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Sinal verde para Zoofilia: Sinal amarelo para Pedofilia

A Suprema Corte do Canadá decidiu que praticar atos sexuais com um animal de estimação é legal, desde que não envolva penetração e que o bicho não sofra nenhum tipo de lesão. 

Isso mesmo, não é piada.

O caso envolveu um homem, identificado apenas como DLW, que havia sido condenado por abusar sexualmente de duas de suas enteadas. Não satisfeito em ser condenado como pedófilo, ele tentou fazer o cão se envolver em atividades sexuais com uma outra menor.

Em uma surpreendente reviravolta, o criminoso sexual foi absolvido pela Suprema Corte Canadense, da condenação por abuso sexual de animais, depois de ter sido considerado culpado por Tribunais de Primeira Instância.

Mas o que levou a Suprema Corte a ir de encontro à decisão dos tribunais de primeira instância?

A resposta é simples: a interpretação estrita de uma lei, que data de 1861! De acordo com esta regulamentação, delitos dessa natureza só podem ser levados ao tribunal e se tornarem passíveis de condenação, quando houver a penetração para comprovação de bestialidade.

Entidades de defesa de direitos dos animais já articulam ações para obrigar o parlamento a rever as leis antiguadas e retrogradas.
Aqui no Brasil, a lei 9605 de Crimes Ambientais, não tipifica especificamente a zoofilia como crime. Mas no artigo 32 pode-se subentender isso: 

Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. 
Os verbos abusar, maltratar e ferir definem bem a zoofilia, porém, como tudo em nossa legislação pífia, é passível de interpretação, livrando assim a cara dos criminosos praticantes dessa barbárie. 

Alguns estudos comprovam que criminosos sexuais que abusam de animais, frequentemente também abusam de crianças, exatamente como aconteceu neste caso no Canadá.
Em 1983, por exemplo, os pesquisadores DeViney, Dickert & Lockwood detectaram abusos contra animais em 88% das famílias nas quais ocorreram casos de abusos físicos contra crianças.

A HSUS (Sociedade Humanitária dos Estados Unidos) desenvolveu há oito anos um estudo constatando o número extremamente alto de casos de crueldade intencional contra animais envolvendo algum tipo de violência familiar, que vão de chantagem emocional a abuso sexual, passando por espancamento de mulheres. Com isso, cinco estados - Flórida, Virgínia, Arizona, Carolina do Sul e Massachusetts - introduziram leis que tornaram obrigatório o estudo em conjunto das denúncias de crueldade contra animais com as denúncias envolvendo crianças atendidas pelos serviços especializados de proteção.

Por tudo isso, outras entidades internacionais preocupam-se com os precedentes que podem ser abertos a partir da decisão da Suprema Corte Canadense, principalmente ao que diz respeito a legalização da pedofilia (prática de ato sexual com crianças), um movimento que nos últimos anos vem tomando força em vários países do mundo. 



Em 1993, após várias denúncias envolvendo ligações com grupos que promovem a pedofilia, a IGLA, uma organização não-governamental que luta por direitos de homossexuais, perdeu seu credenciamento na ONU, mas o recuperou quando se dissociou da NAMBLA, entidade internacional que luta pelos direitos dos pedófilos*. O assunto permaneceu pouco tempo nas manchetes. Mas em 2014, a discussão voltou à tona quando a ONU credenciou o Instituto Kinsey, uma organização que responde a sérias acusações envolvendo pesquisas sexuais que utilizaram o estupro de crianças entre 5 meses e 14 anos, buscando estudar o orgasmo infantil. O infame Relatório Kinsey foi a base para afrouxar atitudes e penas para crimes sexuais contra mulheres e crianças, e para promoção abrangente da educação sexual infantil.
Precisamos esclarecer a população sobre as barbaridades que caminham para a normalidade.
A cada dia somos mais expostos a situações atrozes que são frequentemente maquiadas como luta por direitos ou evoluções sociais.
Não podemos permanecer calados, aceitando tudo que nos é imposto como pseudo politicamente correto, por medo de sermos considerados conversadores, retrógrados ou ultrapassados. Pois é justamente a derrocada dos valores sociais, morais e familiares que tornará possível a aceitação de aberrações como a pedofilia e a zoofilia como coisas cotidianas e corriqueiras.





* Entenda melhor a história do caso envolvendo a IGLA, a ONU e a NAMBLA



Nos EUA, em 1978, foi criada a NAMBLA (Associação Norte-Americana do Amor entre Homens e Garotos), considerada a organização mais importante do ativismo pedófilo da atualidade.

Entre 1984 e 1994, a NAMBLA era associada à ILGA (Associação Internacional de Gays e Lésbicas), mas foi expulsa. O movimento pedófilo alega que a expulsão da ILGA foi devido ao objetivo do movimento internacional de conseguir um status consultivo como ONG nas Organização das Nações Unidas, mas especificativamente na UNESCO.
A ONU chegou a dar esse status à ILGA em 1993, apesar de sua associação com a NAMBLA. Mas com a ameaça do governo dos EUA de cortar financiamento às Nações Unidas enquanto abrigasse movimentos pedófilos, a ILGA decidiu pela dissociação da NAMBLA, sendo então admitida pela ONU no ano seguinte.


Link para matéria sobre legalização da zoofilia no Canadá
http://www.dailymail.co.uk/news/article-3634998/Sex-acts-pets-OK-Canadian-Supreme-Court-long-doesn-t-involve-penetration.html

Link para artigo sobre a pesquisa do Instituto Kinsey
http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/estados-unidos/11573-o-monstro-conhecido-como-kinsey.html

Link para artigo sobre credenciamento do Instituto Kinsey

http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/14883-pedofilia-onu-concede-credencial-ao-instituto-kinsey.html


Link para artigo sobre História do Ativismo Pedófilo
http://ideiasdebarbara.blogspot.com.br/2016/09/ativismo-pedofilo-uma-praga-que-precisa.html


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©2007 '' Por Elke di Barros