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Kirsten Dunst detona ditadura feminista

“O feminino tem sido menosprezado. Ficar em casa e cuidar de mim é algo muito valioso que minha mãe fez.”
Kirsten Dunst

Foi com essa declaração que Kirsten Dunst, atriz, cantora e modelo norte-americana definiu o que muitas mulheres pensam hoje em dia sobre a opressão do movimento feminista contra as próprias mulheres. Afinal, como as feministas de carteirinha declaram, a mulher pode ser o que quiser, só não pode ser dona de casa.
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Mas atriz, que ficou mundialmente conhecida por interpretar a personagem Mary Jane nos filmes do Homem Aranha, não parou por aí. 

“Acho que a feminilidade tem sido subestimada. Todos temos que ter nossos próprios empregos e ganhar dinheiro, mas ficar em casa, cuidando, sendo uma mãe, cozinhando – é algo valoroso que minha mãe fez. E, às vezes, também precisamos do nosso cavaleiro armado. Me desculpem. Precisamos que homens sejam homens e mulheres sejam mulheres. Assim funcionam as relações.” - declarou Kirsten, em uma entrevista à revista ELLE.

Ideias Barbara´s destaca aqui o trecho, em inglês, dessa corajosa declaração.

“I feel like the feminine has been a little undervalued. We all have to get our own jobs and make our own money, but staying at home, nurturing, being the mother, cooking – it’s a valuable thing my mum created. And sometimes, you need your knight in shining armour. I’m sorry. You need a man to be a man and a woman to be a woman. That’s why relationships work.


Link

Link para matéria completa

http://www.elle.com/culture/celebrities/news/a18549/kirsten-dunst-reveals-the-secret-to-a-good-relationship/


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Documentário desmascara mentiras da Ideologia de Gênero

Em junho passado, o documentarista David Kyle Foster lançou sua nova produção. O filme, que é uma verdadeira bomba contra a ideologia de gênero, relata histórias de ex-transgêneros. TranZformed: Finding Peace With Your God-Given Gender (“Transformados: encontrando a paz com o gênero que Deus lhe deu”) tem o roteiro assinado pelo próprio Foster e é dirigido por Karl Sutton.
O documentário, além de abordar a história da transgeneridade desde a antiguidade, apresenta quinze pessoas ex-transgêneros. Isso mesmo, você não leu errado. 15 pessoas que cruzaram a fronteira da ideologia de gênero e pagaram caro por suas escolhas. Além disso, o filme traz à luz uma boa dose de explicações sobre o que costumamos assistir na televisão e não percebemos nas entrelinhas.
Tendo pesquisado e ouvido os mais diversos casos e inúmeros relatos, David Foster, chegou a alarmante conclusão de que a maioria das pessoas transgêneras possuem pelo menos um traço em comum: quase todas, senão todas, foram vítimas de abuso sexual na infância.
“A mensagem do filme é a de que as pessoas são muito fragilizadas e precisam de muita ajuda”, disse David Foster. Ele acredita que o documentário possa ter um impacto positivo na vida de pessoas transgêneros, pois através das amargas experiências expostas, muitas ilusões sobre a mudança de sexo caem por terra.
No filme, Foster aborda ainda a alta taxa de suicídio entre pessoas com “disforia de gênero”, que chega a 40%. Ele explica que a tendência ao suicídio cai logo após a cirurgia, mas aumenta a partir do momento em que a pessoa começa a se arrepender.
“A cirurgia não conserta nada”, declara Foster. “Só torna tudo mais complicado e custa um dinheirão. Então a pessoa entra em depressão depois de uma euforia inicial por ter atingido seu objetivo”.
Já postamos aqui no Ideias Barbara´s um extenso artigo esclarecendo aos leitores o que realmente é ideologia de gênero, como ela surgiu e como vem perneando a sociedade pregando mentiras e mascarando-se sob os slogans de luta contra o preconceito e liberdade sexual. Click aqui e leia esse artigo.
É evidente a forma covarde que a mídia vem conduzindo a questão dos transexuais. A imprensa mundial, incluindo aí a brasileira, NUNCA divulga ou comenta sobre o outro lado da história, ou seja, os fatos e estatísticas do mundo real. 
Existem dados científicos provando que não há uma correlação entre mudança de sexo entre transexuais e diminuição da taxa de suicídio entre pessoas que possuem disforia de gênero. 
Uma pesquisa feita por mais de 100 estudos médicos internacionais sobre o período "pós-operatório" dos transexuais descobriu que quase 20% se arrepende da mudança e que não foi encontrada nenhuma evidência conclusiva que prove que a cirurgia de mudança de sexo melhora a vida dos transexuais.

A ousadia do produtor David Foster traz ao mundo uma visão clara e límpida de um lado oculto do movimento LGBT, mostra o poder da indústria da cirurgia de mudança de sexo e o submundo da cirurgia plástica, além de deixar exposta a falta de ética e escrúpulos de psicólogos e psiquiatras que manipulam e direcionam pacientes a seguirem um caminho de dor e sofrimento, apenas para tentarem comprovar suas esdruxulas teorias sexuais. 
Foster já produziu Such Were Some of You (2014), que relatou a história de 29 pessoas que se declaram ex-homossexuais, e How Do You Like Me Now? (2016), dirigido a parentes e amigos de pessoas homossexuais.

Confira abaixo o trailer de TranZformed



Links
Link para site do Documentário Trazformed
https://www.tranzformed.org/
Link para artigo de David Batty sobre eficácia da cirurgia de mudança de sexo
https://www.theguardian.com/society/2004/jul/30/health.mentalhealth

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A verdadeira origem do Dia dos Pais e outras considerações

Em maio publicamos um artigo sobre a verdadeira origem do dia das mães e a importância da figura materna para a formação da sociedade.
Em tempos onde a família, a mais importante célula social, vem sendo degradada e destruída em prol de pseudos conceitos supostamente “libertários”, faz-se mais do que necessário elencarmos e relembrarmos os reais motivos pelos quais ela é tão importante. 

Não podemos falar em família sem falar de pai e da importância da figura paterna na formação dos filhos, da sociedade.

Mas como surgiu a ideia de dedicar um dia para homenagear os pais?

Será que essa data foi uma invenção “maquiavélica” do comércio?
Como veremos a seguir, celebrar o Dia dos Pais nunca foi algo planejado e criado com o intuito de gerar lucro financeiro para o comércio ou alavancar vendas. Muitas pessoas deixam de homenagear seus pais por desconhecerem as reais origens de uma data tão importante.
O Dia dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a ideia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.
Em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a ideia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho. 
Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washigton, Estados Unidos. A mocinha também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos.
A partir daí a comemoração difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington. Em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a ideia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais.
No Brasil, a ideia de comemorar esta data foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família. Posteriormente, a data foi alterada para o 2º domingo de agosto.
Em uma outra versão, a comemoração do Dia dos Pais teria surgido na Babilônia, onde, há mais de 4 mil anos, um jovem chamado Elmesu teria moldado em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai, um rei babilônico famoso Nabucodonosor. Daí tornou-se uma festa nacional.
De qualquer forma, pelo menos mais 11 países também comemoram o Dia dos Pais à sua maneira e tradição.
Na Itália, Espanha e Portugal, por exemplo, a festividade acontece no mesmo dia de São José, 19 de março. 
No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Lá é comum os filhos agradarem seus pais com cartões, e não com presentes.
Na Argentina  a data é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes.
Na Grécia, o Dia dos Pais é uma comemoração recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho.
Na Canadá, o Dia dos Pais é comemorado no dia 17 de junho.
Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa).
No Paraguai a data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes.
No Peru o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. 
Na Austrália a data é comemorada no segundo domingo de setembro.
NA África do Sul a comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas ainda não é uma forte tradição.
Mas nosso objetivo nesse post não é só explicar a origem do Dia dos Pais.
Para homenagearmos os papais, realizamos uma extensa pesquisa, nas mais variadas instituições e países, sobre a influência da figura paterna na formação dos filhos. 
Carência de exemplos para os filhos, a falta de condução, de proximidade e de amor por parte do pai. Isso resulta em jovens sem valores, propensos a buscarem falsos ídolos, na ânsia de preencherem, sem sucesso, seus corações. 
Os resultados do levantamento feito pelo Ideias Barbara´s não deixa dúvidas sobre quanto a ausência de um pai pode ser prejudicial não só aos filhos, como a toda a sociedade.

ESTATÍSTICAS

- 2 em 3 menores infratores brasileiros não têm pai dentro de casa.

- 42% dos jovens brasileiros reclusos em instituições correcionais, além de não viverem com o pai, não tinham nenhum tipo de contato com ele.

- No Reino Unido, Indivíduos que crescem sem um pai presente têm: oito vezes mais chances de ir para a prisão, 5 vezes mais chances de cometer suicídio, 20 vezes mais chances de apresentar problemas comportamentais.

- Nos Estados Unidos, crianças que cresceram sem um pai presente são duas vezes mais propensas a largar a escola, 11 vezes mais propensas a um comportamento violento. (EUA)

- Indivíduos que cresceram sem um pai presente representam 72% dos adolescentes assassinos, 60% dos estupradores , 3 em cada 4 suicidas juvenis nos Estados Unidos.

- Meninas sem um pai nas suas vidas têm 2,5 vezes mais propensão a engravidarem na adolescência.

- Meninos sem um pai nas suas vidas têm 63% mais chances de fugirem de casa.

-Meninos e meninas sem pai têm duas vezes mais chances de necessitarem de cuidados profissionais para problemas emocionais ou de comportamento.

- Nos Estados Unidos, 70% dos jovens presentes em instituições estaduais de segurança e recuperação de drogas cresceram em lares sem um pai – 9 vezes maior que a média. (U.S. Department of Justice, Setembro, 1988)

- 85% de todos os jovens na prisão não possuem o pai no lar. (Fulton Co. Georgia, Texas Department of Correction)

- 90% de crianças de rua são vindas de lares sem um pai. (U.S. D.H.H.S., Bureau of the Census)

- 80% dos estupradores motivados pela raiva são vindos de lares sem um pai. (Criminal Justice & Behaviour, Vol 14, pp 403-26, 1978)

- 71% de adolescentes grávidas não possuem o pai no lar. (U.S. Department of Health and Human Services press release, Friday, March 26, 1999)

- 63% dos suicídios na adolescência são de lares sem um pai. [US D.H.H.S., Bureau of the Census]

- 85% de crianças com desordens de comportamento são de lares sem um pai. [Center for Disease Control]

- 90% de adolescentes que se envolvem em atos incendiários vivem somente com suas mães. [Wray Herbert, "Dousing the Kindlers," Psychology Today, January, 1985, p. 28]

- 71% de estudantes que largam o Ensino Médio vêm de lares sem um pai. [National Principals Association Report on the State of High Schools]

- 75% de adolescentes que são pacientes em clínicas de recuperação de drogados são provenientes de lares sem um pai. [Rainbows f for all God's Children]

- 70% dos adolescentes em instituições correcionais não possuem um pai presente. [US Department of Justice, Special Report, Sept. 1988]

- 85% dos jovens em prisões cresceram num lar sem o pai. [Fulton County Georgia jail populations, Texas Department of Corrections, 1992]

- Meninos e meninas sem um pai possuem o dobro de chances de largar os estudos, o dobro de chances de ser preso, 4 vezes mais chances de precisar de ajuda terapêutica ou médica para problemas de comportamento ou emocionais. [US D.H.H.S. news release, March 26, 1999]


- Crianças e adolescentes que vivem em um lar sem pai tem 279% mais chances de se envolverem com tráfico de armas e drogas do que aqueles que vivem com seus pais.



Tendo em vista todos esses dados, podemos confirmar que a erosão da paternidade vem contribuído significativamente para muitos dos principais problemas sociais do nosso século. O mais estarrecedor é constatarmos que estamos enfrentando não apenas a perda de pais, mas também a destruição do ideal de paternidade. É de extrema relevância combatermos as errôneas ideias plantadas por determinados movimentos sociais (especialmente os esquerdistas) na nossa sociedade, especialmente aquelas que espalham conceitos como a invisibilidade e irrelevância dos pais para o bem-estar de seus filhos, a menos que envolva suporte financeiro. 
Pai é figura fundamental na formação dos filhos, na formação da sociedade. Não adianta tentar mascarar ou esconder isso. As estatísticas não mentem. 
Então, celebre com seu pai esta data tão importante. Deixe que ele saiba o quanto é importante em sua vida, o quanto colaborou para que você se tornasse o ser que é hoje.

A todos os papais, desejamos um Feliz Dia dos Pais!




"O sorriso de um pai que tem orgulho de seu filho é uma das coisas mais incríveis do mundo."

The Lazy


Links

Link para matéria do Jornal Folha de São Paulo 
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/06/1786011-2-em-3-menores-infratores-nao-tem-pai-dentro-de-casa.shtml

Link para resultados das pesquisas da Father Hood Factor

Link para resultados das pesquisas da Father Less Generation

Link para artigo sobre as consequências da ausência do pai para crianças e adolescentes no Canadá
http://canadiancrc.com/Fatherlessness/Fatherlessness_in_Canada.aspx

Link para o Mapa da violência - Crianças e Adolescentes do Brasil , 2012
http://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2012/MapaViolencia2012_Criancas_e_Adolescentes.pdf

Link para artigo do site Psychology Today sobre o declínio da paternidade e crise de identidade masculina
https://www.psychologytoday.com/blog/wired-success/201106/the-decline-fatherhood-and-the-male-identity-crisis

Link para resultados das pesquisas do National Center for Fathering





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Mais equilíbrio, por favor...

Já faz algum tempo que ficou mais do que evidente que a doutrinação ideológica impera em escolas e, principalmente, nas universidades brasileiras. Chegamos a um momento em que a dominação de cunho esquerdista no ambiente educacional não pode mais ser negada veementemente. 

Se antes já haviam provas de tais ações agora, após uma pesquisa realizada pelo jornal Gazeta do Povo, publicada no último dia 06 de julho, tudo ficou mais evidente. 
Através da análise do acervo das bibliotecas das maiores e mais conceituadas Universidades Públicas do país, a pesquisa demonstrou como a indicação, seleção, aquisição e exposição das obras de determinados intelectuais, escritores, cientistas e pesquisadores pode transformar o pensamento e o desenvolvimento intelectual de toda uma geração.
Listas de autores mais influentes serão sempre objeto de questionamento. Afinal, existem várias linhas de pensamento, muitas vezes subdivididas em várias tendências. Porém, ainda assim, é possível selecionarmos um grupo de intelectuais proeminentes de cada lado. A lista utilizada pela pesquisa para fins de comparação tem, na esquerda, Karl Marx, Vladimir Lenin, Antonio Gramsci, Jean-Paul Sartre e Paulo Freire. Na direita, Adam Smith, Edmund Burke, Ludwig Von Mises, Roger Scruton e Thomas Sowell. 
Aposto que muitos desconhecem autores de direita. Mas não se preocupem. Demonstraremos aqui porque isso acontece de maneira sistemática e premeditada no Brasil.
Seria leviano, se a pesquisa em questão não levasse em conta fatores diversos que pesam no número de livros disponíveis – um autor com mais obras tende a ter mais volumes, por exemplo. Mas, ainda que levemos tudo isso em consideração, a desproporção é evidente, um alerta para o quão mal vai o debate de ideias nos ambientes acadêmicos. A pesquisa, realizada através dos sites das bibliotecas, aponta que para quase 8 mil obras dos cinco autores de esquerda, existem pouco mais de 700 dos cinco de direita, nos acervos das universidades pesquisadas.
Tomemos como primeiro exemplo a Unicamp. Lá, encontramos pouco mais de 100 volumes de autores de direita. Mas quando vamos contar as obras dos autores esquerdistas, nos deparamos com um acervo de 1684 livros, um número que representa 13,7 vezes mais obras. Feitas todas as ressalvas, é difícil compreender porque Paulo Freire tem uma bibliografia 10 vezes maior do que Adam Smith (o "pai" da Economia moderna) no acervo de uma instituição como a UNESP. 
Diante de tais dados não resta a menor dúvida: a maioria esmagadora dos professores universitários são de esquerda e são adeptos de uma tática pedagógica que implica em expor seus alunos a uma bibliografia exclusivamente composta por autores de esquerda. 
A falta de equilíbrio no debate didático traz consequências negativas para os alunos. Não é possível formar opinião contundente sobre um assunto quando não se dispõem de todas as perspectivas, das várias linhas teóricas concorrentes e antagônicas em torno do assunto, formando assim uma visão devidamente equilibrada.
Conforme os dados disponibilizados logo abaixo, você comprovará que a doutrinação ideológica está longe de ser história da carochinha. Ela é um problema real e como tal deve ser combatido.


Confira a a lista compilada pela Gazeta do Povo 


USP 


Direita

Adam Smith: 135 

Edmund Burke: 61 

Ludwig Von Mises: 65 

Roger Scruton: 24 

Thomas Sowell: 20 

Total: 305 

Esquerda 

Karl Marx: 1010 

Vladimir Lenin: 314 

Antonio Gramsci: 140 

Jean-Paul Sartre: 330 

Paulo Freire: 276 

Total: 2.070 


Unicamp 

Direita

Adam Smith: 42 

Edmund Burke: 27 

Ludwig Von Mises: 27 

Roger Scruton: 21 

Thomas Sowell: 6 

Total: 123 

Esquerda

Karl Marx: 717 

Vladimir Lenin: 305 

Antonio Gramsci: 169 

Jean-Paul Sartre: 254 

Paulo Freire: 239 

Total: 1.684 


UFRJ 

Direita

Adam Smith: 50 

Edmund Burke: 10 

Ludwig Von Mises: 20

Roger Scruton: 6 

Thomas Sowell: 5 

Total: 91

Esquerda

Karl Marx: 468 

Vladimir Lenin: 155 

Antonio Gramsci: 100 

Jean-Paul Sartre: 269 

Paulo Freire: 224 

Total: 1.216

UFMG 


Direita

Adam Smith: 52 

Edmund Burke: 17 

Ludwig Von Mises: 26 

Roger Scruton: 12 

Thomas Sowell: 3 

Total: 110

Esquerda

Karl Marx: 485

Vladimir Lenin: 9

Antonio Gramsci: 73

Jean-Paul Sartre: 230

Paulo Freire: 229

Total: 1.026

UNESP

Direita

Adam Smith: 39 

Edmund Burke: 12 

Ludwig Von Mises: 9 

Roger Scruton: 7 

Thomas Sowell: 5 

Total: 72

Esquerda

Karl Marx: 621 

Vladimir Lenin: 253

Antonio Gramsci: 118

Jean-Paul Sartre: 232 

Paulo Freire: 374

Total: 1.598




Links

http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/onze-para-um-a-desproporcao-entre-esquerda-e-direita-no-acervo-das-universidades-publicas-8v6lu5iximxewnrxfbz3qphn7

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Por que um Cristão não pode ser comunista?

Muitas pessoas, especialmente as que se declaram de esquerda, fazem essa indagação: Por que um cristão não pode ser comunista?
É muito comum vermos esquerdistas fazendo chacota, alegando que os cristãos de direita são paus mandados de padres e pastores. 
Mas a verdade está bem longe dessa ridícula atitude.
Se você é comunista/socialista/marxista e se diz cristão, só pode ser por dois motivos: ou você não sabe o que é comunismo/socialismo/marxismo ou você desconhece o que é ser cristão.
Sabe porque?
Porque o comunismo (ou socialismo marxista) está intimamente relacionado com a negação de Deus. 
Não sou quem está afirmando isso. 
Não, Não, Não.
Com toda certeza você já deve ter ouvido uma das máximas mais famosa do Socialismo: A religião é o ópio do povo.
Se você só ouviu mas não sabe de onde ela veio, ou o que o autor queria dizer quando escreveu tal frase, vamos a uma singela explicação.
Em toda a sua obra, Karl Marx se encarregou de traçar uma linha doutrinária bem definida, onde não existe lugar para quaisquer religiões, especialmente para o Cristianismo.
Publicado originalmente em 1843, o livro “Crítica da filosofia do direito de Hegel”, dedica páginas e mais páginas a críticas diretas à religião.
Vejamos então, o que Marx escreveu.

“O homem é o mundo do homem, o Estado, a sociedade. Este Estado e esta sociedade produzem a religião, uma consciência invertida do mundo, porque eles são um mundo invertido. […]

A religião é o ópio do povo. A abolição da religião enquanto felicidade ilusória dos homens é a exigência da sua felicidade real. O apelo para que abandonem as ilusões a respeito da sua condição é o apelo para abandonarem uma condição que precisa de ilusões. A crítica da religião é, pois, o germe da crítica do vale de lágrimas, do qual a religião é a auréola. […]

A crítica da religião liberta o homem da ilusão, de modo que pense, atue e configure a sua realidade como homem que perdeu as ilusões e reconquistou a razão, a fim de que ele gire em torno de si mesmo e, assim, em volta do seu verdadeiro sol. A religião é apenas o sol ilusório que gira em volta do homem enquanto ele não circula em tomo de si mesmo.

Consequentemente, a tarefa da história, depois que o outro mundo da verdade se desvaneceu, é estabelecer a verdade deste mundo. A tarefa imediata da filosofia, que está a serviço da história, é desmascarar a auto-alienação humana nas suas formas não sagradas, agora que ela foi desmascarada na sua forma sagrada. A crítica do céu transforma-se deste modo em crítica da terra, a crítica da religião em crítica do direito, e a crítica da teologia em crítica da política”.

Fica evidente então que o Comunismo se baseia numa visão materialista e humanista da história e da vida. Como vimos no fragmento destacado acima, na teoria comunista, não é a inteligência nem o espírito que determinam nada no universo, mas apenas a matéria. Não há como negar que esta seja uma filosofia declaradamente secularista e ateísta. Para ela, Deus é um simples mito criado pela imaginação; a religião, um produto do medo e da ignorância; e a Igreja, uma invenção dos governantes para controlarem as massas. O Comunismo, tal como o Humanismo, mantém, além disto, a grande ilusão de que o homem pode salvar-se sozinho, sem a ajuda de qualquer poder divino, e iniciar uma nova sociedade. 
Como veem, não resta dúvida de que Marx pregava o fim das religiões, usando o questionamento da fé como sinônimo para encontrar a felicidade.
Além disso, a doutrina comunista prega o poder do Estado acima de tudo, inclusive da família, instituição que sempre deverá ser a base de qualquer sociedade civilizada, como é professado pelo Cristianismo.
Vale ressaltar que o Comunismo se assenta num relativismo ético e não aceita absolutos morais estabelecidos. O bem ou o mal são relativos aos métodos mais eficientes para o desenvolvimento da luta de classes. 
Lênin
O Comunismo emprega a terrível filosofia de que os fins justificam os meios. Apregoa pateticamente a teoria de uma sociedade sem classes, porém, infelizmente, os métodos que emprega para realizar esse “nobre” intento são quase sempre ignóbeis. A mentira, a violência, o assassinato e a tortura são considerados meios justificáveis para realizar esse objetivo milenar. Mas será isto uma acusação falsa? Lenin, o verdadeiro estrategista da teoria comunista declarou: “Devemos estar prontos para empregarmos o ardil, a fraude, a ilegalidade e a verdade encoberta ou incompleta”. A humanidade vivenciou décadas e mais décadas de agonia e terror por conta dos “discípulos socialistas de Lênin” que levaram e ainda levam a sério esta opinião.
O ateísmo militante da liderança soviética considerava, inicialmente, que a religião desapareceria por conta própria através da implantação do sistema socialista. Assim sendo, logo após a revolução, os bolcheviques demonstraram uma certa dose de tolerância para com a religião. Quando ficou claro, após a URSS ser criada, que a religião não estava morrendo por si, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas começou grandes campanhas anti-religiosas. O combate às crenças religiosas era considerado um dever absoluto por Lenin, tanto que em um artigo escrito em 1922, intitulado Sobre o significado do materialismo militante, ele afirmou: “Engels há muito tempo aconselhou os líderes contemporâneos do proletariado a traduzir a literatura ateísta militante do final do século XVIII para a distribuição em massa entre as pessoas.” 
Mais isso foi apenas o começo. As campanhas envolviam uma grande quantidade de propaganda anti-religiosa, legislação anti-religiosa, educação ateísta, discriminação religiosa, assédio, prisões e também campanhas de incentivo à violência contra religiosos, devotos e praticantes. De 1925 a 1927, dos 160 bispos que havia no país, 117 tinham sido presos e no final da década de 1930 apenas sete bispos estavam ativos e somente algumas poucas centenas de igrejas abertas. Isso não acabou aí. A perseguição religiosa perdurou por décadas na URSS. 
Apesar de tudo, a religião simplesmente não desapareceu com o passar dos anos. Assim sendo, os pressupostos marxistas que afirmavam sua extinção após a chegada do comunismo foram revistos e reinterpretados. Os líderes do Partido Comunista da União Soviética, tiveram de admitir que a religião era uma forma muito mais duradoura de consciência do que haviam anteriormente assumido. 
Os comunistas provaram que tudo isto não só é contrário à doutrina de Deus, como também contraria valorização cristã do homem. O Cristianismo prega que o homem é filho de Deus, criado à sua imagem e semelhança. O homem é mais do que um animal reprodutor dirigido pelas forças econômicas. O homem é um ser com alma, coroado de glória e de honra, dotado de liberdade. 
Estava assim desvendada a maior deficiência do Comunismo: tirar do homem exatamente a qualidade que faz dele um homem. Paul Tillich, um dos mais importantes teólogos do século XX , diz que o homem é homem porque é livre; e essa liberdade traduz-se na capacidade que tem de deliberar, decidir e reagir.
Paul Tillich
“A liberdade pode se manter apenas na medida em que ela escolhe o conteúdo, as normas e os valores a partir dos quais a nossa natureza essencial, incluindo a nossa liberdade, se expressa.”
No Comunismo, a alma do indivíduo está amarrada pelas cadeias do conformismo e o espírito pelas algemas da obediência ao partido. Despojam-no da consciência e da razão. O mal do Comunismo está em não ter uma teologia, não ter fé. Desta forma, o que nele encontramos não passa de uma antropologia muito confusa, tanto acerca do homem, como acerca de Deus. Apesar dos discursos “brilhantes e eloquentes” sobre o bem-estar das massas e os supostos benefícios do coletivismo, os métodos do Comunismo e a sua filosofia despem o homem da sua dignidade e do seu valor, reduzindo-o à despersonalização, tornando-o uma simples peçinha na engrenagem do Estado, uma marionete do partido.
Apoiar uma ideologia politica que prega o ateísmo e a não existência de Deus nunca poderá ser considerado um ato de um verdadeiro cristão.
Agora pergunto: 
É possível ser cristão e comunista?
Com toda certeza: NÂO!

Links

Link para Livro Crítica da Filosofia do Direito


Link para artigo de Lenin: Sobre o significado do materialismo militante


Link para artigo de Paul Tilich: A concepção de homem na filosofia existencial


Link para preview do Artigo Protest for Religious Rights in the USSR: Characteristics and Consequences (Protesto por Direitos Religiosos na URSS: Características e Consequências)




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Terrorista recebe indenização de 8 milhões de dólares

Não, o título da matéria não está errado.
Omar Khandr, terrorista muçulmano de origem canadense, recebeu uma indenização de 8 milhões de dólares por ter, supostamente, sofrido maus-tratos em Guantánamo.


Em julho de 2002, ele matou o sargento primeira classe Christopher Speer, do exército dos EUA, um médico, com uma granada de mão. A granada também feriu o sargento Layne Morris, custando-lhe um olho. Por sorte, para Khadr, no entanto, outro médico americano salvou sua vida enquanto trabalhava ao lado do cadáver de seu camarada morto.
Agora, apenas 15 anos depois, Khadr receberá cerca de US$ 8 milhões (equivalente a US$ 10,5 milhões em dólares canadenses) e uma desculpa do governo canadense, em um acordo negociado entre seus advogados e os promotores canadenses. O dinheiro seria um tipo de compensação pela cooperação do Canadá com seus interrogadores americanos na Baía de Guantánamo. O sargento Layne e a viúva do sargento Speer, Tabitha, ainda não receberam um centavo.
O mais estarrecedor nessa decisão, vem agora. Os dois sargentos americanos não foram as únicas vítimas de Omar Khadr. De acordo com ex-ministro Jason Kenney, o terrorista confesso, reuniu e plantou dezenas de IEDs (dispositivos explosivos improvisados) que mataram 97 militares canadenses. O próprio Omar confessou tudo em 2010.
No link abaixo, você pode até assistir a um vídeo, feito por Khadr e seus amigos terroristas, onde eles constroem o tipo de IEDs que usaram para matar militares ocidentais.



Esperamos que o Canadá acorde desse estado de torpor em que parece estar mergulhado.
Não é admissível que algozes se transformem em vítimas. Já está mais do que na hora de por um freio nessa besta chamada "politicamente correto", que deturpa todos os valores morais, degrada o discernimento mental das pessoas e destrói a sociedade lentamente como um vírus escondido numa núcleo de uma célula.


Links

Link para notícia internacional

http://www.nationalreview.com/article/449250/omar-khadr-8-million-canadian-terrorist-receive-compensation-guantanamo-bay



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Desarmamento: Tudo que você não sabia porque a mídia não te contou

Desde de 2003 o Brasil discute o desarmamento. De um lado, os partidários da ideia de que desarmar a população civil proporcionará a redução dos índices de violência. De outro, os que defendem o direito à segurança pessoal e patrimonial, bem como à legitima defesa.



Curiosamente, levantamentos realizados pelo Atlas da Violência 2016, estudo desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Econômica aplicada (IPEA) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FPSP), divulgado em março de 2016, revelou que, após a implantação do Estatuto do Desarmamento, os homicídios continuaram a aumentar, ainda que em ritmo menor, até atingir um nível recorde, quando a taxa de assassinatos por armas de fogo foi a mais alta já registrada. 



O Brasil alcançou a estratosférica marca de 59.627 mil homicídios em 2014, uma alta de 21,9% em comparação aos 48.909 óbitos registrados em 2003, quando foi implantado o Estatuto do Desarmamento no Brasil. A média de 29,1 para cada grupo de 100 mil habitantes também é a maior já registrada na história do país, e representa uma alta de 10% em comparação à média de 26,5 registrada em 2004, correspondente a quase 5 vezes a média mundial. 
Um fato que contesta, de maneira veemente, a eficácia do estatuto. 

Na verdade, ações independentes de Estados como São Paulo e Rio de Janeiro — onde as taxas de homicídio caíram 29% e 11%, respectivamente, entre 2007 e 2011 —, que incluem mais investimentos em segurança pública e a criação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), foram responsáveis por controlar, parcialmente, a onda de violência. Que fique bem claro: As ações de segurança pública foram as responsáveis pela redução da violência. O desarmamento mostrou-se uma medida pífia e totalmente ineficiente para conter a escalada da criminalidade. Isso fica claro quando comparamos os estados que conseguiram reduzir seus índices, com os demais estados onde a criminalidade cresceu assustadoramente.

Essa realidade também chamou atenção da ONU. O Estudo Global sobre Homicídios 2013 destaca que a suposta estabilidade nas taxas nacionais de homicídios no Brasil mascara disparidades nos níveis estaduais: enquanto, no Sudeste, as mortes por arma de fogo diminuíram, na Bahia, os casos aumentaram em 50%, e a Paraíba viu o número de assassinatos crescer quase 150%.

Isso comprova que muita gente confunde a consequência e o instrumento.

Trocando em miúdos: Somente controlar as armas, desarmando a população civil, não inibe a violência.

O desarmamento não apenas deixa a população menos livre, como a deixa menos segura. Não existe respeito à liberdade individual se o cidadão está sendo cerceado e impedido de se proteger contra ataques físicos e patrimoniais. Liberdade e autodefesa são conceitos indissociáveis, não há como facultar a existência de nenhum dos dois sem que ambos sejam oprimidos. Sem um, não há como existir o outro.

Existem muitos pontos cegos no debate entre os polos opostos, quando o assunto é desarmamento.

A peneira da mídia global empurra para debaixo do tapete informações fundamentais para o esclarecimento correto do que realmente é desarmamento e quais suas reais implicações e consequências para a população.

Poucas pessoas questionam sobre quais seriam os objetivos de um governo que tenta impor de maneira dura e coercitiva, o desarmamento da população. De uma forma simplista, podemos dizer que no mínimo isso seria, a priori, uma forma do próprio governo se defender. Garantir que a população não tenha acesso às armas de fogo foi uma das primeiras medidas tomadas por ditadores fanáticos em ascensão: Stalin, Fidel Castro, Mussolini, Hitler, Hugo Chaves,Mao Tse Tung, Pol-Pot...

Em meio a tudo isso, o cidadão de bem encontra-se bombardeado por argumentos pró-desarmamento. Entidades, supostamente pacifistas, promovem ações e campanhas cinematográficas, que contam com a participação de artistas e celebridades, apenas para convencer a todos de que portar uma arma transforma qualquer um em potencial criminoso.

Será mesmo que isso é verdade?

Será que as “beldades” que estampam capas de revistas e páginas de jornais estão realmente certas sobre os benefícios do desarmamento?
Don Kates

Esses questionamentos levaram dois pesquisadores, o Prof. Don Kates e o Prof. Gary Mauser, ambos criminologistas, da Universidade de Harvard, uma das mais renomadas do mundo, a desenvolverem um apurado estudo sobre essa temática. Publicado em 2007 no Volume 30, Número 2 do Harvard Journal of Law & Public Policy (pp. 649-694), o estudo põe por terra tudo que você provavelmente já ouviu falar sobre desarmamento. A pergunta central do estudo é: "Proibir armas de fogo reduz o assassinato e o suicídio?

Ao contrário do que pregam os ativistas anti-armas, a resposta obtida pelos resultados do estudo é: NÃO

O estudo tornou evidente que não há correlação entre a posse de armas e o crime violento. Indo além, os resultados concluíram que à medida que a posse de armas aumenta, o assassinato e o suicídio diminuem.

Gary Mauser
Antes que eu esqueça, é importante deixar claro que os Profs. Kates e Mauser não são ativistas pró-armas.

As descobertas dos dois criminologistas, em seu estudo exaustivo sobre leis desarmamentistas e violência, na América e Europa, indicam que:

Nações com rigorosas leis anti-armas geralmente têm índices de homicídio substancialmente mais altos do que as que não tem.

O estudo descobriu que as nove nações europeias com as taxas mais baixas de posse de armas (5 mil armas por 100 mil habitantes) têm uma taxa combinada de homicídios três vezes maior que a das nove nações com as maiores taxas de posse de armas (pelo menos 15 mil armas por 100 mil habitantes).

Por exemplo, a Noruega tem a maior taxa de propriedade de armas na Europa Ocidental, mas possui a menor taxa de homicídios. Em contrapartida, a taxa de homicídio na Holanda é quase a pior, apesar de ter a menor taxa de porte da arma na Europa Ocidental. Suécia e Dinamarca são mais dois exemplos de nações com altas taxas de homicídio, mas poucas armas.

Se o mantra "Mais armas é igual a mais mortes, e menos armas igual a menos mortes" fosse verdadeiro, as nações com as mais altas taxas de posse de armas não teriam as menores taxas de assassinatos e suicídios. (Pag 661)

Em meio a toda essa celeuma um axioma se torna inconteste: Armas não matam. Pessoas matam.

Um aspecto fundamental no estudo divulgado por Harvard é justamente esse: Em que ponto a falta de autocontrole deixou de ser o problema?

Para comprovar que o autocontrole é preponderante - que “arma não mata pessoas, as pessoas o fazem” - o estudo também mostra que a taxa de assassinato na Rússia é quatro vezes superior a dos EUA e mais de 20 vezes maior do que a Noruega. Isso, em um país que praticamente erradicou a posse de armas privadas ao longo de décadas de regimes totalitários e métodos policiais conhecidamente truculentos.

Vale salientar que, em se tratando de políticas que visem controlar a violência, não é a taxa de mortes por arma - uma estatística que os defensores anti-armas são rápidos em destacar -, que importa, mas sim a taxa global de homicídio, independentemente dos meios. Os criminologistas explicam:

Nos Estados Unidos, como em várias outras nações, o assassinato por arma de fogo é mais raro. O assassinato por estrangulamento, esfaqueamento ou espancamento é muito mais frequente. (Pág. 663)

A coisa não acaba por aqui.

Ao longo dos últimos 20 anos, as vendas de armas de fogo dispararam nos EUA. Porém os homicídios relacionados a armas de fogo caíram 39% durante esse mesmo período. Outros crimes relacionados a armas de fogo despencaram 69%.

Todas as chacinas cometidas por indivíduos desajustados nos EUA, desde 1950, ocorreram em estados em que existem rígidas leis de controle de armas.

Com uma única exceção, todos os assassinatos em massa ocorridos nos EUA aconteceram em locais onde as pessoas são proibidas de portarem armas. Na Europa, caracterizada pela sua rigorosa política de controle de armas, ocorreram 3 dos 6 piores assassinatos em massa em escolas.

Os EUA são o país número 1 em termos de posse de arma per capita, porém ocupam apenas a 28ª posição mundial em termos de homicídios cometidos por armas de fogo para cada 100 mil habitantes.

A taxa de crimes violentos nos EUA era de 757,7 por 100 mil pessoas em 1992. Já em 2011 ela despencou para 386,3 por 100 mil pessoas. Durante esse mesmo período a taxa de homicídios caiu de 9,3 por 100 mil pessoas, para 4,7 por 100 mil pessoas.

Também nos EUA, a cada ano, aproximadamente 200 mil mulheres utilizam armas de fogo para se protegerem de crimes sexuais.

Em 2011, a cidade de Chicago havia aprovado uma das leis mais rígidas de controle de armas dos EUA. Mas o que houve com a criminalidade lá? A taxa de homicídios cresceu 17% em 2012 se comparada com 2011. E Chicago passou a ser considerada a mais mortífera dentre todas as cidades globais, chegando ao absurdo de em 2012 registrar um número de homicídios aproximadamente igual aos que foram perpetrados por todo o Japão.

Isso fez com Chicago recuasse e no início de 2014, a cidade voltou a permitir que seus cidadãos andassem armados. Como consequências dessa nova política, o número de roubos caiu 20%, o de arrombamentos caiu 20%, o de furtos a veículos caiu 26% e já no primeiro semestre, a taxa de homicídios recuou para o menor número registrado em 56 anos.

Kennesaw, cidade americana que tornou obrigatória
a posse de uma arma por residência
O caso mais interessante e que demonstra um fato irrefutável no tocante ao desarmamento é o da cidade de Kennesaw, no estado americano da Georgia. Depois de ter aprovado uma lei que obrigava cada casa a ter uma arma, a taxa de criminalidade caiu mais de 50% ao logo dos 23 anos seguintes. A taxa de arrombamentos e invasões de domicílios despencou incríveis 89%.

Aposto que muitas pessoas nunca tiveram acesso a essas informações.

Se o apoio ao porte de armas demonstrou ser eficaz no combate à violência, temos um outro espectro dessa problemática: Como as rigorosas leis desarmamentistas contribuíram para o aumento da criminalidade na Europa?

Tomemos por exemplo o Reino Unido, uma das maiores potências europeias.

Apesar de possuir uma rígida lei desarmamentista, no Reino Unido a taxa de crimes violentos é quase quatro vezes maior do que a dos EUA. Em 2009 houve 2034 crimes violentos para cada 100 mil habitantes. Naquele mesmo ano, os EUA registraram apenas 466 para cada 100 mil habitantes.

Além disso, o Reino Unido apresenta aproximadamente 125% mais vítimas de estupro por 100 mil habitantes do que os EUA a cada ano.

Anualmente o Reino Unido tem 133% mais de vítimas de assaltos e outras agressões físicas por 100 mil habitantes do que os EUA.

O Reino Unido apresenta a quarta maior taxa de arrombamentos e invasões de residências de toda a União Europeia e  segunda maior taxa de criminalidade.

As ideias desarmamentistas também vitimaram outros países, fazendo-os sentir os reflexos de sua opção. 

Na Austrália, os homicídios cometidos por armas de fogo aumentaram 19% e os assaltos a mão armada aumentaram 69% após o governo instituir o desarmamento da população civil.

Ditadores esquerdistas desarmaram a população
civil antes de implantarem seus regimes totalitários
Os governos ao redor do mundo chacinaram mais de 170 milhões de pessoas, seus próprios cidadãos. A imensa maioria dessas pessoas foi desarmada por ordem de ditadores esquerdistas/comunistas/socialistas como Stalin, Hitler, Mussolini, Pol Pot, Mao Tsé Tung, antes de ser assassinada.

Mas nada disso chegou até as manchetes dos grandes veículos de comunicação. 
Tudo ficou bem escondidinho porque vivemos em uma ditadura de opinião, onde o politicamente correto perpetua a ideia equivocada de que autodefesa é violência, usar uma arma já transforma qualquer pessoa em um criminoso e a tentativa de defesa é estigmatizada como uma violência maior do que aquela que antes havia sido perpetrada pelo criminoso. A vítima torna-se culpada por ter sido assaltada, por ter reagido e muitas vezes ainda é culpada por ter sido assassinada. O criminoso é sempre retratado como a vítima da sociedade.

Em termos gerais, as armas de fogo são utilizadas com uma frequência 80 vezes maior para evitar crimes do que para tirar vidas.

No Brasil, 14 anos após a aprovação do Estatuto do Desarmamento, uma Lei federal que entrou em vigor em 2003, após sanção do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva(presidente de esquerda/socialista/comunista), considerada uma das normatizações desarmamentistas mais rígidas do mundo, o comércio legal de armas de fogo caiu 90%. Porém, as mortes por armas de fogo aumentaram 346% ao longo dos últimos 30 anos. Com quase 60 mil homicídios por ano, o Brasil já é em númenos absolutos o país onde mais se mata no mundo.

A população assiste a tudo isso de mãos e pés atados, embora o governo brasileiro tenha promovido um referendo popular no ano de 2005 para saber se a população concordaria com o artigo 35 do estatuto, que proíbe a venda de arma de fogo e munição, especialmente à população civil, em todo o território nacional. O artigo foi rejeitado com resultado expressivo:

63,94% dos votos “NÃO” contra apenas 36,06% dos votos “SIM”.

Porém isso não foi o suficiente para que o governo desse ouvidos à maioria da população e concedesse ao povo o direito de se defender, portando legitimamente uma arma de fogo.

Isso é a democracia?

Desde 2016 tramita no Senado, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, uma sugestão legislativa que propõe a revogação do Estatuto do Desarmamento.

Seus apoiadores alegam que devido a não solução da violência e com o aumento significativo da criminalidade, o cidadão deve ter o direito de defender sua casa, família e patrimônio. Um argumento mais do que lógico, inconteste.

Além desse projeto de iniciativa popular, tramitam na Câmara dos Deputados vários projetos de leis que visam acabar com o Estatuto do Desarmamento ou modificá-lo de alguma forma.

Enquanto isso, o povo segue desarmado, desprotegido e sem direito à legítima defesa.

A verdade é que se um governo aprova um estatuto do desarmamento, o que ele realmente está fazendo é diminuindo o medo dos criminosos, aumentando a insegurança da população e cerceando o direito de defesa do bem maior: a própria vida. Impedir a população de se defender só contribui para uma coisa: aumentar a confiança dos vagabundos em saber que suas eventuais vítimas, que são as pessoas que obedecem às leis, estarão desarmadas. 

Enquanto o Brasil for um país que cria mecanismos que beneficiam fundamentalmente aqueles que vivem e agem às margens da lei, nunca controlará a violência. É preciso garantir ao cidadão de bem, o direito à autodefesa como elemento preponderante no desenvolvimento da liberdade como um todo.


Links

Link para artigo sobre a pesquisa de Harvard

http://www.theacru.org/harvard_study_gun_control_is_counterproductive/

Link para artigo sobre violência em Chicago

http://theeconomiccollapseblog.com/archives/large-cities-all-over-america-are-degenerating-into-gang-infested-war-zones

Link para artigo sobre o desarmamento na Austrália

http://www.shtfplan.com/headline-news/cold-hard-facts-on-gun-bans-the-cost-of-liberty-can-be-measured-in-the-loss-of-life_08032012

Link para artigo sobre estatísticas de assaltos, estupros, roubos e outros crimes no mundo (2002)

http://www.nationmaster.com/country-info/stats/Crime/Assault-victims

Link para artigo sobre assassinatos em massa

https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=272929

Link para o Estatuto do Desarmamento

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.826.htm

Link para Sugestão Legislativa em tramitação no Senado sobre revogação do Estatuto do Desarmamento

http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/128456

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Amar se aprende namorando

"Mas se tu me cativas,
minha vida será como
que cheia de sol”
 
(Saint Exupery)

Fazemos muitas escolhas em nossa vida: escola, amigos, profissão... nosso companheiro! Essa última é, talvez a mais importante escolha que fazemos.
Escolher com quem compartilharemos nossa vida não é tarefa simples. 
E como garantir que seremos bem sucedidos em tão importante tarefa?
NAMORANDO!
Namorar é o melhor caminho para descobrir o amor. Namorar é uma espécie de ensaio, um pré-treinamento para um vida a dois.
Somos todos diferentes, uns dos outros, portanto, somos existencialmente únicos, pois não haverá ninguém no mundo que pense exatamente como nós, que tenha espelhados em si nossos mesmos gostos e que tenha tido a mesma experiência de vida do que nós. 
O casal ganha força não nos aspectos onde os dois são parecidos, e sim nas possibilidades de serem diferentes. O que quero dizer é que, na vida a dois, podemos nos dar muito bem quando trata-se de assunto em que o casal concorda, mas que o complicado é justamente quando há um assunto para o qual não há consenso entre os dois. 
É a capacidade de compreender o modo de pensar do outro e aprender a lidar com isso que faz a diferença entre um casal feliz e um infeliz.
Surge então a velha questão: Os opostos se atraem?
As resposta podem variar.
De fato, é difícil ficar com alguém que tem crenças e objetivos de vida opostos aos nossos ou simplesmente que apontem para um estilo de vida no qual não nos vemos. Por outro lado, isto pode nos trazer ideias novas, maneiras diferentes de ver o mundo que podem abrir nossos horizontes e serem muito úteis em nosso desenvolvimento pessoal.
Ao mesmo tempo, ficar com alguém parecido conosco pode nos deixar em uma zona de conforto, que apesar de não nos abrir para novas ideias, facilita algumas buscas e decisões a serem tomadas em direção ao futuro. Pessoas muito parecidas conosco também podem assustar por potencializar nosso próprio modo de ser ou refletir nossos defeitos, espelhando para nós mesmos os modos de agir que não necessariamente conseguimos ou gostamos de aceitar.
E é justamente esta diferença de modos de ser ou esta denúncia que vemos escancarada no outro, o lugar mais propício para as brigas e desentendimentos. Isto porque, em grande parte, as brigas internas de um casal estão ligadas a manutenção do poder interno. Ninguém gosta de ceder ou de se retirar de uma discussão de forma geral. Isto é visto em nossa cultura como ato de fraqueza, de submissão, de falta de amor próprio, etc. Quando se trata de um casal, isto é ainda mais intenso. Há muitas vezes a crença de que aceitar uma posição do outro que é diferente da nossa, é parecer fraco, e que ao aceitar tal posição se abrirá as portas para que o outro faça o que quiser, desconsiderando os sentimentos do casal.
O que vai reger a relação, o que dirá se é uma relação boa ou ruim para ambos os envolvidos não está ligado ao formato que o casal dá para o namoro, mas ao que ambos têm a oferecer um ao outro.
Assim, não importa se moram juntos ou namoram virtualmente, se são muito parecidos ou totalmente diferentes. O casal deve estar sempre em sintonia, cada um com si mesmo e os dois com esta unidade que formam. O casal deve entender o que rege seus sentimentos e comportamentos, entender as brigas, entender os planos, entender o sentido que rege o “estar junto”.
Depois, é só curtir o dia dos namorados.
Afinal, Amar se aprende namorando.
Feliz Dia dos Namorados!

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