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E o mundo tornou-se fêmea !

Você toma pílula anticoncepcional ou utiliza algum método contraceptivo à base de hormônios? Por que pergunto?
Já, já você vai entender.
Agora outra pergunta: já ouviu falar em Conversores de Gênero?
A grande maioria nunca ouviu falar.
Conversores de Gênero são substâncias químicas produzidas pelo homem capazes de alterar e danificar o aparelho sexual, em especial o masculino.
Peraí, não estou falando em algo especialmente criado para quem desejaria mudar de sexo. Estou falando de algo totalmente fora de controle.
Algo que poderá trazer desastrosas conseqüências para a evolução, não só humana, bem como a animal e vegetal.
Uma espécie de feminização dos machos das espécies vertebradas.
Agora onde as pílulas entram nisso?
Os hormônios contidos em métodos contraceptivos são secretados através da urina de seus usuários, entram na água, que é tratada e reaproveitada. Agora pasmem: nenhum método de tratamento ou purificação elimina os hormônios da água.
Logo, podemos concluir que ingerimos doses diárias de hormônios sexuais, sem ao menos termos conhecimento.
E esse novelo ainda é muito mais extenso.
Todos os vertebrados têm receptores hormonais semelhantes. Então, agora encontramos peixes machos que produzem ovos em seus testículos, sapos cururus que se tornaram hermafroditas, crocodilos com pênis menores, tartarugas que originam ninhadas 90% femininas, estorninhos machos que cantam como fêmeas, ursos polares com pênis e vagina.E a lista não para por aí. Orcas, alces, camundongos, baleias belugas, antílopes...
Todos sofrendo ameaça de extinção por nossa causa.
O alarme pode até ter disparado quando percebemos um aumento no número da população feminina, além do aumento nos índices de homossexualismo masculino.
A máxima “Tá faltando homem” já pode ser considerada um eufemismo. A coisa toda é muito séria.
Os mais minimalistas poderiam pensar: “Bom, deixa os animais pra lá. Eu não estou sendo atingido”.
Ledo engano.
Estudos mais aprofundados já mostram que a carga indesejada de hormônios pode ser, e é, transmitida para seres humanos através da nossa cadeia alimentar. Um simples filé de peixe pode ser encarado como uma potencial dose de hormônio sexual.
Então não é de se espantar o fato de que nascem mais meninas do que meninos. Calcula-se que apenas nos EUA e Japão 250 mil crianças que teriam nascido meninos, acabaram por nascer meninas.
A problemática vai muito além do mero aumento da população feminina. Ela perpassa pela emasculação de toda a população masculina existente.
Especulando um pouco, você tem um amigo ou conhecido que de uma hora para outra passou a ter inclinações homossexuais? Isso também vem sendo avaliado como possível influência das substâncias Conversoras de Gênero, pois um grande consumo de hormônios sexuais femininos pode tornar viável a feminização das espécies masculinas. Um verdadeiro pesadelo.
Ongs do mundo inteiro já começam movimentos contra os chamados “Perturbadores Endócrinos” ou "Conversores de Gênero". Ainda são muito poucas as informações disponíveis sobre esse tema e muitas pesquisas ainda encontram-se em andamento.
A evolução dessa desenfreada feminização é muito mais rápida e voraz do que nossa lenta tecnologia biológica.
O que podemos fazer?
Por enquanto muito pouco.
Os tais “Conversores de Gênero” estão nas embalagens de alimentos, cosméticos, talcos para bebê, pesticidas...Isso sem falar nos alimentos propriamente ditos.
A magnânima Comissão Européia admitiu que das mais de 100 mil substâncias químicas a que somos expostos cotidianamente, 99% não são adequadamente reguladas, e, caiam duros agora, várias delas são classificadas como Perturbadores Endócrinos, por sua capacidade de interagir e interferir em hormônios sexuais, entre outros.
Voltando ao nosso papel e ao que pode ser feito.
Eu já vesti a camisa da ong Rede Mundo Melhor e sou uma multiplicadora da Campanha Laços, uma iniciativa que combate à proliferação e o uso dos Conversores de Gênero. Converso com mulheres que usam pílulas anticoncepcionais esclarecendo sobre como o “xixi” delas está colaborando com o extermínio das espécies masculinas.
Se você conhece alguém que toma pílulas incentive-a a utilizar um outro método. Pode parecer pouco. Mas com sua pequena ajuda estaremos reduzindo os índices de estrógenos na natureza. Garantindo a perpetuação da nossa espécie e de várias outras.
Abrace essa ideia.

* Este texto foi publicado na Revista Folha da Praia, Edição 125, de 2009, com autorização da Editora deste blog.

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