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Cubanos que se recusaram a chorar por Fidel estão sendo punidos

Quem poderia esquecer as imagens de milhares de "carpideiras" cubanas que participaram do funeral de Fidel Castro, ou de todos aqueles que choraram e expressaram profundo pesar pelo seu falecimento?
Agências de notícias em todo o mundo reproduziram essas imagens, espalhando aos quatro cantos o "tamanho" da estima do povo cubano pelo seu ditador, como se as expressões estampadas nos rostos cubanos fossem de genuína adulação ao monstro morto.
Bem ... .hummmm .... 
Cubanos foram obrigados a participar do funeral
de Fidel. Quem não cumpriu a ordem está sendo punido
Lamentavelmente esses mesmos jornalistas vão evitar relatar o que realmente aconteceu e está acontecendo em Cuba... 
Mas a verdade agora está finalmente vindo à tona ...
Relatórios que estão emergindo, mostram como os cubanos estão sendo penalizados por não tomarem parte nas cerimônias fúnebres de Fidel Castro ou não se "comportarem" adequadamente ao expressar o luto pelo camarada comunista.
As sanções incluem "atos de repúdio", espancamentos, multas (que podem variar de 1000 a 1500 pesos), detenções, julgamentos simulados e prisão.
Estes cubanos estão sendo acusados do crime de "difamação mártires nacionais" ( "difamar de los Mártires de la Patria").
Um destes cubanos é Darío Pérez Rodríguez, da cidade de Holguín, um empregado da Bus Transportes, empresa do ministério Nacional. E qual foi o crime dele? Darío se recusou a ver o funeral de Fidel na televisão em seu local de trabalho. Isso mesmo!
Em uma entrevista dada à Rádio Martí, Dexter Pérez, irmão de Dario, disse ele foi preso na manhã da sexta-feira 2 de dezembro, depois que escolheu não obedecer a uma ordem para assistir ao funeral de Fidel, juntamente com outros empregados da empresa.
"Quando lhe foi dito para ver o funeral na televisão, ele disse não, porque Fidel lhe dava náuseas" , contou o irmão.
Imediatamente, ele foi encaminhado ao secretário local do Partido Comunista de Cuba e logo em seguida, preso pela polícia.
Dexter, um membro da organização dissidente União Patriótica de Cuba (UNPACU), relata que seu irmão está detido na 3ª Unidade da Polícia Nacional Revolucionária na cidade de Holguín e que foi acusado de "difamar mártires nacionais" um crime que merece três a doze meses de prisão, além de uma multa altíssima.
Mas esse não é um caso isolado. Outros relatórios revelam casos de centenas de cubanos multados em até 1.500 pesos, por atitudes como por exemplo, tocar música durante os nove dias de luto imposta a toda a nação. Numerosos também são os casos de cidadãos submetidos a atos de repúdio, incluindo aí alguns cujas casas foram bombardeados com lixo e excrementos humanos simplesmente porque não lamentaram adequadamente a morte do carrasco comunista.
Esta é verdadeira face de Cuba. Chega de enaltecer assassinos comunistas como eles fossem heróis. Um país onde não existe liberdade de expressão nunca será um país modelo para nenhum outro.

*com informações de Babalú Blog

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Bolsonaro e Sergio Moro são os brasileiros mais admirados. Wesley Safadão e Silas Malafaia tem mais prestígio do que Lula

Uma pesquisa encomenda pela Associação Brasileira de Comércio está dando o que falar. Realizada entre 20/11 e 29/11/16 nos 26 estados da federação e também no distrito federal, a consulta perguntou aos 3.743 entrevistados: quem é o brasileiro mais admirado do país?. O objetivo inicial era prestar uma homenagem aos três mais votados no Dia do Comerciário, mas o resultado foi tão surpreendente que virou objeto de estudo de cientistas e analistas políticos.
Sérgio Moro - 1º lugar

Segundo os dados coletados, os três brasileiros mais admirados do Brasil são Sergio Moro, Jair Bolsonaro e Silvio Santos. Porém esse resultado já era mais ou menos esperado, surpreendendo os analistas apenas com a mudança de colocação de Silvio Santos, que por diversas décadas era apontado em todas pesquisas similares como o brasileiro mais admirável. Pela primeira vez ele perde o posto caindo duas colocações.  Mas essa mudança não foi a causa do reboliço. A grande novidade é o aparecimento de personalidades como Wesley Safadão e Silas Malafaia entre os cinco mais admirados no Brasil. Isso mesmo, você não leu errado. Também não pode passar despercebido, o fato de Lula ainda ser citado, amargando porém a 6ª colocação no ranking. 
A pesquisa trabalhou com formulários abertos na modalidade espontânea. Cada entrevistado dizia quem era o brasileiro mais admirado sem nenhum tipo de indução por parte do entrevistador.
Wesley Safadão - 4º lugar
Conheça os 10 brasileiros mais admirados do Brasil.

  • 1° Sergio Moro - 29,3%
  • 2° Jair Bolsonaro - 14,1%
  • 3° Silvio Santos - 13,8%
  • 4° Wesley Safadão - 8,2%
  • 5° Silas Malafaia - 5,6%
  • 6° Lula - 5,2%
  • 7° Padre Marcelo Rossi - 4,4%
  • 8° Fernando Henrique Cardoso - 3,9%
  • 9° Joaquim Barbosa - 1,8%
  • 10° Ricardo Boechat - 0,6%

Jair Bolsonaro - 2º lugar

A cúpula dos principais partidos políticos do Brasil está bastante impressionada com a ascensão e popularidade do deputado federal Jair Bolsonaro. Quanto a primeira colocação do juiz federal Sergio Moro ela já era esperada, uma vez que é uma personalidade de grande prestígio, evidenciado no noticiário quase todos os dias.

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Mas afinal, quem é Adriana Ancelmo?

Desde que Sérgio Cabral entrou na mira das investigações da Polícia Federal, os brasileiros se perguntam: Quem é Adriana Ancelmo?
De simples funcionária da secretária de segurança pública à primeira dama da advocacia carioca, a trajetória profissional de Adriana Ancelmo demonstra como a corrupção se enraizou por várias esferas institucionais.
Ideias Barbara´s reproduzi aqui o texto de Carlos Newton, do Blog Tribuna da Internet, sobre a ascensão e queda do casal Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo.

A única experiencia de Adriana Ancelmo foi ser amante.

Nesta terça-feira, comentei rapidamente meu relacionamento com o ex-governador Sérgio Cabral, a quem conheci quando ele ainda era muito jovem e nem tinha entrado na política. Agora, vou dar mais detalhes. Ajudei no início da carreira dele, levei-o ao “Sem Censura”, abri espaço na mídia. Eu tinha trabalhado no “Diário de Notícias” com o pai dele, jornalista Sergio Cabral, que em 1982 teve a ideia de disputar a eleição de vereador e conseguiu a vitória, com apoio dos sambistas e dos colegas da imprensa. Na época, o vascaíno Cabral, muito querido, escrevia sobre futebol e música popular.
UM POLÍTICO EXEMPLAR – Serginho foi trabalhar no gabinete do Cabral vereador, depois arranjou emprego no governo Moreira Franco (TurisRio), criou os Albergues da Juventude e resolveu disputar a eleição de deputado estadual em 1990, para se beneficiar com a coincidência de nomes e o prestígio do pai vereador. No primeiro jantar para lançar a candidatura dele e angariar fundos, na Churrascaria Copacabana, lá estava eu, na mesa principal, junto ao casal Sérgio Cabral e Magali, o sogro Gastão Lobosque Neves, o senador Artur da Távola e o deputado Francisco Dornelles – como se vê, a mesa era pequena.
Serginho se elegeu em 1990, e no início era tão cioso que recusou todas as mordomias e o carro oficial. Dirigia um modesto Voyage, a gente se orgulhava dele, era um político exemplar. Eu então o levei para participar do programa diário “Bate Boca”, na TV Manchete, junto com Eduardo Mascarenhas (na época, deputado federal pelo PDT), Garotinho (era ex-prefeito de Campos), Lindbergh Farias (então presidente da UNE) e mais uma porção de debatedores.
ENRIQUECENDO – Mas Serginho logo se corrompeu. Na Assembleia, ficou amigo de José Nader e Jorge Picciani, começou a costear o alambrado, como dizia Leonel Brizola. Lançou-se candidato a prefeito pelo PSDB em 1992, sabia que ia perder, mas embolsou as “sobras de campanha” e tomou gosto pela corrupção. Se reelegeu deputado estadual em 1994, no ano seguinte assumiu a presidência da Assembléia e a festa da corrupção realmente começou. Em 1996, candidatou-se novamente a prefeito e aumentou a fortuna com mais “sobras de campanha”.
Alguns anos depois, surgiu a ideia de justificar a riqueza abrindo uma banca de advocacia para o sogro Gastão Neves, pai de Suzana, primeira mulher de Serginho. Surgia, assim, o escritório Neves e Góes Advogados Associados, na Rua da Assembléia 58, 11º andar, com sete salas e um salão. Gastão, sobrinho de Tancredo Neves, era formado em Direito, porém jamais exercera a profissão. Quem defendia as causas eram os associados, mas Gastão entrava com os clientes, que eram arranjados pelo genro Sergio Cabral Filho, com seu prestigio de presidente da Assembléia.
ADRIANA ANCELMO – Há várias “lendas” sobre o romance com Adriana Ancelmo, algumas delas fomentadas pelo próprio Cabral. Na verdade, foi em 2001 que o presidente da Assembléia conheceu a jovem advogada Adriana Ancelmo, que trabalhava no Instituto de Segurança Pública do Estado. Cabral contratou-a para ser procuradoria assistente na Assembleia Legislativa e acabou largando a mulher Suzana Neves, embora haja quem diga que foi ela que o largou (em sociedade tudo se sabe, diria nosso amigo Ibrahim Sued).
Cabral Filho se elegeu senador em 2002, o sogro Gastão Neves morreu, e em 2004 o parlamentar teve a ideia de abrir um escritório para a nova mulher Adriana Ancelmo, que não tinha experiência como advogada, para lhe repassar os clientes que Gastão atendia. Surgiu, assim, o escritório Coelho, Ancelmo e Dourado Advogados Associados, uma sociedade de Adriana com seu ex-companheiro Sérgio Coelho, para mostrar que não havia ressentimentos, e com outro advogado, Sergio Dourado.
A essa altura, Cabral já estava rico e promoveu uma cerimônia de casamento informal com Adriana, bancando uma festa para centenas de convidados no Copacabana Palace.
ANCELMO ASSOCIADOS – Depois que pegou a manha, como se diz, Adriana Ancelmo primeiro se livrou do sócio Sérgio Dourado e depois do próprio ex-companheiro Sérgio Coelho, para reinar sozinha como grande dama da advocacia carioca, no escritório hoje denominado Ancelmo Associados, instalado na Avenida Rio Branco 138, 14º andar.
E foi assim que se consolidou o esquema de corrupção e lavagem de dinheiro no escritório, frequentado por clientes famosos, como Eike Batista, que pagavam caro em troca de serviço algum. Para se ter uma ideia, Ancelmo Advogados declarou à Receita faturamento de R$ 73,1 milhões de 2007 a 2014, período em que Cabral esteve no governo. Nessa contabilidade, é claro, não constavam as entradas em dinheiro vivo, que eram inicialmente guardadas no cofre lá instalado.
A GRANDE FARSA – É claro que o escritório tem clientes que até recebem atendimento, como a Oi/Telemar, com grande quantidade de pequenas ações movidas por usuários insatisfeitos com a operadora, assim como a Light, ambas também com muitos processos trabalhistas, coisas assim. Mas a Polícia Federal já reuniu provas abundantes de que, no caso de outros grandes clientes, Adriana Ancelmo simplesmente recebia generosos honorários sem representá-los judicialmente.
Aliás, A Polícia Federal nem precisava de comprovação. Bastava conferir o currículo dos integrantes do escritório. A experiência da poderosa Adriana Ancelmo. por exemplo, se limita a um ano como gerente judicial do Instituto de Segurança Pública, o que nada significa, e depois dois anos como procuradora assistente da Assembleia, cargo para o qual foi contratada pelo próprio Sergio Cabral, de quem se tornara amante na época.
ILUSTRES DESCONHECIDOS – Há outros 12 advogados “associados”, mas todos são ilustres desconhecidos nos meios forenses. E agora a grande farsa acabou, porque os próprios funcionários do escritório estão denunciando a lavagem de dinheiro.
A gerente financeira Michelle Tomaz Pinto confessou à Polícia Federal que Luiz Carlos Bezerra, operador de Cabral, entregava dinheiro vivo à ex-primeira-dama no escritório e os grandes clientes pagavam sem haver serviços prestados. Um deles, dono do empreendimento Portobello, confirmou tudo. O show já terminou, como diria Roberto Carlos.
PS – A superadvogada Adriana Ancelmo agora está precisando desesperadamente de um grande criminalista, mas em seu bem-sucedido escritório não há nenhum que possa defendê-la. Portanto, ela terá de gastar o dinheiro que roubou dos cofres públicos com o maridão. (C.N.)

Através do relato de Carlos Newton fica claro que enquanto nós brasileiros estávamos lutando por condições dignas de trabalho, contra a inflação, o desemprego, o avanço da violência e da criminalidade, a esquerda brasileira engordava seus generosos cofres, usurpando recursos da nossa nação. Uma vergonha!

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Bolsonaro pede que STF anule votação da emenda que incluiu o abuso de autoridade no projeto das 10 medidas contra corrupção

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) impetrou Mandado de Segurança no Supremo Tribunal Federal, com pedido de liminar, requerendo a anulação da votação da emenda que incluiu o abuso de autoridade no projeto das medidas contra a corrupção (PL 4.850/2016). O processo foi distribuído ao ministro Luiz Fux.
Deputado Eduardo Bolsonaro
Para justificar o pedido, Bolsonaro afirma que a emenda viola o anteprojeto ao tratar de matéria que foge ao assunto da proposta e, além disso, afirma que a emenda usurpa competência do Supremo Tribunal Federal, por tratar de matéria que deve ser regulada pela Lei Orgânica da Magistratura.
"Não cabe ao Poder Legislativo a formulação de proposições que versam sobre o exercício da magistratura e dos membros do Ministério Público, sob pena de ferir as normas constitucionais de iniciativa legislativa", afirma o parlamentar.
Na inicial, o deputado lembra que o projeto apresentado tem como objetivo o combate à corrupção, tendo recebido mais de 2 milhões de assinaturas em apoio à proposta. Contudo, durante a sessão plenária da Câmara dos Deputados que resultou na aprovação do projeto, diversas emendas foram inseridas. Entre elas a de número 4, que prevê a responsabilização de juízes e de membros do Ministério Público por crimes de abuso de autoridade. Entre os motivos listados está a atuação com motivação político-partidária. 
"A proposição ora atacada violou não só o âmbito do anteprojeto de iniciativa da lei anticorrupção, tratando de matéria que foge do objeto do pleito, que é vinculado a um único a assunto, não sendo o abuso de autoridade tema relativo ao combate à corrupção, quanto tratou de usurpar a competência do Supremo Tribunal Federal, por tratar de matéria a ser regulada em Lei Orgânica da Magistratura, incidindo em vício de forma equivocada quanto à tramitação, cujo controle prévio de constitucionalidade é admitido", afirmou o deputado.
Intensos debates foram travados desde que começaram a circular as primeiras notícias de que os deputados poderiam incluir uma emenda tratando dos abusos de juízes e membros do MP na proposta de medidas contra a corrupção.
Associações de juízes e o Ministério Público se posicionaram contra qualquer proposta nesse sentido, afirmando que esta era uma tentativa de retaliação devido às investigações contra políticos. De outro lado, a advocacia, em geral, é favorável a regulamentação do abuso de autoridade.
No entanto, o texto aprovado pelos deputados conseguiu ser criticado até mesmo pelos advogados. O Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD) desaprovou a inclusão do abuso de autoridade no projeto das medidas contra a corrupção, como aprovado na Câmara dos Deputados. Segundo a entidade, o projeto aprovado viola em várias frentes o Direito de Defesa ao prever tipos abertos demais, permitindo subjetivismo e perseguição contra juízes e promotores.

*Com informações do CONJUR

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Parlamento da Eslováquia aprova lei Anti-Islã

A Europa parece estar acordando, aos poucos, do transe sorumbático de apoio ao islã e aniquilação da cultura do velho mundo.
O Parlamento eslovaco aprovou esta semana uma lei que visa impedir a propagação do Islã. Em um sinal de desobediência aos esforços da União Europeia para aceitar indiscriminadamente o grande afluxo de imigrantes, a grande maioria muçulmanos, o primeiro-ministro Robert Fico defendeu medidas restritivas.
A partir de agora, para ter o status de religião oficialmente reconhecida, o projeto de lei proposto pelo Partido Nacional Eslovaco (SNS), determina que são necessários pelo menos 50 mil membros. Caso queira receber qualquer subsídio do estado, como abrir suas próprias escolas e instituições, uma religião precisa desse reconhecimento. Oficialmente, a Eslováquia tem menos de 5 mil islâmicos.
O SNS destaca que essa nova lei evita o registro de movimentos que são apenas provocações, como a Igreja do Monstro de Espaguete Voador, que reúne seguidores em todo o mundo, a maioria ateus.
“A islamização já começou e devemos nos dar conta do que vamos enfrentar em cinco ou dez anos. Precisamos fazer todo o possível para que nenhuma mesquita seja construída aqui no futuro”, ressaltou o presidente do SNS, Andrej Danko.
Ano passado, o Ministério do Interior da Eslováquia afirmou que somente imigrantes cristãos seriam aceitos no país. Atualmente, 92,5% da população se identifica com esta religião.
A nova lei foi aprovada por dois terços do Parlamento, numa aliança rara entre partidos da base do governo e os da oposição. Os legisladores rejeitaram uma proposta mais extrema, do Partido Popular Nossa Eslováquia, que desejava fixar em 250 mil o número mínimo de membros de cada religião reconhecida.
As dificuldades da União Europeia em integrar os milhões de imigrantes que chegaram ao continente desde o início de 2015, aliados a uma série de ataques terroristas realizados por pessoas que se identificam como islâmicas contribuíram para a decisão.
Como a Eslováquia atualmente preside o Conselho da União Europeia, especialistas temem que esse anúncio possa influenciar outros países a fazer o mesmo. Embora não tenha proibido abertamente o Islã, a Hungria se recusou a receber refugiado islâmicos.
Ao mesmo tempo, na Holanda, onde as eleições ocorrem em março de 2017, o favorito ao cargo de primeiro-ministro é Geert Wilders, cujo partido já anunciou que pretende banir o Alcorão e fechar as mesquitas. O Parlamento holandês já aprovou a proibição do uso de qualquer vestimenta que cubra totalmente o rosto em lugares públicos. Isso inclui vestimentas islâmicas como o niqab e a burca. Esta foi uma das primeiras vitórias de Geert Wilders em sua cruzada anti-Islã, que começou em 2011, muito antes da crise migratória que afeta a Europa. Na ocasião, ele justificou que tal medida protegeria “a personalidade e os bons costumes da vida pública na Holanda”.
Além da Eslováquia, Angola na África e China na Ásia são os únicos países com leis que impedem a propagação do Islã em seu território.

Links

Link para a notícia divulgada pela ABC
http://www.abc.es/internacional/abci-eslovaquia-aprueba-para-evitar-propagacion-islam-201612011254_noticia.html

Link para notícia sobre notícia da proibição do uso da burca na Holanda
http://veja.abril.com.br/mundo/governo-holandes-aprova-proibicao-total-do-uso-da-burca/

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Estudantes divulgam nota de apoio à reitora da UESC

Compartilhamos aqui a nota de apoio à reitora da UESC, Adélia Pinheiro. No texto, os estudantes parabenizam a reitora por ter solicitado a reintegração de posse do campus universitário, que encontra-se ocupado por manifestantes desde o final de outubro.
Nós, da equipe do Ideias Barbara´s, estendemos aqui nosso apoio à reitora.
Leia a nota na íntegra






Nota de Agradecimento à Reitora Adélia Pinheiro dos Estudantes que Estudam e querem continuar estudando...

Nós, estudantes da UESC - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - que estudamos de verdade e não só frequentamos o campus universitário, agradecemos à reitora da Universidade por esse ato de sanidade e compromisso com a verdadeira educação, solicitação da Reiteração de Posse do Campus Universitário da UESC, mesmo que tardiamente tenha sido adotado.
Primeiro porque esses poucos estudantes de partidos políticos de esquerda não representam a maioria dos estudantes dessa academia;
Segundo não podemos conceber que poucos alunos impeçam muitos de continuarem estudando, como esses fossem, senhores de nossas vidas e donos de nossas escolhas; não somos e nem nos sentimos representados por eles;
Terceiro desconheço liberdade que oprima e desrespeite o direito alheio: de estudar, discordar e no nosso caso, de querer continuar estudando, se formar e ter uma carreira profissional estruturada e pautada na educação de qualidade que essa universidade e a maioria dos professores nos concede, diante dos grandes desafios políticos. 
Parabéns reitora Adélia Pinheiro e que a justiça nos permita ter e continuar tendo o direito de entrar na universidade, estudar e nos formarmos sem que sejamos prejudicados por esse invasores em seus interesses que se distanciam da democracia e da educação.
Fim dessa invasão politico partidária impregnada de doutrinação ideológica de esquerda em espaços públicos de educação.
Obrigado por devolver a universidade aos estudantes que querem estudar!...

MED - Movimento Educação sem Doutrinação 

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Nova vocalista da Timbalada é vaiada em sua estreia na banda


A ex The Voice e agora vocalista da Timbalada, Milane Hora, teve sua estreia marcada pelas vaias do público. Durante o “Ensaio da Timbalada”, realizado na noite deste domingo (4), no Museu Du Ritmo, no bairro do Comércio, Miliane cantou três músicas e precisou deixar o palco.

Após a recepção nada calorosa, Mila, como prefere ser chamada, cantou mais algumas músicas para finalizar o show. Desde que foi anunciada a divisão do vocal da banda com Denny, a chegada da loira dividiu opiniões. A última vez que a Timbalada teve uma vocalista mulher foi em 2007, sob o comando da cantora Amanda Santiago.**
Mas afinal, por que ela foi vaiada? 
Por que não canta bem?
Por que é mulher? 
Não! Ela foi vaiada por conta de uma atitude racista... Por ter a pele branca!
Essa é a verdade.
Muitas vezes, as mesmas pessoas que dizem lutar contra o preconceito racial, são aquelas que burlam qualquer ato de integração e interação. 
O racismo não é uma via de mão única e sim uma "highway" de mão dupla. 
Ao colocar uma vocalista branca para dividir os vocais com um cantor negro, a Timbalada mostrou que não existe cor, nem raça, somos todos iguais, somos todos seres humanos, somos todos brasileiros. 
Por mais atitudes assim, que unam o povo ao invés de segregar e instigar a luta entre brasileiros, como pregou a esquerda durante mais de 20 anos no país. Acorda Brasil!

**Com informações do site Metro 1

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Cubanos viram as costas durante funeral de Fidel



Uma imagem que repercutiu nas redes sociais e que tem sido ignorada pela grande imprensa nacional, mostra um protesto de cubanos que viraram as costas durante a passagem do féretro de Fidel Castro. Parabéns pela coragem do povo cubano de mostrar para o mundo o seu total desprezo por um regime que só trouxe cerceamento de liberdade, miséria e sofrimento a sua nação.
A imagem foi registrada no último sábado (03), em Santiago de Cuba, na chegada do féretro que levava a urna com as cinzas do ditador.


Fonte: ILISP

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REITORA DA UESC PEDE REINTEGRAÇÃO DE POSSE


Acabamos de receber a informação, via whatsapp, de que a reitora da UESC - Universidade Estadual de Santa Cruz, acaba de pedir a reintegração de posse da Universidade. Aguardamos mais informações. Porém, frisamos aqui a urgência em colocar um fim a essa inútil manifestação, que apenas prejudicou centenas de alunos da própria instituição (impedidos de assistirem aulas e concluírem o semestre), bem como aos demais estudantes secundaristas que foram impossibilitados de realizar as provas do Enem no mês passado, trazendo também prejuízo financeiro aos cofres públicos. Se confirmada, a atitude da reitora ainda que tardia, é de extrema importância.
A universidade encontra-se ocupada por estudantes e simpatizantes desde o dia 24 de outubro, quando o DCE publicou nota de convocação para o ato de ocupação, justificando que esta ação seria um protesto contra a PEC 55 (antiga PEC 241) e a reforma do ensino médio.

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Sobre ocupações e responsabilidades

Na madrugada deste domingo (27 de novembro), a Polícia Militar de Ilhéus (BA) foi acionada por seguranças da Universidade Estadual de Santa Cruz(UESC), que detiveram um integrante do movimento “OCUPA UESC”. O rapaz, que identificaremos aqui pelas iniciais V.S.D, de 19 anos, foi preso por ter arrombado a sala dos professores do curso de enfermagem do pavilhão Jorge Amado e furtado um notebook, uma garrafa térmica, uma caixa de lápis e duas bolsas. O homem foi conduzido a DP sob resistência de alguns integrantes do movimento, que de acordo com a polícia, aparentavam estar sob efeito de entorpecentes. As informações são do site Vermelhinho da Bahia




Em vários comentários, alguns integrantes do movimento de ocupação da UESC declaram que o suspeito não é estudante daquela instituição. Porém, elucidar o que ocorreu fazendo uso dessa singela explicação, não é suficiente para eximir ninguém da responsabilidade pelo ocorrido. Esse episódio serve para levantarmos uma questão realmente relevante sobre tais ocupações: Como podem garantir a integridade física dos membros do movimento se nem ao menos aparentam ter controle sobre a origem dos indivíduos que lá estão?
A pouco mais de um mês, a morte de um aluno secundarista, assassinado por um colega, dentro de uma escola no Paraná, chocou o país. Esse fato por si só já seria o suficiente para colocar em xeque toda a estruturação do movimento.
Mas não foi. O episódio foi tratado como um mero acerto de contas entre dois adolescentes que se desentenderam após consumirem entorpecentes. Simples assim. Afinal, a sujeita tem que ser varrida para baixo do tapete. Justiça para a família do falecido? Para os pais que perderam seu filho? Utopia. Afinal, ele era apenas mais um jovem manipulado por um movimento esquerdista, um pião em um gigante tabuleiro de xadrez.
E o jogo continuou...
Já faz meses que o Brasil se depara com as ocupações em escolas e universidades públicas país a fora. Defendendo posições contrárias à PEC 55, ao projeto de reforma do ensino médio e à escola sem partido, estudantes continuam amotinados em unidades educacionais por todo território nacional.
Os jovens correspondem hoje a 1/4 da população do país. 
Isso significa 51,3 milhões de jovens, entre 15 a 29 anos vivendo, atualmente, em território brasileiro, distribuídos da seguinte forma: 
  • 84,8 % nas cidades
  • 15,2 % no campo. 
No Censo 2010 (último censo demográfico realizado no país), que teve os dados divulgados em abril de 2014, descobriu-se que:
  • 53,5% dos jovens de 15 a 29 anos trabalham 
  • 36% estudam
  • 22, 8% trabalham e estudam simultaneamente
De acordo com dados do Censo da Educação Superior 2013, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 2014, o Brasil registrou 7.305.977 milhões de estudantes matriculados em instituições de ensino superior - IES. Fazendo um simples cálculo, somando a proporção de jovens que estudam (36%) com aqueles que estudam e trabalham (22,8), chegamos a um total de 58,8% de jovens que apenas estudam ou estudam e trabalham. Fazendo um rápido arredondamento, poderíamos dizer que aproximadamente 60% dos 52 milhões de jovens brasileiros encontram-se em fase de formação intelectual. Isso corresponderia a 31,2 milhões de pessoas.
Dessa fatia, aproximadamente 7 milhões estão matriculados em IES. 
Veja bem, 7 milhões dos 32 milhões que estudam ou estudam e trabalham! 
Isso significa que 21% estão em IES. 
Os outros encontram-se em outros tipos de instituições, como cursos técnicos.
Aprofundando um pouquinho mais, devemos levar em consideração que as Instituições de Ensino Superior podem ser públicas ou privadas.
Em 2013 havia cerca de 1,8 milhão de alunos matriculados nas IES da rede pública (28,8%) e 4,4 milhões de alunos em instituições privadas (71,2%), totalizando 6,1 milhões de matrículas.
Caso mantivéssemos essa mesma proporção, aplicando-a aos dados registrados em 2014, (30:70), chegaríamos à conclusão que somente 1/3 dos jovens que estuda e/ou estuda e trabalha estão matriculados em rede pública. Isso implica dizer que dos 7 milhões de jovens, somente 2,3 milhões estão em Instituições de Ensino Superior da rede pública.
Voltando aos primeiros dados sobre os quais falei, e ainda seguindo o mesmo raciocínio, chegamos à conclusão de que dos 52 milhões de jovens atuais, apenas 4,4% deles estão, possivelmente, estudando em alguma Instituição de Ensino Superior que foi ou encontra-se OCUPADA. Levando-se em conta que as ocupações não tem o apoio da totalidade dos estudantes, podemos dizer que uma minoria encontra-se ditando o destino de todos.
Voltando à notícia divulgada o inicio deste texto. 

Dizer que ninguém tem culpa pelo ocorrido me lembra as regras da Oração sem sujeito, aquele tipo de classificação sintática, onde a ação descrita na oração não pode ser atribuída a nenhum ente, agente ou sujeito. Ora, se vale para a chuva, por que não poderia servir como uma “explicação” para os casos ocorridos nas ocupações? Seriam eles meros acidentes de percurso? Falhas da sociedade? Algo como alguém que escorrega na rua e morre?
O que vemos hoje são jovens que se consideram mais “críticos” por obedecerem a um comando central, seguindo a cartilha repleta de slogans repetidos roboticamente. Apesar disso, não podemos deixar passar batido o fato de que as invasões foram contra a PEC 55 (ex-241), que limita os gastos públicos, e contra as próprias reformas educacionais que estes mesmos movimentos estudantis apoiavam quando Dilma Rousseff era presidente, incluindo a MP 746, que institui o ensino integral nas escolas.

Curiosamente, os jovens que queriam implantar o ensino integral para melhorar nossa péssima educação, hoje o repudiam por tomar-lhes muito tempo. Parece que, ao terem em vista a concretização da reforma, a proposta pareça-lhes menos interessante. Ainda mais curiosamente, ocupam escolas em tempo integral, pelo direito de terem mais dinheiro público “investido” sem precisarem estar na escola em tempo integral. Um dualismo estranho e desconexo. Uma cegueira sem precedentes.
Esta é apenas uma das infinitas contradições desses jovens. Uma pergunta que todos deveriam fazer, por exemplo, é: Por que todo esse antagonismo contra propostas antes exigidas por eles próprios, vem atrelado a outras exigências bem pouco familiares às causas educacionais, como por exemplo a desmilitarização da polícia, a legalização do aborto ou a descriminalização das drogas?
Mas viva a liberdade! 
Abaixo o fascismo! 
Racista!
Homofóbico!
Xenofóbico!
Fora Temer!
Para os ocupantes isso já é o suficiente para justificar tudo.
Ninguém é responsável por nada, sejam estudantes, professores, líderes estudantis, sindicalistas...
Muito menos exigirão responsabilidade dos partidos políticos, sabidamente envolvidos em “ocupações”. Como se a tomada de um espaço público, novamente atentando-se para a linguagem, fosse o mesmo que a “ocupação” de uma carteira escolar. Trata-se de uma invasão, um crime em si, que nunca é tratado como tal, nem mesmo juridicamente.
Sem saber o que estão fazendo, e atraídos por um discurso goebbelsianamente repetido, prometendo um atalho hedonista, recheado de eterno prazer, satisfação de desejos pueris em loop infinito, acreditando posicionarem-se contra a autoridade quando enaltassem uma autoridade suprema, para supostamente destruir a tirania anterior, esses jovens invasores não conseguem explicar em números, dados e fatos, o que estão fazendo, a mando de quem e porque, convertendo-se em meras peças de um imenso culto à irracionalidade absoluta.
Infelizmente, para a mentalidade esquerdista dominante sobretudo no jornalismo, no meio acadêmico, na classe artística e entre os jovens partidários das ocupações, o dinheiro para educação, a dilapidação e destruição do patrimônio público ou uma facada parecem surgir do nada, como um passe de mágica, sem ter alguém que tenha criado as condições ou a ação que deixará vultuosos danos financeiros aos cores públicos ou um lugar vazio na mesa de uma família para sempre.


Links

Link para notícia sobre dados da Juventude no Brasil - Censo 2010

Link sobre estatísticas do ensino superior no Brasil
http://www.brasil.gov.br/educacao/2014/09/ensino-superior-registra-mais-de-7-3-milhoes-de-estudantes

Link para pesquisa sobre distribuição do ensino superior no Brasil, em rede pública e privada

Link para notícia sobre furto na UESC
http://vermelhinhoba.com.br/2016/11/27/integrante-do-movimento-ocupa-uesc-e-preso-apos-arrombar-sala-e-furtar-objetos-na-universidade/

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Comunicado Oficial do Juiz Sérgio Moro

Recebemos, via mensagem instantânea, este comunicado de autoria do Juiz Sérgio Moro.
Reproduzimos cópia integral do mesmo pois, trata-se assunto de suma relevância para o destino da nossa nação. Mais uma vez, os políticos brasileiros se articulam para, na calada da noite, atacar violentamente as bases da nossa democracia, fazendo das leis e do povo nada mais do que chacota.
Não podemos compactuar com isso!
Compartilhe esse informação, repassem!
A informação é uma grande arma!

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Folha de São Paulo abre inscrição para curso de jornalismo patrocinado pela Odebrecht e Friboi



Não, isso não é uma piada.

Não é uma pegadinha.
É mais um retrato do nosso país.
Não dá para decidir o que é mais vergonhoso: a Folha de São Paulo passando a perna em toda a categoria de profissionais do jornalismo ou fazendo um curso de formação de jornalista patrocinado pela ODEBRETCH e FRIBOI!
Realmente chocante, ainda mais vindo de um veículo de comunicação que se auto proclama(na própria propaganda acima) o maior jornal do país.
Não bastasse o crime cometido contra toda uma categoria, quando uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em 2009, revogou a exigência do diploma de jornalismo como requisito para o exercício da profissão, A FOLHA DE SÃO PAULO se dispõe a formar e contratar jornalistas sem diploma, com base num cursinho organizado por ela mesma.
Quando o STF considerou inconstitucional o Decreto-Lei 972/69, que exigia a formação de nível superior específica para a prática do jornalismo, os juízes argumentaram que a exigência do diploma ia de encontro à liberdade de expressão prevista na Constituição.
Sete anos após o julgamento do Supremo, já é possível avaliar as consequências negativas dessa decisão para a sociedade: A imprensa não reduziu seu monopólio, novos protagonistas não tiveram a oportunidade de ter mais espaço. O que aconteceu foi a precarização da formação dos profissionais e das relações de trabalho, muitas vezes com efeitos práticos na questão salarial. Por todo o Brasil, faculdades de jornalismo foram fechadas e as pesquisas e cursos de pós-graduação e especialização na área foram reduzidos. Os únicos beneficiados acabaram sendo os donos de empresas jornalísticas que ganharam muito com o fim do diploma.
A iniciativa da Folha comprova isso.

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Um milhão de desempregados na Bahia

A Bahia amarga a maior taxa de
desempregados da sua história

1 milhão de desempregados na Bahia! 
Recorde histórico nacional!
Depois de 2 mandatos consecutivos do PT com Jaques Wagner e mais meio mandato de Rui Costa (PT), olha a que ponto se chegou:
1 milhão de desempregados na Bahia! 
Nunca na história, a Bahia foi testemunha de tamanha inoperância e inércia de um governo de Estado. Neste terceiro trimestre do ano o número de desempregados alcança 15,9% do total, a taxa mais alta em todo o país. O percentual é inédito na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), metodologia iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O PT destruiu a Bahia. Isso é inegável, agora mais do que nunca fica provado. Um único estado do país concentra 10% dos desempregados da nação! Fora PT!


Link para pesquisa PNAD
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pnad_continua/default.shtm

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Adeus heróis de farda!



Expressamos aqui nossos mais profundos sentimentos às esposas, filhos, pais, irmãos, familiares e amigos desses heróis de farda, abatidos em cumprimento de seu serviço, durante ação policial hoje no Rio de Janeiro. Este ato criminoso, perpetrado contra eles, não pode ficar impune. A sociedade tem que deixar de ser omissa, hipócrita e ingrata. Chega dessa imbecilidade de direitos humanos para marginais. Quem tem direito a direitos deve ser apenas o cidadão de bem, que respeita a lei e cumpre seus deveres. Esperamos que a mídia também passe a se posicionar melhor, deixando de ficar em cima do muro e colocando os devidos pingos nos "is". Dizer que o helicóptero onde estavam os policiais sofreu uma pane, enquanto cinegrafistas amadores filmavam e narravam como o veículo havia sido atingido por rajadas de balas, é no mínimo conivência com a marginalidade. Isso para não dizer outra coisa. É fácil falar que a polícia não presta mas quero ver esses mesmos boçais irem para a rua sem ao menos receberem em dia seus salários e arriscarem a vida por gente que sequer conhecem.

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Rui Costa concede foro privilegiado a Jaques Wagner

Jaques Wagner e Rui Costa: união para barrar
possível prisão pela Lava Jato

Essa semana assistimos às prisões de "ilustres" políticos: Anthony Garotinho, Sérgio Cabral...
Adotando uma estratégia de redução de danos, o PT tenta desesperadamente, estancar a sangria criada pelas investigações de corrupção e outros crimes conduzidas pela Operação Lava Jato, concedendo foro privilegiado aos que podem ser presos a qualquer momento.
E foi assim que o ex-ministro e ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), foi nomeado pelo atual governador do estado, Rui Costa (PT), como coordenador executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Bahia (Codes), estrutura vinculada à Secretaria de Relações Institucionais (Serin). A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado na edição desse sábado (19).

Uma manobra que claramente visa barrar ações da Lava Jato. O argumento para a nomeação de Wagner no “Conselhão”, e não em uma secretaria específica, seria destruir o conceito de que o ex-ministro estaria “fugindo de Sério Moro e da República de Curitiba”. Mas é fato, público e notório, que Wagner é um petista de fundamental importância para o Partido dos Trabalhadores. O político não assumia cargos de governo desde maio deste ano, quando a então presidente Dilma Rousseff foi afastada interinamente da Presidência após a abertura de processo de impeachment. Na época, Jaques Wagner era chefe de gabinete da presidente e tinha status de ministro.
No governo Dilma Rousseff, Jaques Wagner foi ministro da Defesa (2014) e da Casa Civil (2015), como também chefe de gabinete da presidente (2016). No governo Lula, foi ministro do Trabalho (2003) e de Relações Institucionais (2005/6), além de ter chefiado o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (2004). Além disso, foi governador da Bahia por dois mandatos consecutivos (2007-2014) e deputado federal por três mandatos.
A nomeação, que indiscutivelmente tem uma pegada estilo Conseglier*, divide a opinião de petistas. Alguns acreditam ser uma manobra inteligente de Rui, se antecipando, com inteligência e rapidez, a possíveis interferências da República de Curitiba. Porém, existe um grupo que acredita que esta nomeação é equivocada e seria uma forma de confrontar e estimular uma resposta dos coordenadores da Lava Jato em investigar ainda mais o governo Rui Costa.
O fato concreto é que mais uma vez o povo brasileiro está sendo feito de palhaço, assistindo de camarote políticos e partidos acusados de corrupção implementarem estratégias macabras e duvidosas para protegerem e resguardarem seus crimes e segredos mais escusos. 



Conseglier* - Palavra popularizada pelo romance The Godfather (1969), e sua adaptação para o cinema. No romance, um consigliere é um consultor ou conselheiro para o chefe, com a responsabilidade adicional de representar o chefe em reuniões importantes, tanto no âmbito criminal familiar do chefe e com outras famílias do crime.

Print da página do Diário Oficial da Bahia
com a nomeação de Jaques Wagner



Link

Link para página do Diário Oficial da Bahia com Nomeação de Jaques Wagner
http://diarios.egba.ba.gov.br/html/_DODia/DO_frm0.html

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JORNALISTA CACO BARCELLOS É SALVO PELA POLÍCIA

Diz a sabedoria popular: A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
Esta frase encaixa perfeitamente na situação ocorrida ontem com o jornalista Caco Barcellos, atualmente à frente do programa PROFISSÃO REPÓRTER, da Rede Globo.
O jornalista cobria uma manifestação contra o pacote de austeridade fiscal no Estado do Rio, que está sendo discutido pelos deputados estaduais na Alerj (Assembléia Legislativa do estado do Rio de Janeiro), quando foi reconhecido por manifestantes, agredido e expulso do ato.
Lastimável que um profissional da imprensa passe por uma situação como essa. 
Repudiamos qualquer tipo de violência desnecessária.

Jornalista Caco Barcellos é salvo por policiais
durante manifestação no Rio de Janeiro
Porém não é possível assistirmos a um fato como esse sem mencionarmos algo de extrema relevância.
Nos anos 1990, Caco Barcelos escreveu e publicou um livro intitulado “ROTA 66 – A HISTÓRIA DA POLÍCIA QUE MATA”. Só pelo nome, já se tem noção da linha narrativa da obra em questão. Mais uma publicação onde os policiais são os vilões, retratados como pessoas cruéis, sem escrúpulos e indignos de confiança. Segundo o portal Abordagem Policial, em sua obra literária, o jornalista Caco Barcelos: “caricaturou policiais como feras raivosas ávidas por sangue inocente, e bandidos foram idolatrados como vítimas inocentes, incapazes de cometer mal algum, em uma evidente inversão de valores que mostra os referenciais pouco nobres em que o autor se baseia para tecer suas considerações. Caco Barcellos se mostrou carregado de um sentimento vingativo revanchista, buscando a qualquer custo desprestigiar uma instituição (...)"
Dito isso, torna-se interessante vermos que os mesmos policiais "raivosos", "capazes de consumir pessoas inocentes para saciar seu desejo de sangue”, foram os responsáveis por proteger, salvar e conduzir em segurança o jornalista que tanto os criticou, difamou e humilhou.
Isso vale uma reflexão.
Parabéns aos policiais, agentes cumpridores de seu dever acima de qualquer coisa. Vocês mostraram como a polícia defende a sociedade, ainda que isso fira sua própria carne.

Links

Link para resenha do site Abordagem Policial sobre o livro Rota 66 - A história da Polícia que Mata
http://abordagempolicial.com/2012/12/dissecando-rota-66/

Link para notícia sobre agressão a Caco Barcellos
http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/jornalista-caco-barcellos-agredido-durante-manifestacao-de-servidores-na-alerj-20476263.html

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Cidadãos brasileiros ocupam congresso em protesto contra a corrupção

Parabéns pela atitude!
O povo não pode ficar acovardado!
Fora corruptos!
O Brasil é nosso!


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Yuri Bezmenov, ex-agente soviético: Quem são os idiotas úteis

Yuri Alexandrovich Bezmenov (ru. Юрий Безменов) ou Tomas David Schuman, (Mitischi, União Soviética, 1939 - Windsor, Canadá, 1993) foi um jornalista da RIA Novosti e ex-informante da PGU KGB, que desertou em 1970.
Após assumir funções na Índia, Bezmenov passou a admirar o povo indiano e sua cultura. Ao mesmo tempo, começou a ressentir-se com a opressão da KGB contra intelectuais que discordavam das políticas de Moscou, decidindo desertar para o Ocidente. É lembrado por suas palestras e livros anticomunistas e pró EUA da década de 1980.
No vídeo abaixo, em uma entrevistada dada a uma rede de TV americana em 1983, Yuri fala sobre os idiotas úteis e como seu papel é importante na destruição da sociedade ocidental.


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Politicamente correto, será?


Muito provavelmente, a maioria de nós já foi enganada pelo politicamente correto. O termo é bonito, soa bem, parece polido, cheio de virtude, digno de ser aprendido e posto em prática.

Com o tempo, no entanto, aprendemos que se trata de um embuste, mais uma daquelas novas expressões incluídas em nosso vocabulário para confundir e dar aparência de virtuoso àquilo que é vil, frívolo e indecoroso; roupagem fina para grosseria, ou um lobo em pele de cordeiro.
Mao Tsé-Tung

Trata-se, na verdade, da pior ditadura que pode vir a existir: aquela em que os súditos se encarregam de subverter e subjugar seus iguais ao domínio de um poder tirano.
Falando em tirano, aproveitamos para esclarecer um fato de suma relevância no que diz respeito à origem do termo “politicamente correto”. Na China dos anos 30, aqueles que denotavam estrita conformidade com a linha ortodoxa do Partido Comunista, eram chamados de politicamente corretos. O termo foi cunhado por nada mais nada menos do que o próprio Mao Tsé-Tung. 
Em 1967 o livro de Mao - oficialmente intitulado "Mao Zedong na Guerra do Povo" (embora mais conhecido como “O livro Vermelho") - tornou-se a palavra final para correção política durante os anos 1960. Transportado por milhões de chineses durante a "Grande Revolução Cultural Proletária" de 1968, o pequeno livro vermelho consistiu de citações de vários escritos de Mao, incluindo clássicos como "Significado de Reformas Agrárias na China", "Problemas estratégicos da guerra revolucionária da China", "Sobre a retificação de ideias incorretas no Partido" e "Sobre o manuseamento correto de contradições entre as pessoas”. A distribuição subsidiada, pelo governo comunista chinês, deste livro fez com que O Livro Vermelho se tornasse o segundo livro mais vendido na história, atrás apenas da Bíblia, tendo aproximadamente 900 milhões de cópias impressas. 
Propaganda Chinesa incentivando
a leitura do livro vermelho
Assim, enquanto ele estava ocupado em transformar a China através de maciça "redistribuição da riqueza" (usando a violência e o terror para apropriar-se de grandes propriedades dos proprietários feudais e criar "comunas populares" em seu lugar), conduzindo guerras de guerrilha, promovendo "autossuficiência" da China, escrevendo poesia e filosofia, impondo políticas insanas que levaram a níveis sem precedentes de morte, fome e suicídios, até mesmo em massa - para não mencionar terrivelmente torturar até a morte milhares de opositores e críticos - o ainda reverenciado Mao Tsé-Tung estava obcecado com a certeza de que todos abraçavam os pontos de vista políticos "corretos", criando e fomentando o que se intitulou POLITICAMENTE CORRETO.

" De onde é que vêm as ideias corretas? Será que elas caem do céu? Não. Elas são inatas na mente? Não. Elas vêm de prática social e dela sozinho. Elas vêm de três tipos de prática social: A luta pela produção, a luta de classes e experiência científica "

"A fim de garantir que o nosso Partido e o nosso país não mudarão sua cor, é preciso não só ter uma linha correta e políticas corretas, mas deve-se treinar e trazer milhões de sucessores que levarão adiante a causa da revolução proletária”.

“O Partido Comunista sempre defendeu uma empresa e orientação política correta.... Esta orientação é inseparável de um estilo de luta dura. Sem uma orientação política firme e correta, é impossível promover um estilo de luta dura. Sem o estilo de luta dura é impossível manter uma firme orientação política correta".

Mao Tsé-Tung

Como todos os tiranos sociopatas, Mao teve uma grande tarefa diante dele: suprimir (se não extinguir) a consciência de centenas de milhões de pessoas através da manipulação, condicionando-as a pensar da mesma maneira - o que ele considerou a maneira "correta". Seu "Livro Vermelho", foi o manual de instruções ao qual os chineses oprimidos e amedrontados eram obrigados a seguir.
Interessante.
 Livro Vermelho
Mas o seu significado chegou até nós, disfarçado, oculto, embrulhado no “reluzente papel dourado" da transformação social. Um engodo que tomou forma nos anos 60, precisamente nos Estados Unidos, fruto do trabalho árduo dos membros da Escola de Frankfurt, radicados nos EUA, especialmente de Herbert Marcuse, o grande esquerdista responsável por promover as ideias que levaram os americanos a deflagrar, entre outras coisas, a revolução sexual.
Na época, universitários americanos abraçaram a defesa dos direitos civis, das mulheres, dos negros. Era uma época de inquietantes transformações na sociedade e sob a égide de que era preciso ensinar as pessoas a conviver com a diferença, estabeleceram-se as raízes do politicamente correto no ocidente.
Assim, negro virou afro-descendente, ativistas pró-aborto tornaram-se pró-escolha, pedófilos viraram praticantes de sexo intergeracional, estrangeiros ilegais tornaram-se imigrantes ilegais. O paradoxal aí é que, pela primeira vez na história americana, quem buscava estender os direitos civis também advogava por uma limitação na liberdade de expressão. Mas isso não foi à toa. Havia um objetivo muito preciso, muito pragmático. 
Alguns intelectuais e escritores mais atentos já haviam intuído e profetizado o emprego do politicamente correto como forma de controle social. O mais destacado dentre eles foi o escritor George Orwell
Em seu livro 1984, publicado em 1949, ele retrata o cotidiano de um regime político totalitário de modelo comunista. Orwell mostra como uma sociedade oligárquica é capaz de reprimir qualquer um que se opuser a ela. Um retrato da difusa fiscalização e controle de um regime coletivista-socialista na vida dos cidadãos, além da crescente invasão sobre os direitos do indivíduo. Desde sua publicação, muitos de seus termos e conceitos, como "Big Brother", "duplipensar" e "Novilíngua" entraram no vernáculo popular. 1984 é uma metáfora sobre o poder e atuação dos regimes comunistas. Orwell o escreveu imbuído de um sentido de urgência, para avisar os seus contemporâneos e às gerações futuras do perigo que corriam, e lutou desesperadamente contra a morte - sofria de tuberculose - para poder acabá-lo. Ele foi um dos primeiros simpatizantes ocidentais da esquerda que percebeu para onde o estalinismo caminhava e o enorme risco que a sociedade ocidental corria. Seu objetivo básico com a obra era imaginar as consequências de um governo stalinista dominante na sociedade britânica. Nas palavras do próprio Orwell:

George Orwell
"1984 foi baseado principalmente no comunismo, porque essa é a forma dominante de totalitarismo. Eu tentei principalmente imaginar o que o comunismo seria se estivesse firmemente enraizado nos países que falam Inglês, como seria se ele não fosse uma mera extensão do Ministério das Relações Exteriores da Rússia." 

Ah, mas como George Orwell previu o surgimento do politicamente correto?
O politicamente correto é a versão real da novilíngua, idealizada pelo governo autoritário do livro 1984. A novilíngua não nascia naturalmente como expressão da cultura e acúmulo de conhecimento do povo, mas pela condensação e remoção dos vocábulos e de seus significados, a fim de limitar o pensamento. 
Simplesmente não pode estar no universo das pessoas algo que elas não têm palavras para dar sentido pleno. Em outra palavras, se eu não posso nomenclaturar, não posso dar sentido. Controlando, portanto, a linguagem, os governantes controlavam os pensamentos e qualquer oposição que pudesse surgir de novas ideias. Logo, não era preciso se preocupar em proibir a menção de coisas, pessoas, ou situações. Bastava diminuir o alcance de construção racional sobre elas.
Da mesma maneira, o politicamente correto quer sugerir verbetes que nos imponham um pedido de autorização para falar sobre determinados assuntos, tornando imoral o uso de sinônimos diversos.
Começa-se com coisas simples, aparentemente sem consequências importantes: o aleijado é deficiente físico; o cego é deficiente visual; o surdo é deficiente auditivo e assim por diante. Construções que aparentam apenas carregar em si um Q de eufemismo, de suavidade. Porém, o mesmo artificio é empregado para mudar totalmente parâmetros, como, por exemplo, nos casos de nomenclaturar viciados em drogas como dependentes químicos defensores do aborto como ativistas pró-escolha ou os adeptos da pedofilia como praticantes de sexo intergeracional.
Por mais que saibamos que existem maneiras discretas de se referir a determinadas situações, tornamo-nos mal educados e incorretos pelo simples fato de usar algumas palavras, que em si nada têm de ofensivas, são apenas descritivas, mas que na cartilha politicamente correta, adquiriram uma conotação inadequada, insensível e grotesca.
No entanto, o mais grave ocorre quando da emissão de opiniões, de ideias ou da consciência. Expressar desacordo tornou-se discurso de ódio, e qualquer parecer contrário aos interesses de um determinado grupo vira “fobia”.
Ou seja, a opinião é criminalizada sem a necessidade de lei.
Essa é a realidade da sociedade contemporânea. Quando conversamos, dialogamos ou expressamos nossas ideias, fazemos o tempo todo como que pisando em ovos.
As pessoas tornaram-se extremamente sensíveis a qualquer objeção ou ideia que venham a lhes desagradar. As palavras devem ser cuidadosamente escolhidas, e é preciso ter certeza que ninguém se sentirá ofendido com o que será dito.


O uso constante do sufixo “fobia” é uma clara imposição da novílingua, a aceitação forçada do discurso oficial, bem como o de rotular oposição como discurso de ódio. Na era do politicamente correto, todos nos tornamos, de alguma maneira, fóbicos e odiosos.
Se alguém não concorda com o modo de pensar ou de agir de outra pessoa, logo é acusado de ter fobia e odiar aquele a quem se opõe.
Uma demonstração bem clara dessa prática se dá no caso do programa Mais Médicos. Se você argumenta que o Brasil tem meios alternativos de resolver os problemas da saúde pública com seus próprios médicos, e, por isso, é contra a vinda de profissionais cubanos, será instantaneamente rotulado de xenofóbico.
Não interessa que você levante bons argumentos racionais, e que você não tenha nada contra os cubanos pelo fato de serem de outra nacionalidade. Você se tornou xenofóbico. Ponto final.
Igualmente, se você é contra determinada ideologia ou partido político, qualquer coisa que vier a falar contra eles, será denunciado como discurso de ódio. Algo totalmente conveniente aos intuitos primários da criação do politicamente correto como novílingua, nova língua: homogeneizar o pensamento e sua externização, tiranizando o povo e oprimindo dissidentes do sistema.
É interessante também notar que isso cria uma armadilha no momento que se exterioriza uma discordância. Veja alguns exemplos que geram discussões acaloradas: 
1- quando o cristão defende princípios conservadores acerca da sexualidade, ele é rotulado de homofóbico. Não é preciso que o cristão tenha externado opinião alguma sobre gays ou lésbicas. Basta apenas que ele se declare partidário da ideia de casal como sendo a união entre um homem e uma mulher. Pronto. Isso é mais do que suficiente para rotulá-lo como homofóbico. A partir daí nada mais que o cristão venha a dizer ou fazer, será capaz de desfazer a imagem preconcebida que lhe foi imposta pelo discurso politicamente correto.
2- quando uma mulher declara sua preferência por cabelos lisos ao invés de crespos já é fator suficiente para que seja rotulada de racista. Não lhe é permitido sequer explicar sua escolha ou respeitar sua opção individual, sua opinião.
3- quando um indivíduo se diz favorável às ações da operação lava-jato, automaticamente já é rotulado como coxinha. Não importando os crimes, contravenções e malefícios que os envolvidos tenham perpetrado. Criticar um político corrupto de esquerda é o bastante para ganhar o rótulo.
Trata-se, claramente, de um preconcebimento de classificações, generalização de opiniões que sequer foram explicitadas. Algo que passa a 500 quilômetros da mais remota ideia de expressão da realidade.
Note bem, que o mecanismo mais difundido pelos partidários de nova língua é o acréscimo do sufixo fobia a tudo que lhes for contrário. Voilà! Está aí a defesa das ideias daqueles que se autointitulam “politicamente corretos”. Para eles, o pulo do gato é: dificultar que a outra pessoa construa argumentos, mesmo que para isso seja necessário transformar o diálogo em ataque pessoal, fora do campo da razão. Se alguém tentar argumentar contra uma prática ou uma ideia, basta apenas gritar aos quatro cantos que aquele discurso é cheio de ódio. Pronto! Aos olhos de muitos, o politicamente correto sempre sairá vencedor.
Quando o debate e a expressão são limitados, em vigia constante de uns sobre os outros acerca do que é certo dizer ou não, sobre quais palavras podem ser usadas e acerca do que se é permitido pensar, o diálogo, o confronto de ideias e a dialética tornam-se impossíveis. Instaura-se, assim, uma ditadura disfarçada e alimentada pelos próprios escravizados. O princípio de funcionamento por trás correção política é intimidação crua: Em uma cultura politicamente correta, se você ousa usar certas palavras - e, por extensão lógica, mesmo pensar de uma determinada maneira - você é ignorante, insensível, intolerante ou preconceituoso.
O que resta é o silêncio: vivemos a tirania do politicamente correto. 
O marxismo transformado em linguagem. 
O socialismo tiranizando nossa própria comunicação, nossa escrita, nosso idioma.
A ideia do politicamente correto é um verdadeiro ataque à liberdade da mente humana.


“O politicamente correto que pretende elevar-se a pensamento único, é uma nova ideologia totalitária. E mais perigosa e sutil, porque não se afirma e nem se pretende como tal. Não tem sede, nem partido, nem líder. É difusa, e todos sempre de algum modo vergam numa plenamente colonização cultural, impondo silêncio do que passa por inconveniente, criando tiques e reflexos condicionados, que nos levam todos a dizer o mesmo...” 
Paulo Ferreira da Cunha, 
professor catedrático da Faculdade de Direito
da Universidade do Porto


Links

Link para artigo sobre reflexões acerca do politicamente correto

Link para download do livro 1984, de George Orwell

Link para artigo sobre origens do politicamente correto

Link para artigo sobre o controle do politicamente correto sobre a mente humana

Link para download do Livro Vermelho - Mao Tsé-Tung







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©2007 '' Por Elke di Barros