente como Adriana Calcanhoto e Diogo Nogueira. Mas foi com outro medalhão que ele consolidou forte parceria. Desde a reprodução do cenário de O Rei da Vela para o show O Estrangeiro, Hélio já trabalhou em 12 shows de Caetano Veloso.
Hélio também assinou a direção de arte de alguns filmes. Diz que fez pouco cinema, mas trabalhou com grandes cineastas, como Glauber Rocha (O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro), Arnaldo Jabor (Tudo bem), Joaquim Pedro de Andrade (O Homem do Pau Brasil), Ruy Guerra (Kuarup), Bruno Barreto (Gabriela).Hélio adora passar seu conhecimento para jovens artistas, atividade que sempre conciliou com a produção de cenários.
Foi coordenador do curso de cenografia na Escola de Belas Artes da UFRJ. Nos anos 70, foi convidado por Rubem Gershman para trabalhar na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Dá cursos de arte livre no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico.
Veja o vídeo click aqui





Um brasileiro no Louvre

No próximo dia 04 de Junho, no Carrousel du Louvre em Paris, França, estará acontecendo a abertura da 6ª Edição Salão de Arte Contemporânea.
O evento, um dos mais importantes Eventos Europeus de Arte Contemporânea, recebe anualmente milhares de visitantes.
O Palácio do Louvre abriga atualmente o Museu do Louvre e o Carrousel du Louvre, um espaço de 7.100 metros quadrados que é o centro de todas as Convenções e Exposições que ocorrem em Paris.
Para esta Mostra, a curadora Geni Settani, da Waylight de Portugal indicou o artista brasileiro Rafael Murió que irá apresentar a obra “Tchin-Tchin” Com 47 anos de carreira, Rafael Murió é hoje um dos artistas brasileiro mais reconhecido no exterior e vem se destacando por ser um dos pintores com maior presença em eventos internacionais.
Suas obras estão presentes em acervos de grandes colecionadores, principalmente europeus, americanos e australianos. Detém inúmeros certificados, prêmios e menções honrosas, além de registros em diversos guias de arte. É membro da Associação Internacional de Artes Plásticas (AIAP-UNESCO), Academia Latino-Americana de Arte (ALA), Academia Brasileira de Arte Cultura e História (ABACH), Associação Paulista de Belas Artes (APBA), entre outras.

fonte: Nicolau Amaral Comunicação




Pop Customizado

A velha Barbie virou obra de arte. Não estou falando das edições temáticas ou comemorativas produzidas em massa pela Mattel. Estou falando do Brasil na vanguarda da customização de bonecos.
O artista plástico Marcus Baby lança um novo olhar sobre um dos maiores ícones do universo lúdico. Através de um processo de aprimoramento estético e detalhista, simples Barbies tornam-se verdadeiras celebridades.
Muito própria e original, sua arte tem uma temática bastante interessante, sempre explorando o universo pop.
Ideias de Barbara traz para você, uma entrevista exclusiva com o potiguar Marcus Baby.
Depois de conhecê-lo, você nunca mais verá uma Barbie como os mesmos olhos.
Ideias: Até que ponto sua infância influenciou sua carreira artística?
Marcus Baby: Acho que em tudo! Fui uma criança muito imperativa, não parava quieto, inventava o tempo todo. Mas nos poucos momentos em que sossegava, era de frente a televisão, onde eu literalmente mergulhava naquele universo mágico dos programas infantis da época! Depois, tentava a todo custo recriar as cenas que assistia em programas de TV, tipo “Sítio do Picapau Amarelo”, “Vila Sésamo”, “Pluft O Fantasminha”, nem que fosse desenhando os personagens num caderno ou brincando de teatrinho com os meus colegas da vizinhança. Naquele tempo não existia internet então as crianças eram forçadas a usar a imaginação mesmo, buscar novidades, fazer coisas interessantes... E criar arte fazia parte disso tudo.
Ideias: Como surgiu a ideia de customizar bonecos?
Marcus Baby: Foi num belo dia em que assistindo a um programa de entrevistas na MTV, vi num dos ambientes da casa do entrevistado, um quarto cheio de prateleiras, todas repletas de bonecos e mais bonecos... O cara colecionava miniaturas e eu simplesmente enlouqueci quando vi aquilo! Primeiro porque adoro coleções, fosse de revistas em quadrinhos, fosse canetas, figurinhas, discos, fitas de vídeo, tudo! Depois, porque sempre tive interesse em montar algo similar – bonecos de celebridades – na minha estante da sala! Daí descobri que eles eram bem caros e não haveria os que me interessavam! Foi quando decidi que iria construir os meus próprios. Aí aprendi a arte da customização de bonecos, o “custom doll OOAK – One Of A Kind (bonecos customizados - um único de cada)”, tudo na marra, pesquisando sozinho na internet, em sites estrangeiros.

Ideias: Em que busca inspiração para criar?
Marcus Baby: Inicialmente a idéia era só customizar meus ídolos pop. Mas com o tempo fui tendo idéias folheando revistas, ou vendo uma cena de novela, um comercial de produtos no jornal, um videoclipe... Percebi que me inspiro sempre em visuais fortes, imagens que mexem comigo. Então quando vejo algo e sinto que ali pode funcionar uma nova criação, começo a pesquisar mais sobre aquele personagem e deixo a coisa fluir. Até porque como tudo não passa de um hobby, prefiro mesmo dar vazão as idéias no momento em que eu realmente posso por tudo em prática, enquanto estou “em transe”, heheheh...

Ideias: Quantas bonecas já customizou?
Marcus Baby: Mais de 95 e menos de 100. Farei uma recontagem nesse final de semana.

Ideias: Quanto tempo leva em média cada criação?
Marcus Baby: Isso é muito relativo: gastei poucas horas para criar a “Viúva Porcina” e levei anos para o “Lenny Kravitz” e a “Ivete Sangalo”. Cada boneco tem sua história, seu grau de dificuldade. Só percebo isso enquanto estou executando. No blog eu sempre conto a história de cada um deles, gosto de registrar tudo.

Ideias: Qual ou quais são as maiores dificuldades?
Marcus Baby: Acredito que seja o ato de conseguir aquele que chamo de “boneco ideal”. Geralmente, tenho que partir de um pequeno detalhe, mínimo que seja, do boneco que tenho em mãos para que ele se transforme com louvor no artista que pretendo homenagear, pra que tudo dê realmente certo. Só para citar de exemplo, tenho mais de 20 bonecos parados em meu estoque aguardando para serem customizados e, ao mesmo tempo, vivo dentro de lojas de brinquedos fuçando novidades (e que acabo na maioria das vezes comprando sem necessidade). Encontrar também materiais em tamanho reduzido, ou tecidos similares é bem complicado. No mais, lidar com tietes histéricos e assessores que são mais artistas do que o próprio artista, nem sempre é tarefa das mais agradáveis...

Ideias: Muita gente tenta comprar ou encomendar suas criações, por que vc não as comercializa?
Marcus Baby: Porque essa nunca foi a minha meta. Tudo não passa de um hobby, algo particular que tomou proporções estratosféricas graças a internet e a classe artística que se viu homenageada de uma forma diferente e bem legal. Não sobrevivo como artista plástico, na realidade não ganho nenhum centavo com isso. Antes de ser o “Marcus Baby” que todo mundo conhece, eu já era uma pessoa comum que trabalha a décadas em uma grande empresa, que possui bens materiais e paga impostos, que faz coisas normais do dia-a-dia (tipo ir a supermercado ou abastecer o carro), que curte a família e os amigos... E pretendo me manter assim preservando isso. Agora, quero sim fazer dinheiro com meus bonecos, mas com exposições, eventos, produtos que levem minha marca, essas coisas na qual não dependo de uma 3ª pessoa. E, vamos combinar: se acaso eu vendesse algum boneco, não passaria de um mero artesão, seria um total desconhecido, ninguém teria interesse em mim e você não estaria aqui agora me entrevistando, né? ;)

Ideias: Qual foi a customização mais complicada?
Marcus Baby: Posso citar 2 bem complicadas: a “Globeleza” onde passei meses a fio estudando como criar sua pintura corporal com glitter em degradê e a “Lady Gaga” onde quase enlouqueço para fixar todas aquelas bolinhas de acrílico que compõe sua roupa. O resto foi café pequeno em relação a essas.

Ideias: Dentre todas as criações, por qual vc nutre um carinho especial? Por que?
Marcus Baby: Não existe a que eu “mais gosto”, a coisa rola diferente: eu sempre estou curtindo mais a boneca que ainda estou criando, aquela que está no processo de execução, quase finalização. O auge da coisa mesmo é quando termino a customização e começo o ensaio fotográfico. Esse é meu momento de amor total por aquela customização. Mas esse sentimento é exatamente igual para todas elas, hehehehe...

Ideias: Quem vc gostaria de transformar em boneco mais ainda não fez?
Marcus Baby: A Preta Gil pela total dificuldade com a assessoria dela, o Seu Jorge e a Xuxa por não encontrar os bonecos ideais, o Marilyn Manson, Ozzy Osbourne e o Pete Burns pela falta de tempo para pesquisa, figuras chapadassas que amo como o Kurt Cobain, Courtney Love, David Grohl e anjinhos como Sandy, Ricky Martin, Cadu do BBB10... Tem um monte de gente na fila!

Ideias: Você também tem uma longa caminhada como blogueiro, como surgiu a vontade de interagir com o público utilizando essa ferramenta?
Marcus Baby: Nunca parei para pensar nisso mas acredito que tenha sido pela forte vontade de me expressar, falar o que sinto ou mostrar meu ponto de vista. Vi no modelo “blog” um meio fácil e totalmente adaptável as minhas vontades artísticas de expor o que pretendia no mundo virtual. Comecei escrevendo poemas, depois textos, crônicas... Aí vi que poderia fazer diferente e passei então a conversar com a galera, contando histórias bobas do meu dia-a-dia mas de uma forma interessante, tipo bate-papo, como se tudo aquilo fosse uma novelinha. Daí ilustrava tudo com fotos, vídeos, links!! A galera foi curtindo e a coisa só não explodiu mesmo porque tive minha privacidade completamente invadida por uma maluca que se apaixonou por mim e começou a me perseguir! Não fosse esse episódio, meu blog teria a mesma fama que o badalado “Papel Pop”, com certeza! Mas não me arrpendo de nada. Deixei rolar alguns anos e voltei aos pouquinhos ao cyber espaço, reconquistando fãs falando de variedades, até surgir a necessidade de criar um blog exclusivo referente a minha coleção, só falando e mostrando meus bonecos, minha arte! Hoje, isso faz parte da minha vida e sinceramente não pretendo parar.

Ideias: Qual ou quais são seus projetos para 2010?
Marcus Baby: Como diria a Madonna, “conquistar o mundo”, hehehe... Pretendo criar mais bonecos de celebridades, causar mais impacto, aparecer mais e mais na mídia para realmente ganhar credibilidade com patrocinadores, pois não sossegarei enquanto não montar uma exposição fixa aqui em Natal (no resto do Brasil requer know-how e não tenho ainda lojística para isso nesse momento) e lançar um livro fotográfico. E, se tudo der certo, ainda esse ano meus “Bonecos do Baby” deverão aparecer em um DVD de um artista nacional famoso, num videoclipe de uma grande banda nacional, e no filme de uma outra grande popstar brasileira, já pensou? Se Deus quiser, teremos em 2010 uma overdose de Marcus Baby!
Quem quiser conhecer mais sobre a obra de Marcus Baby Click Aqui









Made in France


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Marianne Feuillet, é uma artista plástica contemporânea apaixonada pelo Brasil. Nascida na França, ela é formada pelas Escola Superior de Designer Industrial de Paris e Escola de Belas Artes de Rennes. Seu trabalho atual é baseado principalmente na pintura e escultura. Usando técnicas abstratas, caligrafia aleatória, linhas coloridas entrelaçadas, ela cria verdadeiras selvas expressionistas em suas telas. Pouco a pouco o universo vai sendo explorado, analisado, dissecado através de suas estranhas esculturas, formas que imaginamos como domar.
Jovem e arrojada está sempre buscando descobertas culturais que evidenciem a riqueza humana e emocional, as diferenças que nos tornam iguais.
Esta sede de conhecimento a levou a viajar por várias partes do mundo, expondo seus trabalhos: Brasil, França (Rennes e Paris), Japão, Alemanha, Nepal. Atualmente, ela vive e trabalha entre França e Brasil. Membro fundadora da ONG France Art Connection, Marianne trabalhou com socialização de crianças e adolescentes através da arte, em Serra Grande – BA.
Mas foi na França, terra de lendas, contos e magia, que Marianne abriu o charmoso L'Atelier de la Gare, um lugar rico em história e energia. Lá, a artista expõe seus trabalhos e de outros tão talentosos quanto ela. Tudo dotado de uma pungente necessidade investigação visual.
Vale a pena conferir. Click Aqui
Assista também o vídeo da exposição "Transformations fragiles" (Frágeis Transformações). A associação de idéias é muito legal!!!


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1 comentários:

marcelleba disse...

Amei o artigo sobre esta artista que não conhecia.
Gostei muito da maneira que ela usa para mostrar o seu mundo.
Beijos, Marcelle

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