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Sobre ocupações e responsabilidades

Na madrugada deste domingo (27 de novembro), a Polícia Militar de Ilhéus (BA) foi acionada por seguranças da Universidade Estadual de Santa Cruz(UESC), que detiveram um integrante do movimento “OCUPA UESC”. O rapaz, que identificaremos aqui pelas iniciais V.S.D, de 19 anos, foi preso por ter arrombado a sala dos professores do curso de enfermagem do pavilhão Jorge Amado e furtado um notebook, uma garrafa térmica, uma caixa de lápis e duas bolsas. O homem foi conduzido a DP sob resistência de alguns integrantes do movimento, que de acordo com a polícia, aparentavam estar sob efeito de entorpecentes. As informações são do site Vermelhinho da Bahia




Em vários comentários, alguns integrantes do movimento de ocupação da UESC declaram que o suspeito não é estudante daquela instituição. Porém, elucidar o que ocorreu fazendo uso dessa singela explicação, não é suficiente para eximir ninguém da responsabilidade pelo ocorrido. Esse episódio serve para levantarmos uma questão realmente relevante sobre tais ocupações: Como podem garantir a integridade física dos membros do movimento se nem ao menos aparentam ter controle sobre a origem dos indivíduos que lá estão?
A pouco mais de um mês, a morte de um aluno secundarista, assassinado por um colega, dentro de uma escola no Paraná, chocou o país. Esse fato por si só já seria o suficiente para colocar em xeque toda a estruturação do movimento.
Mas não foi. O episódio foi tratado como um mero acerto de contas entre dois adolescentes que se desentenderam após consumirem entorpecentes. Simples assim. Afinal, a sujeita tem que ser varrida para baixo do tapete. Justiça para a família do falecido? Para os pais que perderam seu filho? Utopia. Afinal, ele era apenas mais um jovem manipulado por um movimento esquerdista, um pião em um gigante tabuleiro de xadrez.
E o jogo continuou...
Já faz meses que o Brasil se depara com as ocupações em escolas e universidades públicas país a fora. Defendendo posições contrárias à PEC 55, ao projeto de reforma do ensino médio e à escola sem partido, estudantes continuam amotinados em unidades educacionais por todo território nacional.
Os jovens correspondem hoje a 1/4 da população do país. 
Isso significa 51,3 milhões de jovens, entre 15 a 29 anos vivendo, atualmente, em território brasileiro, distribuídos da seguinte forma: 
  • 84,8 % nas cidades
  • 15,2 % no campo. 
No Censo 2010 (último censo demográfico realizado no país), que teve os dados divulgados em abril de 2014, descobriu-se que:
  • 53,5% dos jovens de 15 a 29 anos trabalham 
  • 36% estudam
  • 22, 8% trabalham e estudam simultaneamente
De acordo com dados do Censo da Educação Superior 2013, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 2014, o Brasil registrou 7.305.977 milhões de estudantes matriculados em instituições de ensino superior - IES. Fazendo um simples cálculo, somando a proporção de jovens que estudam (36%) com aqueles que estudam e trabalham (22,8), chegamos a um total de 58,8% de jovens que apenas estudam ou estudam e trabalham. Fazendo um rápido arredondamento, poderíamos dizer que aproximadamente 60% dos 52 milhões de jovens brasileiros encontram-se em fase de formação intelectual. Isso corresponderia a 31,2 milhões de pessoas.
Dessa fatia, aproximadamente 7 milhões estão matriculados em IES. 
Veja bem, 7 milhões dos 32 milhões que estudam ou estudam e trabalham! 
Isso significa que 21% estão em IES. 
Os outros encontram-se em outros tipos de instituições, como cursos técnicos.
Aprofundando um pouquinho mais, devemos levar em consideração que as Instituições de Ensino Superior podem ser públicas ou privadas.
Em 2013 havia cerca de 1,8 milhão de alunos matriculados nas IES da rede pública (28,8%) e 4,4 milhões de alunos em instituições privadas (71,2%), totalizando 6,1 milhões de matrículas.
Caso mantivéssemos essa mesma proporção, aplicando-a aos dados registrados em 2014, (30:70), chegaríamos à conclusão que somente 1/3 dos jovens que estuda e/ou estuda e trabalha estão matriculados em rede pública. Isso implica dizer que dos 7 milhões de jovens, somente 2,3 milhões estão em Instituições de Ensino Superior da rede pública.
Voltando aos primeiros dados sobre os quais falei, e ainda seguindo o mesmo raciocínio, chegamos à conclusão de que dos 52 milhões de jovens atuais, apenas 4,4% deles estão, possivelmente, estudando em alguma Instituição de Ensino Superior que foi ou encontra-se OCUPADA. Levando-se em conta que as ocupações não tem o apoio da totalidade dos estudantes, podemos dizer que uma minoria encontra-se ditando o destino de todos.
Voltando à notícia divulgada o inicio deste texto. 

Dizer que ninguém tem culpa pelo ocorrido me lembra as regras da Oração sem sujeito, aquele tipo de classificação sintática, onde a ação descrita na oração não pode ser atribuída a nenhum ente, agente ou sujeito. Ora, se vale para a chuva, por que não poderia servir como uma “explicação” para os casos ocorridos nas ocupações? Seriam eles meros acidentes de percurso? Falhas da sociedade? Algo como alguém que escorrega na rua e morre?
O que vemos hoje são jovens que se consideram mais “críticos” por obedecerem a um comando central, seguindo a cartilha repleta de slogans repetidos roboticamente. Apesar disso, não podemos deixar passar batido o fato de que as invasões foram contra a PEC 55 (ex-241), que limita os gastos públicos, e contra as próprias reformas educacionais que estes mesmos movimentos estudantis apoiavam quando Dilma Rousseff era presidente, incluindo a MP 746, que institui o ensino integral nas escolas.

Curiosamente, os jovens que queriam implantar o ensino integral para melhorar nossa péssima educação, hoje o repudiam por tomar-lhes muito tempo. Parece que, ao terem em vista a concretização da reforma, a proposta pareça-lhes menos interessante. Ainda mais curiosamente, ocupam escolas em tempo integral, pelo direito de terem mais dinheiro público “investido” sem precisarem estar na escola em tempo integral. Um dualismo estranho e desconexo. Uma cegueira sem precedentes.
Esta é apenas uma das infinitas contradições desses jovens. Uma pergunta que todos deveriam fazer, por exemplo, é: Por que todo esse antagonismo contra propostas antes exigidas por eles próprios, vem atrelado a outras exigências bem pouco familiares às causas educacionais, como por exemplo a desmilitarização da polícia, a legalização do aborto ou a descriminalização das drogas?
Mas viva a liberdade! 
Abaixo o fascismo! 
Racista!
Homofóbico!
Xenofóbico!
Fora Temer!
Para os ocupantes isso já é o suficiente para justificar tudo.
Ninguém é responsável por nada, sejam estudantes, professores, líderes estudantis, sindicalistas...
Muito menos exigirão responsabilidade dos partidos políticos, sabidamente envolvidos em “ocupações”. Como se a tomada de um espaço público, novamente atentando-se para a linguagem, fosse o mesmo que a “ocupação” de uma carteira escolar. Trata-se de uma invasão, um crime em si, que nunca é tratado como tal, nem mesmo juridicamente.
Sem saber o que estão fazendo, e atraídos por um discurso goebbelsianamente repetido, prometendo um atalho hedonista, recheado de eterno prazer, satisfação de desejos pueris em loop infinito, acreditando posicionarem-se contra a autoridade quando enaltassem uma autoridade suprema, para supostamente destruir a tirania anterior, esses jovens invasores não conseguem explicar em números, dados e fatos, o que estão fazendo, a mando de quem e porque, convertendo-se em meras peças de um imenso culto à irracionalidade absoluta.
Infelizmente, para a mentalidade esquerdista dominante sobretudo no jornalismo, no meio acadêmico, na classe artística e entre os jovens partidários das ocupações, o dinheiro para educação, a dilapidação e destruição do patrimônio público ou uma facada parecem surgir do nada, como um passe de mágica, sem ter alguém que tenha criado as condições ou a ação que deixará vultuosos danos financeiros aos cores públicos ou um lugar vazio na mesa de uma família para sempre.


Links

Link para notícia sobre dados da Juventude no Brasil - Censo 2010

Link sobre estatísticas do ensino superior no Brasil
http://www.brasil.gov.br/educacao/2014/09/ensino-superior-registra-mais-de-7-3-milhoes-de-estudantes

Link para pesquisa sobre distribuição do ensino superior no Brasil, em rede pública e privada

Link para notícia sobre furto na UESC
http://vermelhinhoba.com.br/2016/11/27/integrante-do-movimento-ocupa-uesc-e-preso-apos-arrombar-sala-e-furtar-objetos-na-universidade/

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Comunicado Oficial do Juiz Sérgio Moro

Recebemos, via mensagem instantânea, este comunicado de autoria do Juiz Sérgio Moro.
Reproduzimos cópia integral do mesmo pois, trata-se assunto de suma relevância para o destino da nossa nação. Mais uma vez, os políticos brasileiros se articulam para, na calada da noite, atacar violentamente as bases da nossa democracia, fazendo das leis e do povo nada mais do que chacota.
Não podemos compactuar com isso!
Compartilhe esse informação, repassem!
A informação é uma grande arma!

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Folha de São Paulo abre inscrição para curso de jornalismo patrocinado pela Odebrecht e Friboi



Não, isso não é uma piada.

Não é uma pegadinha.
É mais um retrato do nosso país.
Não dá para decidir o que é mais vergonhoso: a Folha de São Paulo passando a perna em toda a categoria de profissionais do jornalismo ou fazendo um curso de formação de jornalista patrocinado pela ODEBRETCH e FRIBOI!
Realmente chocante, ainda mais vindo de um veículo de comunicação que se auto proclama(na própria propaganda acima) o maior jornal do país.
Não bastasse o crime cometido contra toda uma categoria, quando uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em 2009, revogou a exigência do diploma de jornalismo como requisito para o exercício da profissão, A FOLHA DE SÃO PAULO se dispõe a formar e contratar jornalistas sem diploma, com base num cursinho organizado por ela mesma.
Quando o STF considerou inconstitucional o Decreto-Lei 972/69, que exigia a formação de nível superior específica para a prática do jornalismo, os juízes argumentaram que a exigência do diploma ia de encontro à liberdade de expressão prevista na Constituição.
Sete anos após o julgamento do Supremo, já é possível avaliar as consequências negativas dessa decisão para a sociedade: A imprensa não reduziu seu monopólio, novos protagonistas não tiveram a oportunidade de ter mais espaço. O que aconteceu foi a precarização da formação dos profissionais e das relações de trabalho, muitas vezes com efeitos práticos na questão salarial. Por todo o Brasil, faculdades de jornalismo foram fechadas e as pesquisas e cursos de pós-graduação e especialização na área foram reduzidos. Os únicos beneficiados acabaram sendo os donos de empresas jornalísticas que ganharam muito com o fim do diploma.
A iniciativa da Folha comprova isso.

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Um milhão de desempregados na Bahia

A Bahia amarga a maior taxa de
desempregados da sua história

1 milhão de desempregados na Bahia! 
Recorde histórico nacional!
Depois de 2 mandatos consecutivos do PT com Jaques Wagner e mais meio mandato de Rui Costa (PT), olha a que ponto se chegou:
1 milhão de desempregados na Bahia! 
Nunca na história, a Bahia foi testemunha de tamanha inoperância e inércia de um governo de Estado. Neste terceiro trimestre do ano o número de desempregados alcança 15,9% do total, a taxa mais alta em todo o país. O percentual é inédito na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), metodologia iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O PT destruiu a Bahia. Isso é inegável, agora mais do que nunca fica provado. Um único estado do país concentra 10% dos desempregados da nação! Fora PT!


Link para pesquisa PNAD
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pnad_continua/default.shtm

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Adeus heróis de farda!



Expressamos aqui nossos mais profundos sentimentos às esposas, filhos, pais, irmãos, familiares e amigos desses heróis de farda, abatidos em cumprimento de seu serviço, durante ação policial hoje no Rio de Janeiro. Este ato criminoso, perpetrado contra eles, não pode ficar impune. A sociedade tem que deixar de ser omissa, hipócrita e ingrata. Chega dessa imbecilidade de direitos humanos para marginais. Quem tem direito a direitos deve ser apenas o cidadão de bem, que respeita a lei e cumpre seus deveres. Esperamos que a mídia também passe a se posicionar melhor, deixando de ficar em cima do muro e colocando os devidos pingos nos "is". Dizer que o helicóptero onde estavam os policiais sofreu uma pane, enquanto cinegrafistas amadores filmavam e narravam como o veículo havia sido atingido por rajadas de balas, é no mínimo conivência com a marginalidade. Isso para não dizer outra coisa. É fácil falar que a polícia não presta mas quero ver esses mesmos boçais irem para a rua sem ao menos receberem em dia seus salários e arriscarem a vida por gente que sequer conhecem.

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Rui Costa concede foro privilegiado a Jaques Wagner

Jaques Wagner e Rui Costa: união para barrar
possível prisão pela Lava Jato

Essa semana assistimos às prisões de "ilustres" políticos: Anthony Garotinho, Sérgio Cabral...
Adotando uma estratégia de redução de danos, o PT tenta desesperadamente, estancar a sangria criada pelas investigações de corrupção e outros crimes conduzidas pela Operação Lava Jato, concedendo foro privilegiado aos que podem ser presos a qualquer momento.
E foi assim que o ex-ministro e ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), foi nomeado pelo atual governador do estado, Rui Costa (PT), como coordenador executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Bahia (Codes), estrutura vinculada à Secretaria de Relações Institucionais (Serin). A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado na edição desse sábado (19).

Uma manobra que claramente visa barrar ações da Lava Jato. O argumento para a nomeação de Wagner no “Conselhão”, e não em uma secretaria específica, seria destruir o conceito de que o ex-ministro estaria “fugindo de Sério Moro e da República de Curitiba”. Mas é fato, público e notório, que Wagner é um petista de fundamental importância para o Partido dos Trabalhadores. O político não assumia cargos de governo desde maio deste ano, quando a então presidente Dilma Rousseff foi afastada interinamente da Presidência após a abertura de processo de impeachment. Na época, Jaques Wagner era chefe de gabinete da presidente e tinha status de ministro.
No governo Dilma Rousseff, Jaques Wagner foi ministro da Defesa (2014) e da Casa Civil (2015), como também chefe de gabinete da presidente (2016). No governo Lula, foi ministro do Trabalho (2003) e de Relações Institucionais (2005/6), além de ter chefiado o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (2004). Além disso, foi governador da Bahia por dois mandatos consecutivos (2007-2014) e deputado federal por três mandatos.
A nomeação, que indiscutivelmente tem uma pegada estilo Conseglier*, divide a opinião de petistas. Alguns acreditam ser uma manobra inteligente de Rui, se antecipando, com inteligência e rapidez, a possíveis interferências da República de Curitiba. Porém, existe um grupo que acredita que esta nomeação é equivocada e seria uma forma de confrontar e estimular uma resposta dos coordenadores da Lava Jato em investigar ainda mais o governo Rui Costa.
O fato concreto é que mais uma vez o povo brasileiro está sendo feito de palhaço, assistindo de camarote políticos e partidos acusados de corrupção implementarem estratégias macabras e duvidosas para protegerem e resguardarem seus crimes e segredos mais escusos. 



Conseglier* - Palavra popularizada pelo romance The Godfather (1969), e sua adaptação para o cinema. No romance, um consigliere é um consultor ou conselheiro para o chefe, com a responsabilidade adicional de representar o chefe em reuniões importantes, tanto no âmbito criminal familiar do chefe e com outras famílias do crime.

Print da página do Diário Oficial da Bahia
com a nomeação de Jaques Wagner



Link

Link para página do Diário Oficial da Bahia com Nomeação de Jaques Wagner
http://diarios.egba.ba.gov.br/html/_DODia/DO_frm0.html

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JORNALISTA CACO BARCELLOS É SALVO PELA POLÍCIA

Diz a sabedoria popular: A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
Esta frase encaixa perfeitamente na situação ocorrida ontem com o jornalista Caco Barcellos, atualmente à frente do programa PROFISSÃO REPÓRTER, da Rede Globo.
O jornalista cobria uma manifestação contra o pacote de austeridade fiscal no Estado do Rio, que está sendo discutido pelos deputados estaduais na Alerj (Assembléia Legislativa do estado do Rio de Janeiro), quando foi reconhecido por manifestantes, agredido e expulso do ato.
Lastimável que um profissional da imprensa passe por uma situação como essa. 
Repudiamos qualquer tipo de violência desnecessária.

Jornalista Caco Barcellos é salvo por policiais
durante manifestação no Rio de Janeiro
Porém não é possível assistirmos a um fato como esse sem mencionarmos algo de extrema relevância.
Nos anos 1990, Caco Barcelos escreveu e publicou um livro intitulado “ROTA 66 – A HISTÓRIA DA POLÍCIA QUE MATA”. Só pelo nome, já se tem noção da linha narrativa da obra em questão. Mais uma publicação onde os policiais são os vilões, retratados como pessoas cruéis, sem escrúpulos e indignos de confiança. Segundo o portal Abordagem Policial, em sua obra literária, o jornalista Caco Barcelos: “caricaturou policiais como feras raivosas ávidas por sangue inocente, e bandidos foram idolatrados como vítimas inocentes, incapazes de cometer mal algum, em uma evidente inversão de valores que mostra os referenciais pouco nobres em que o autor se baseia para tecer suas considerações. Caco Barcellos se mostrou carregado de um sentimento vingativo revanchista, buscando a qualquer custo desprestigiar uma instituição (...)"
Dito isso, torna-se interessante vermos que os mesmos policiais "raivosos", "capazes de consumir pessoas inocentes para saciar seu desejo de sangue”, foram os responsáveis por proteger, salvar e conduzir em segurança o jornalista que tanto os criticou, difamou e humilhou.
Isso vale uma reflexão.
Parabéns aos policiais, agentes cumpridores de seu dever acima de qualquer coisa. Vocês mostraram como a polícia defende a sociedade, ainda que isso fira sua própria carne.

Links

Link para resenha do site Abordagem Policial sobre o livro Rota 66 - A história da Polícia que Mata
http://abordagempolicial.com/2012/12/dissecando-rota-66/

Link para notícia sobre agressão a Caco Barcellos
http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/jornalista-caco-barcellos-agredido-durante-manifestacao-de-servidores-na-alerj-20476263.html

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Cidadãos brasileiros ocupam congresso em protesto contra a corrupção

Parabéns pela atitude!
O povo não pode ficar acovardado!
Fora corruptos!
O Brasil é nosso!


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Yuri Bezmenov, ex-agente soviético: Quem são os idiotas úteis

Yuri Alexandrovich Bezmenov (ru. Юрий Безменов) ou Tomas David Schuman, (Mitischi, União Soviética, 1939 - Windsor, Canadá, 1993) foi um jornalista da RIA Novosti e ex-informante da PGU KGB, que desertou em 1970.
Após assumir funções na Índia, Bezmenov passou a admirar o povo indiano e sua cultura. Ao mesmo tempo, começou a ressentir-se com a opressão da KGB contra intelectuais que discordavam das políticas de Moscou, decidindo desertar para o Ocidente. É lembrado por suas palestras e livros anticomunistas e pró EUA da década de 1980.
No vídeo abaixo, em uma entrevistada dada a uma rede de TV americana em 1983, Yuri fala sobre os idiotas úteis e como seu papel é importante na destruição da sociedade ocidental.


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Politicamente correto, será?


Muito provavelmente, a maioria de nós já foi enganada pelo politicamente correto. O termo é bonito, soa bem, parece polido, cheio de virtude, digno de ser aprendido e posto em prática.

Com o tempo, no entanto, aprendemos que se trata de um embuste, mais uma daquelas novas expressões incluídas em nosso vocabulário para confundir e dar aparência de virtuoso àquilo que é vil, frívolo e indecoroso; roupagem fina para grosseria, ou um lobo em pele de cordeiro.
Mao Tsé-Tung
Trata-se, na verdade, da pior ditadura que pode vir a existir: aquela em que os súditos se encarregam de subverter e subjugar seus iguais ao domínio de um poder tirano.
Falando em tirano, aproveitamos para esclarecer um fato de suma relevância no que diz respeito à origem do termo “politicamente correto”. Na China dos anos 30, aqueles que denotavam estrita conformidade com a linha ortodoxa do Partido Comunista, eram chamados de politicamente corretos. O termo foi cunhado por nada mais nada menos do que o próprio Mao Tsé-Tung. 
Em 1967 o livro de Mao - oficialmente intitulado "Mao Zedong na Guerra do Povo" (embora mais conhecido como “O livro Vermelho") - tornou-se a palavra final para correção política durante os anos 1960.Transportado por milhões de chineses durante a "Grande Revolução Cultural Proletária" de 1968, o pequeno livro vermelho consistiu de citações de vários escritos de Mao, incluindo clássicos como "Significado de Reformas Agrárias na China", "problemas estratégicos da guerra revolucionária da China "," "sobre a retificação de ideias incorretas no Partido" e "sobre o manuseamento correto de contradições entre as pessoas”. A distribuição subsidiada, pelo governo comunista chinês, deste livro fez com que O Livro Vermelho se tornasse o segundo livro mais vendido na história, atrás apenas da Bíblia, tendo aproximadamente 900 milhões de cópias impressas. 
Propaganda Chinesa incentivando
a leitura do livro vermelho
Assim, enquanto ele estava ocupado em transformar a China através de maciça "redistribuição da riqueza" (usando a violência e o terror para apropriar-se de grandes propriedades dos proprietários feudais e criar "comunas populares" em seu lugar), conduzindo guerras de guerrilha, promovendo "autossuficiência" da China, escrevendo poesia e filosofia, impondo políticas insanas que levaram a níveis sem precedentes de morte, fome e suicídios, mesmo em massa - para não mencionar terrivelmente torturar até a morte milhares de opositores e críticos - o ainda reverenciado Mao Tsé-Tung estava obcecado com a certeza de que todos abraçavam os pontos de vista políticos "corretos", criando e fomentando o que se intitulou POLITICAMENTE CORRETO.

" De onde é que vêm as ideias corretas? Será que elas caem do céu? Não. Elas são inatas na mente? Não. Elas vêm de prática social e dela sozinho. Elas vêm de três tipos de prática social: A luta pela produção, a luta de classes e experiência científica "

"A fim de garantir que o nosso Partido e o nosso país não mudarão sua cor, é preciso não só ter uma linha correta e políticas corretas, mas deve-se treinar e trazer milhões de sucessores que levarão adiante a causa da revolução proletária”.

“O Partido Comunista sempre defendeu uma empresa e orientação política correta.... Esta orientação é inseparável de um estilo de luta dura. Sem uma orientação política firme e correta, é impossível promover um estilo de luta dura. Sem o estilo de luta dura é impossível manter uma firme orientação política correta".

Mao Tsé-Tung

Como todos os tiranos sociopatas, Mao teve uma grande tarefa diante dele: suprimir (se não extinguir) a consciência de centenas de milhões de pessoas através da manipulação, condicionando-as a pensar da mesma maneira - o que ele considerou a maneira "correta". Seu "Livro Vermelho", foi o manual de instruções ao qual os chineses oprimidos e amedrontados eram obrigados a seguir.
Interessante.
 Livro Vermelho
Mas o seu significado chegou até nós, disfarçado, oculto, embrulhado no “reluzente papel dourado" da transformação social. Um engodo que tomou forma nos anos 60, precisamente nos Estados Unidos, fruto do trabalho árduo dos membros da Escola de Frankfurt, radicados nos EUA, especialmente de Herbert Marcuse, o grande esquerdista responsável por promover as ideias que levaram os americanos a deflagrar, entre outras coisas, a revolução sexual.
Na época, universitários americanos abraçaram a defesa dos direitos civis, das mulheres, dos negros. Era uma época de inquietantes transformações na sociedade e sob a égide de que era preciso ensinar as pessoas a conviver com a diferença, estabeleceram-se as raízes do politicamente correto no ocidente.
Assim, negro virou afro-descendente, ativistas pró-aborto tornaram-se pró-escolha, pedófilos viraram praticantes de sexo intergeracional, estrangeiros ilegais tornaram-se imigrantes ilegais. O paradoxal aí é que, pela primeira vez na história americana, quem buscava estender os direitos civis também advogava por uma limitação na liberdade de expressão. Mas isso não foi à toa. Havia um objetivo muito preciso, muito pragmático. 
Alguns intelectuais e escritores mais atentos já haviam intuído e profetizado o emprego do politicamente correto como forma de controle social. O mais destacado dentre eles foi o escritor George Orwell
Em seu livro 1984, publicado em 1949, ele retrata o cotidiano de um regime político totalitário de modelo comunista. Orwell mostra como uma sociedade oligárquica é capaz de reprimir qualquer um que se opuser a ela. Um retrato da difusa fiscalização e controle de um regime coletivista-socialista na vida dos cidadãos, além da crescente invasão sobre os direitos do indivíduo. Desde sua publicação, muitos de seus termos e conceitos, como "Big Brother", "duplipensar" e "Novilíngua" entraram no vernáculo popular. 1984 é uma metáfora sobre o poder e atuação dos regimes comunistas. Orwell o escreveu imbuído de um sentido de urgência, para avisar os seus contemporâneos e às gerações futuras do perigo que corriam, e lutou desesperadamente contra a morte - sofria de tuberculose - para poder acabá-lo. Ele foi um dos primeiros simpatizantes ocidentais da esquerda que percebeu para onde o estalinismo caminhava e o enorme risco que a sociedade ocidental corria. Seu objetivo básico com a obra era imaginar as consequências de um governo stalinista dominante na sociedade britânica. Nas palavras do próprio Orwell:

George Orwell
"1984 foi baseado principalmente no comunismo, porque essa é a forma dominante de totalitarismo. Eu tentei principalmente imaginar o que o comunismo seria se estivesse firmemente enraizado nos países que falam Inglês, como seria se ele não fosse uma mera extensão do Ministério das Relações Exteriores da Rússia." 

Ah, mas como George Orwell previu o surgimento do politicamente correto?
O politicamente correto é a versão real da novilíngua, idealizada pelo governo autoritário do livro de 1984. A novilíngua não nascia naturalmente como expressão da cultura e acúmulo de conhecimento do povo, mas pela condensação e remoção dos vocábulos e de seus significados, a fim de limitar o pensamento. 
Simplesmente não pode estar no universo das pessoas algo que elas não têm palavras para dar sentido pleno. em outra palavras, se eu não posso nomenclaturar, não posso dar sentido. Controlando, portanto, a linguagem, os governantes controlavam os pensamentos e qualquer oposição que pudesse surgir de novas ideias. Logo, não era preciso se preocupar em proibir a menção de coisas, pessoas, ou situações. Bastava diminuir o alcance de construção racional sobre elas.
Da mesma maneira, o politicamente correto quer sugerir verbetes que nos imponham um pedido de autorização para falar sobre determinados assuntos, tornando imoral o uso de sinônimos diversos.
Começa-se com coisas simples, aparentemente sem consequências importantes: o aleijado é deficiente físico; o cego é deficiente visual; o surdo é deficiente auditivo e assim por diante. Construções que aparentam apenas carregar em si um Q de eufemismo, de suavidade. Porém, o mesmo artificio é empregado para mudar totalmente parâmetros, como, por exemplo, nos casos de nomenclaturar viciados em drogas como dependentes químicos defensores do aborto como ativistas pró-escolha ou os adeptos da pedofilia como praticantes de sexo intergeracional.
Por mais que saibamos que existem maneiras discretas de se referir a determinadas situações, tornamo-nos mal educados e incorretos pelo simples fato de usar algumas palavras, que em si nada têm de ofensivas, são apenas descritivas, mas que na cartilha politicamente correta, adquiriram uma conotação inadequada, insensível e grotesca.
No entanto, o mais grave ocorre quando da emissão de opiniões, de ideias ou da consciência. Expressar desacordo tornou-se discurso de ódio, e qualquer parecer contrário aos interesses de um determinado grupo vira “fobia”.
Ou seja, opinião é criminalizada sem a necessidade de lei.
Essa é a realidade da sociedade contemporânea. Quando conversamos, dialogamos ou expressamos nossas ideias, fazemos o tempo todo como que pisando em ovos.
As pessoas tornaram-se extremamente sensíveis a qualquer objeção ou ideia que venham a lhes desagradar. As palavras devem ser cuidadosamente escolhidas, e é preciso ter certeza que ninguém se sentirá ofendido com o que será dito.


O uso constante do sufixo “fobia” é uma clara imposição da novílingua, a aceitação forçada do discurso oficial, bem como o de rotular oposição como discurso de ódio. Na era do politicamente correto, todos nos tornamos, de alguma maneira, fóbicos e odiosos.
Se alguém não concorda com o modo de pensar ou de agir de outra pessoa, logo é acusado de ter fobia e odiar aquele a quem se opõe.
Uma demonstração bem clara dessa prática se dá no caso do programa Mais Médicos. Se você argumenta que o Brasil tem meios alternativos de resolver os problemas da saúde pública com seus próprios médicos, e, por isso, é contra a vinda de profissionais cubanos, será instantaneamente rotulado de xenofóbico.
Não interessa que você levante bons argumentos racionais, e que você não tenha nada contra os cubanos pelo fato de serem de outra nacionalidade. Você se tornou xenofóbico. Ponto final.
Igualmente, se você é contra determinada ideologia ou partido político, qualquer coisa que vier a falar contra eles, será denunciado como discurso de ódio. Algo totalmente conveniente aos intuitos primários da criação do politicamente correto como novílingua, nova língua: homogeneizar o pensamento e sua externização, tiranizando o povo e oprimindo dissidentes do sistema.
É interessante também notar que isso cria uma armadilha no momento que se exterioriza uma discordância. Veja alguns exemplos que geram discussões acaloradas: 
1- quando o cristão defende princípios conservadores acerca da sexualidade, ele é rotulado de homofóbico. Não é preciso que o cristão tenha externado opinião alguma sobre gays ou lésbicas. Basta apenas que ele se declare partidário da ideia de casal como sendo a união entre um homem e uma mulher. Pronto. Isso é mais do que suficiente para rotulá-lo como homofóbico. A partir daí nada mais que o cristão venha a dizer ou fazer, será capaz de desfazer a imagem preconcebida que lhe foi imposta pelo discurso politicamente correto.
2- quando uma mulher declara sua preferência por cabelos lisos ao invés de crespos já fator suficiente para que seja rotulada de racista. Não lhe é permitido sequer explicar sua escolha ou respeitar sua opção individual, sua opinião.
3- quando um indivíduo se diz favorável às ações da operação lava-jato, automaticamente já é rotulado como coxinha. Não importando os crimes, contravenções e malefícios que os envolvidos tenham perpetrado. Criticar um político corrupto de esquerda é o bastante para ganhar o rótulo.
Trata-se, claramente, de um preconcebimento de classificações, generalização de opiniões que sequer foram explicitadas. Algo que passa a 500 quilômetros da mais remota ideia de expressão da realidade.
Note bem, que o mecanismo mais difundido pelos partidários de nova língua é o acréscimo do sufixo fobia a tudo que lhes for contrário. Voilà! Está aí a defesa das ideias daqueles que se autointitulam “politicamente corretos”. Para eles, o pulo do gato é: dificultar que a outra pessoa construa argumentos, mesmo que para isso seja necessário transformar o diálogo em ataque pessoal, fora do campo da razão. Se alguém tentar argumentar contra uma prática ou uma ideia, basta apenas gritar aos quatro cantos que aquele discurso é cheio de ódio. Pronto! Aos olhos de muitos, o politicamente correto sempre sairá vencedor.
Quando o debate e a expressão são limitados, em vigia constante de uns sobre os outros acerca do que é certo dizer ou não, sobre quais palavras podem ser usadas e acerca do que se é permitido pensar, o diálogo, o confronto de ideias e a dialética tornam-se impossíveis. Instaura-se, assim, uma ditadura disfarçada e alimentada pelos próprios escravizados. O princípio de funcionamento por trás correção política é intimidação crua: Em uma cultura politicamente correta, se você ousa usar certas palavras - e, por extensão lógica, mesmo pensar de uma determinada maneira - você é ignorante, insensível, intolerante ou preconceituoso.
O que resta é o silêncio: vivemos a tirania do politicamente correto. 
O marxismo transformado em linguagem. 
O socialismo tiranizando nossa própria comunicação, nossa escrita, nosso idioma.
A ideia do politicamente correto é um verdadeiro ataque à liberdade da mente humana.


“O politicamente correto que pretende elevar-se a pensamento único, é uma nova ideologia totalitária. E mais perigosa e sutil, porque não se afirma e nem se pretende como tal. Não tem sede, nem partido, nem líder. É difusa, e todos sempre de algum modo vergam numa plenamente colonização cultural, impondo silêncio do que passa por inconveniente, criando tiques e reflexos condicionados, que nos levam todos a dizer o mesmo...” 
Paulo Ferreira da Cunha, 
professor catedrático da Faculdade de Direito
da Universidade do Porto


Links

Link para artigo sobre reflexões acerca do politicamente correto

Link para download do livro 1984, de George Orwell

Link para artigo sobre origens do politicamente correto

Link para artigo sobre o controle do politicamente correto sobre a mente humana

Link para download do Livro Vermelho - Mao Tsé-Tung







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Os 4 princípios da esquerda

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Trump sofre tentativa de assassinato

Donald Trump


Urgente!
Donald Trump, candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, sofre tentativa de assassinato!
O incidente ocorreu durante um comício na cidade de Reno, estado de Nevada. Ele acabou sendo retirado às pressas do evento e o suspeito foi preso. 
Veja o vídeo do momento.


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Você sabe realmente o que é ideologia de gênero?

Já se tornou comum encontrarmos na internet, em jornais, revistas, televisão ou rádio reportagens sobre algo chamado IDEOLOGIA DE GÊNERO.

Apesar de estar sendo colocada em evidência, muito pouco sobre sua origem, verdadeira história e seus reais objetivos é revelado ao grande público. Tudo sendo retratado com uma gloriosa luta contra o preconceito. Assim sendo, tornaram-se recorrentes casos como o do casal britânico que pode perder a guarda da filha menor de idade por não autorizar uma cirurgia de mudança de sexo ou, aqui bem pertinho de nós, o caso do casal brasileiro que cria o (a) filho(a) sem que ninguém saiba seu sexo, nem mesmo a própria criança. Tudo isso apoiado pela funesta crença nos ditames da Ideologia de Gênero.
Como surgiu isso?
Uma cruel e fracassada experiência envolvendo seres humanos. Foi assim que surgiu a Ideologia de Gênero.
Mas vamos explicar melhor.
Na década de sessenta, auge da revolução sexual, da pílula, do movimento Hippie, o Dr. John William Money (1921-2006), psicólogo da John Hopkins University de Baltimore, EUA, surge como um guru da sexualidade, chegando ao despautério de se fazer chamar de “missionário do sexo”. Entre outras coisas, ele defendia casamentos “abertos”, estimulava o sexo grupal e bissexual, além de pregar a tolerância em relação o incesto e a pedofilia. Foi justamente esse homem o responsável pela criação da Ideologia de Gênero. Sua tese pretendia provar que não existem diferenças sexuais naturais e que tais distinções são atribuídas à cultura, ao meio ambiente e à evolução da matéria, segundo critérios análogos aos marxistas. Para provar que estava certo, o Dr. Money realizou um dos experimentos humanos mais cruéis do que se tem notícia na história da medicina e psicologia: O caso dos irmãos Reimer. 
Dr. John Money: criador da Ideologia
de Gênero
Em 1966, os pais de Brian e Bruce Reimer, gêmeos idênticos, assistiram na televisão uma entrevista com o Dr. John Money falando sobre as operações de mudança de sexo. Acreditando que tal ideia poderia ser apropriada para o problema de Bruce (que teve seu pênis queimado durante um procedimento de circuncisão mal sucedida aos 8 meses de idade) procuraram o psicólogo, que vislumbrou nessa oportunidade a chance de realizar seu macabro experimento. O Dr. Money imediatamente indicou uma cirurgia de mudança de sexo, convencendo os pais do menino que essa era a solução para o problema enfrentado pela família. Bruce foi castrado aos 22 meses. Além disso, como parte desse suposto tratamento, seus pais deveriam criá-lo como uma menina, sem que nunca mencionassem uma palavra sequer sobre o acontecido.
Os Reimer seguiram ao pé da letra as instruções do Dr. Money, mas “Brenda”(Bruce) rasgou seu primeiro vestido pouco antes de fazer dois anos e passou a ser rejeitado na escola, onde manifestou estranhas “tendências lésbicas”, apesar de ser submetida a injeções de hormônios femininos e inibidores masculinos. Mas isso não abalava nem um pouco o famigerado psicólogo. Enquanto a família vivia aflita, ele proclamava em artigos científicos que a sua experiência era um êxito total, alardeando aos quatro cantos do mundo que conseguira provar que o gênero era uma construção social. Revistas e jornais do mundo inteiro publicavam entrevistas e artigos escritos pelo Dr. Money exaltando sua tão bem sucedida experiência.
Mas havia um lado negro nessa história. O que mundo não sabia era que Money fazia sessões de “psicoterapia” profundamente traumáticas para os gêmeos, envolvendo fotos de sexo explícito, encenações de atos sexuais promovidas entre os próprios irmãos e nudez. Em “pelo menos uma ocasião”, o Dr. Money tirou uma “fotografia” das duas crianças em poses sexuais.
Dr. Milton Diamond: revelou ao
mundo a mentira do experimento
Reimer
A mãe se sentia culpada e tentou o suicídio. O pai desenvolveu um alcoolismo grave e o gêmeo Brian começou a usar drogas e cometer crimes quando atingiu a adolescência. Bruce, (a) “Brenda”, ficou destruído pelas intermináveis sessões psiquiátricas e pela medicação com estrogênio. Com 13 anos, disse que cometeria suicídio. A família interrompeu o “tratamento” e o Dr. Money não publicou mais nada sobre o caso. Mas também não informou ao público sobre o fracasso e continuou dando a entender que tinha sido bem-sucedido, até que um outro pesquisador, o Dr. Milton Diamond, da Universidade do Havaí, revelar toda a verdade e publicar um artigo nos Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine, contando a real versão sobre a pesquisa do Dr. Money. Ao saber de tudo, “Brenda” se submeteu a cirurgias reparadoras, que reconstituíram seu pênis e retiraram seus seios, fez tratamentos hormonais e adotou um novo nome: David. Casou-se com uma mulher, porém nunca conseguiu superar a traumática experiência, a qual foi brutalmente submetido. Em maio de 2004 cometeu suicídio dando um tiro na cabeça. Ele tinha 38 anos. Foi enterrado no cemitério Saint Vital, em Winnipeg, Canadá. 
O Dr. Money continuou até o fim da vida como professor emérito da Johns Hopkins University. Na época do suicídio de David Reimer ele foi procurado pela imprensa, mas não quis se manifestar. Apesar de suas técnicas não diferirem em nada das técnicas do Dr. Joseph Mengele, famoso médico nazista mais conhecido como o “Anjo da Morte” do campo de concentração de Auschwitz, suas ideias sobre a ideologia de gênero continuam a ser divulgadas até hoje.
Escolas, universidades e outras entidades, que dizem ser ativistas dos direitos humanos, tentam a todo custo implantar os ditames dessa macabra e fracassada ideologia, ensinando-a a crianças e adolescentes.
Le Figaro
Em 2014 o periódico francês Le Figaro publicou uma série de reportagens relembrando ao mundo a catástrofe do experimento Reimer. A série de artigos instigantes trazia informações de suma relevância sobre os desdobramentos práticos da ideologia de gênero: as políticas públicas de gênero. Em um deles, elas são descritas como:

“um conjunto de incitações insidiosas que visam mudar o comportamento infanto-juvenil e substituir, aos poucos, um modelo de sociedade por outro” 

Guarde bem essa frase! Vamos retornar a ela mais adiante.
Em agosto desse ano, o The American College of Pediatricians, Conselho Americano de Pediatria, veio a público posicionando-se, através de comunicado oficial da entidade, contra a Ideologia de Gênero, especialmente quando aplicada como fundamento de políticas públicas. Em nota, a entidade alerta educadores e parlamentares para que rejeitem qualquer medida que condicione crianças e adolescentes a aceitarem como normal “uma vida que personifique química e cirurgicamente o sexo oposto”. O texto afirma ainda, enfaticamente que “os fatos, não a ideologia, é que determinam a realidade”
Essa declaração contesta, de maneira veemente, a maior mentira contada pelos teóricos da ideologia de gênero, a máxima: Seu exterior tem refletir seu interior!. O documento divulgado pela entidade de pediatria americana, traz argumentos genéticos, anatômicos, científicos e psicológicos para comprovar o quão grave são as anomalias pregadas pela teoria de gênero. Por mais que se faça cirurgia ou que se tome hormônios, cada célula do seu corpo continua a se reproduzir e a carregar o mesmo código genético com o qual nascemos. Nas palavras do The American College of Pediatricians

"A sexualidade humana é uma característica biológica binária objetiva: “XY” e “XX”. A sexualidade humana é planejadamente binária com o propósito óbvio da reprodução e da prosperidade da nossa espécie. Esse princípio é autoevidente. As desordens extremamente raras no desenvolvimento sexual, que incluem, entre outras, a feminização testicular e a hiperplasia adrenal congênita, são todas desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são com razão reconhecidas como desordens da formação humana. Indivíduos que as portam não constituem um terceiro sexo." 

A crença de uma pessoa de ser algo que ela não é, na melhor das hipóteses, é um sinal de pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, existe um problema psicológico objetivo, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado dessa forma. Essas pessoas sofrem do que se chama: disforia de gênero. Formalmente conhecida como transtorno de identidade de gênero, uma desordem mental reconhecida na edição mais recente do Manual Diagnóstico e Estatístico da American Psychiatric Association, não sendo enquadrada como transtorno genético, como o autismo ou a esquizofrenia, e sim, classificada como transtorno ocasionado por trauma, experiências ou agentes externos. 
Além disso, um fator muito importante, propositalmente deixado de lado por aqueles que defendem a mudança de sexo como algo natural,é o efeito colateral do uso de hormônios sexuais. Esses hormônios estão associados com graves riscos para a saúde, incluindo pressão alta, coágulos sanguíneos, AVC e câncer, mas não se limitando a isso. A puberdade não é uma doença e a injeção de hormônios bloqueadores pode ser perigosa. Reversíveis ou não, hormônios bloqueadores de puberdade induzem um estado de enfermidade – a ausência de puberdade – e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança anteriormente saudável biologicamente. 
Ano passado, a revista Life divulgou os resultados de uma pesquisa feita com mais de 6500 transexuais. 41% dos que tomaram hormônios ou fizeram cirurgia de mudança de sexo declararam pensar em suicídio. Uma questão bem expressiva e que serve como contestatório a toda a teoria que defende o gênero como uma construção social. Foi justamente isso que a ARIF - Aggressive Facility Intelligence Research - da Universidade de Birmingham, comprovou após realizar uma revisão médica. De acordo com esta entidade, não há nenhuma evidência conclusiva de que operações de mudança de sexo melhorem significativamente a vida de quem tem disforia. Na verdade, muitos transexuais continuam gravemente angustiados e potenciais suicidas após a operação. 
David Reimer: vítima do famigerado
experimento do Dr. Money
Aqui então voltamos a questão da ideologia de gênero. Vale muito se questionar até que ponto a sua disseminação afeta aspectos psicológicos da construção mental infantil e adolescente. Não é uma questão de religiosidade. Nem pensar. É uma questão de análise critica, de ciência. Vários experimentos sobre a sexualidade infanto-juvenil já demonstraram o quanto seres humanos em formação podem ser orientados nessa ou naquela direção, vide o experimento Reimer, sobre o qual falamos aqui, e o famigerado Relatório Kinsey, que financiou o aliciamento, estupro e abuso de dezenas de crianças e adolescentes em prol de uma pesquisa científica doentia, fomentada pela Fundação Rockefeller, idealizada, dirigida e realizada pelo zoólogo Alfred Kinsey, nos EUA, entre 1940 e 1953.
Desta forma, vale lembrar que não é função da escola, bem como de nenhum tipo de entidade ou instituição educacional que trabalhe com crianças e adolescentes, ensinar teses pseudocientíficas somente para atender agendas de cunho político-esquerdista, socialista, comunista. Disfarçar seus espúrios objetivos, de destruição da sociedade tal qual conhecemos, incutindo nas mentes pouco esclarecidas que tal teoria apenas combate o preconceito contra gays, lésbicas e transsexuais é no mínimo estarrecedor. Chega de manipulação! A sociedade não pode ser usada como cobaia de um experimento sócio-político, comunista, em larga escala.
A ideologia de gênero não é uma coisinha à toa que pode influenciar algumas pessoas a acharem que sofrem de um transtorno. Ela não apenas banaliza os fundamentos científicos do sexo humano. Ela é muito mais perniciosa do que isso. O que ela realmente objetiva é fazer com que o ser humano anule totalmente uma série de referenciais, incluindo aí os fisiológicos, anatômicos, psíquicos e emocionais, promovendo uma total absoluta desconstrução do ser, das relações, da sociedade. Mas em prol de que? Em prol da igualdade? Que tipo de sociedade seria advinda de tal aberração experimental? Essa é a grande pergunta. 



Links 

Link para matéria sobre pais que podem perder guarda da filha caso a impeçam de fazer cirurgia de mudança de sexo no Reino Unido.

Link para matéria sobre pais brasileiros que criam filho sem revelar o sexo da criança

Link para artigo do Le Figaro sobre ideologia de gênero nas escolas

Link para artigo do Le Figaro sobre a experiência mal sucedida do dr. Money

Link para declaração da The American College of Pediatricians

Link para artigo que explica como se desenvolve um transtorno psicológico

Link para artigo da revista Life sobre suicido de pessoas transgêneras.

Link para artigo sobre o Relatório Kinsey

Link para artigo sobre Caso Reimer

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