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Saúde

Derrubando Mitos da Alimentação

Este post compõe-se de uma série de vídeos do programa Canal Livre, exibido pela Rede Bandeirantes, sobre mitos da alimentação. Procurei muito por este material, pois o considero de extrema importância para a saúde de todos.
Antonio Gilberto Bertechini

O zootecnista e professor da Universidade Federal de Lavras, Antonio Gilberto Bertechini, tratou da utilidade e do objetivo da produção da carne em laboratório, comentou os benefícios do consumo de gordura animal pelo homem e fez uma diferenciação entre os benefícios das carnes de boi, porco, frango e coelho.


Na segunda parte do programa, o zootecnista e professor da Universidade Federal de Lavras, Antonio Gilberto Bertechini, falou sobre os benefícios do consumo de carne de diferentes animais, avaliou sobre a dieta dos vegetarianos, comentou os benefícios do consumo de insetos por humanos, e explicou a relação entre a ingestão de carne vermelha e o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer.


Na terceira parte do programa, o professor Antonio Gilberto Bertechini falou sobre a fiscalização da qualidade das carnes vendidas no Brasil, comentou o preconceito acerca da carne de porco e apresentou os benefícios do consumo do Ômega 3, que diga-se de passagem, não é encontrado em nenhum peixe brasileiro!

Vídeo 03

Na penúltima parte do programa, Antonio Gilberto Bertechini falou sobre a ausência de hormônio em diferentes tipos de carne, dos benefícios do consumo do ovo, e dos malefícios das frituras e dos alimentos vendidos nas redes de fast-food.


Na última parte do programa, o professor falou sobre os alimentos diet e light, o consumo exagerado de açúcar por parte da população, os males causados pelo adoçante e a falta de investimento na produção de antibióticos mais modernos.


Certamente essa entrevista foi muito valiosa!



A importância de ler a bula!


De repente a vida parece ser um filme de ficção científica, aquele remedinho que você tomou para a dor no braço faz surgir alguns sintomas estranhos e você se sente como o resultado de uma experiência (que não deu certo) de laboratório: sua pele começa a descamar, seus olhos lacrimejam sem pausa e seu xixi fica azul. São os chamados EFEITOS COLATERAIS.

Pesquisamos e descobrimos os 7 efeitos colaterais mais estranhos.
Sejam só!

Primeiro: Perda das Impressões Digitais
Sim, isso é possível e um caso foi registrado há alguns anos, quando um homem de Singapura ficou horas retido na imigração dos EUA por não apresentar impressões digitais. Depois, ficou comprovado que o homem estava fazendo tratamento quimioterápico com base em uma droga conhecida como Xeloda. O fato é que esse tipo de medicamento causa descamação da pele e, eventualmente, as impressões digitais podem desaparecer nesse processo.

Segundo: Esquecimento
Esse é outro efeito colateral de alguns medicamentos, especialmente os calmantes e os remédios para dormir. Em casos de falta de memória, é sempre bom procurar um médico.

Terceiro: Perda do Olfato
Você já ouviu falar de anosmia? Pois é assim que a Medicina chama a falta parcial ou total da sensibilidade olfativa. Essa característica é tida como efeito colateral de alguns medicamentos que tratam da hepatite, leucemia e esclerose múltipla.

Quarto: Apostas e Sexo
Cientistas ainda apuram com é possível que o tratamento para a síndrome das pernas inquietas acarrete um aumento significativo pelo desejo de fazer apostas e sexo.

Quinto: Fome Noturna
O Zolpidem, remédio que ajuda àqueles com problemas de sono, parece fazer com que alguns pacientes sintam uma fome além do normal à noite. E por fome à noite você pode entender que indivíduos já foram flagrados cozinhando e comendo enquanto dormiam. Sim, isso mesmo. Trata-se de uma forma diferente e esfomeada de sonambulismo.

Sexto: Alucinações
Aparentemente o medicamento Mefloquina, usado no tratamento da malária, é responsável por casos de alucinações e problemas de origem psiquiátrica. Outro medicamentos também podem causar este mesmo efeito quando ingeridos com bebidas alcoólicas.

Sétimo: Xixi Azul
A cor azul é raramente produzida pela natureza, então é de se espantar muito que algumas pessoas possam fazer xixi azul. Remédios como antidepressivos, analgésicos e anestésicos podem fazer com que a sua urina fique dessa cor, já que a cor do xixi pode vir da cor de algum desses comprimidos.



Agora dá para entender a importância de lermos as bulas...







Crocs: RISCO IMINENTE PARA AS CRIANÇAS



Confortável, fashionista e prática. Conveniente para crianças ativas e pais atarefados. 
Esta é a Crocs, um tipo de sandália feita com a resina de célula fechada Croslite™, que representa uma substancial inovação em calçados. O material Croslite™ permite a produção de calçados macios, confortáveis, leves, antimicrobiais, resistentes ao odor super coloridos e que não marcam o piso.
Uma beleza, né?
Nem tanto assim.
O problema que relataremos aqui, não é atribuído à sandália em si mas ao uso inadequado que muitas pessoas, em especial pais, fazem desse produto. Isto porque criou-se o hábito de usá-lo em escolas, parques, shoppings... É aí que se encontra o terror.Na quinta-feira, dia 25 de abril de 2013, a jovem mãe Cristiane Correia foi ao Shopping Metrópole em São Bernardo do Campo, exatamente na Loja Renner, com sua filhinha de quatro anos. Ela usava Crocs tipo sapatilhas e a pequena, Crocs sandálias. 
Ao irem embora, direcionaram-se à escada rolante. Ambas estava no mesmo degrau, dadas as mãos, atentas para ficarem no centro do degrau, justamente para não correrem o risco do pezinho menina encostar na lateral da escada. Entretanto, ao final da escada, antes que se tornasse uma esteira, Cristiane sentiu sua sapatilha agarrar. Foi muito rápido, questão de segundos. Assustada, ela saiu da escada e no mesmo instante que iria tirar a filha da escada (pois segurava a sua mão), ouviu gritos de terror. A Crocs da criança foi literalmente engolida pela engrenagem. O desespero foi tamanho... Com um esforço muito grande a mãe conseguiu tirar a menina que gemia de dor. Conduzidas ao ambulatório do Shopping e posteriormente a um hospital, foram constatadas várias fraturas e ferimentos no pé da criança.
O ortopedista que atendeu a menina logo perguntou se ela estava de Crocs.
Este acidente nos deixa um alerta: Por ter uma base altamente aderente e totalmente flexível, a Crocs faz com que as crianças se tornem ainda mais vulneráveis, principalmente em esteiras e escadas rolantes.
Já são inúmeros os casos de acidentes envolvendo o uso de Crocs em escadas rolantes não somente no Brasil, mas como Estados Unidos, Japão, Singapura, inclusive com relatos de amputação.
Estes casos já fizeram com que shoppings e outros estabelecimentos disponibilizem sinalizações com cuidados, até simulando uma sandália Crocs em placas de advertência.
Na embalagem da sandália, a Crocs há um aviso com os seguintes dizeres:
“AVISO
Para evitar ferimentos pessoais graves na utilização de escadas ou esteiras rolantes:
- Permaneça no centro do degrau, olhando para frente
- Não encoste em qualquer superfície próxima ao movimento da esteira/escada rolante ou dos degraus
- Pise com cuidado ao entrar ou sair da esteira/escada rolante
- Segure as crianças pelas mãos e supervisione-as durante todo o tempo”
O próprio fabricante já alerta para os riscos.
Para que acidentes não se tornem tragédia, devemos zelar pelos nossos pequenos e adotar o uso da crocs apenas como pantufa, no conforto do lar.






Sete motivos para 
consumir óleo de coco


Quatro colheres de sopa por dia. Essa é a quantia média recomendada para o consumo do óleo de coco, uma gordura saturada, mas de origem vegetal, que está fazendo a cabeça não só de quem está de dieta, mas até daqueles que precisam controlar problemas de saúde. O produto 100% natural apresenta propriedades que favorecem a perda de peso, reduzem o colesterol ruim e até controlam os níveis de açúcar no sangue. 



Vendido em lojas de produtos naturais e algumas farmácias, o óleo de coco apresenta duas versões. Uma delas em cápsulas, que devem ser ingeridas no horário do almoço ou do jantar. Já a versão em óleo pode ser adicionada no preparo dos alimentos, em pastas e patês para acompanhar torradinhas ou mesmo em vitaminas. Para entender como ele age no organismo e conhecer outras boas razões para consumi-lo, Ideias de Barbara fez uma pesquisa para vocês!!

Confiram as dicas!

Controla a compulsão por carboidratos
Além de todos esses benefícios, o óleo de coco certamente deve ser um alimento que não pode faltar na dieta de quem tem diabetes ou de quem não resiste a uma guloseima. Assim como os alimentos ricos em fibras, ele ajuda a manter níveis estáveis de glicose no sangue e não estimula a liberação de insulina, o que diminui a compulsão por carboidratos. Ao contrário de outros óleos poli-insaturados, que dificultam a entrada de insulina e outros nutrientes dentro das células, o óleo de coco favorece essa entrada e, por isso, a taxa de açúcar no sangue fica normalizada.

Promove a saciedade
Por ser uma gordura, o óleo de coco tem uma digestão diferenciada. Ele permanece mais tempo no estômago do que um carboidrato, por exemplo, o que aumenta a sensação de saciedade. Com o apetite reduzido fica mais fácil segurar a vontade de petiscar o dia todo, hábito que pode sabotar a dieta e, consequentemente, o desejo de emagrecer.

Acelera o metabolismo
Se consumido diariamente, o óleo de coco aumenta o gasto energético do organismo. Ele estimula o funcionamento da glândula tireoide, que está diretamente ligada ao nosso metabolismo, o que aumenta a queima de calorias. Assim, não adianta apostar em dietas radicais se essa glândula e, consequentemente, seu metabolismo não está funcionando adequadamente. O ponteiro da balança simplesmente não sairá do lugar.

Melhora a prisão de ventre
Por ter rápida absorção e solubilidade, o óleo de coco também é amigo do intestino. Seus componentes agem normalizando o trânsito intestinal". As ações benéficas para o intestino também valem no caso de o intestino solto, pois ele ajuda a eliminar bactérias perigosas e favorece o crescimento da flora intestinal saudável.

Reduz o colesterol
O bom funcionamento da tireoide, favorecido pelo consumo de óleo de coco, também garante a redução do colesterol LDL (colesterol ruim) e a elevação do colesterol HDL (colesterol bom). Isso ocorre porque essa glândula consegue metabolizar esse componente na formação de hormônios essenciais. Com a normalização da taxa de colesterol sanguíneo há diminuição do risco de doenças cardiovasculares.

Fortalece o sistema imunológico
Outro benefício do óleo de coco é o fortalecimento do sistema imunológico. Ele age no combate e na prevenção contra o ataque de bactérias e fungos que ameaçam nossa saúde e ainda melhora a absorção de nutrientes, reforçando as defesas do organismo. Isso ocorre devido ao ácido láurico, também presente no leite materno e que tem o poder de combater inúmeras infecções.

Combate o envelhecimento precoce
O óleo de coco promove a diminuição de radicais livres presentes no organismo, responsáveis pelo envelhecimento celular. Isso acontece graças a ação de componentes da vitamina E, presentes no óleo. Até certo nível, os radicais livres são benéficos para o corpo, mas o acúmulo pode causar não só o envelhecimento precoce, como também o desenvolvimento de um câncer em decorrência da oxidação de células saudáveis.

Fonte: Minha Vida






Dar prazer proporciona mais felicidade do que receber

Uma pesquisa da Universidade do Arizona e da Faculdade Hanover, no Estado de Indiana, nos Estados Unidos, acaba de jogar por terra a teoria de que ser feliz na cama significa apenas receber prazer. Os cientistas concluíram que boa parte de uma vida sexual feliz pode vir do ato de dar prazer, muito mais do que receber. As informações foram publicadas pelo site Alternet. 

O estudo foi realizado com a participação de 96 casais, que forneceram informações sobre atitudes tomadas em favor do outro como frequência sexual, tipo de atividades sexuais, conversas sobre o assunto e intimidade. 

Depois, os pesquisadores investigaram os sentimentos em relação a essas mudanças e ainda quais demonstrações de afeto - abraços, beijos e carinhos - faziam parte da rotina e com que frequência. Para a maioria, satisfazer o parceiro significou aumento da própria realização no quesito sexual. 

Além disso, homens e mulheres que demonstraram mais disposição em implementar mudanças disseram ter atingido mais satisfação nas relações. As mudanças de comportamento podiam incluir aumento da frequência sexual ou até mesmo a redução do número de relações, desde que fosse pra agradar ao parceiro. 

Os casais que investiram no aumento das carícias e da intimidade, incluindo abraços, beijos, carinhos e massagens nas relações, também afirmaram ser mais satisfeitos no quesito sexual. 

Os pesquisadores afirmaram que o aumento da felicidade não significou grandes performances, mas apenas mudanças de atitudes que transmitiram ao parceiro a ideia de que o outro se importa com suas necessidades. 


(Fonte: Terra)







Segredos para ficar em forma com 20, 30 ou 45 minutos de corrida


Se você dedica apenas 20 min à corrida, saiba que não ficará um “ás” nesse esporte, mas ao menos manterá um condicionamento físico aceitável. Abaixo, você encontra algumas sessões que vão permitir que aproveite o seu tempo ao máximo quando só tiver….

20 minutos

Trote 5 min e faça 25 m de skipping para frente (corrida elevando os joelhos) e 25 m para trás (levando os pés em direção ao glúteo). Depois, corra 5 min aumentando a intensidade progressivamente, até que fique difícil manter o ritmo. Mantenha essa intensidade por outros 5 min ou aumente um pouquinho mais e volte progressivamente ao ritmo normal
de rodagem, durante 5 min.

30 minutos
Faça o treinamento anterior e acrescente duas séries com a seguinte sequência: 30 s de flexão de braços, 30 s de agachamento e 30 s de abdominais, 1 min de prancha e 90 s de passadas caminhando. Acabe os minutos finais trotando suavemente.

45 minutos
Prolongue por mais 10 min o ritmo final de rodagem do treinamento de 20 min, acrescente as duas séries do treino anterior e finalize com 5 min de alongamento de gêmeos, isquitibiais, quadríceps, psoas, glúteos e adutores, mantendo por 30 s a posição de cada um deles.



Câncer pode estar relacionado ao ambiente de trabalho

Levantamento realizado pelo INCA apontou 19 tipos de tumores malignos que podem ter relação com as profissões. Entre eles, o câncer de pele, laringe, fígado, leucemias, câncer de mama e pulmão.
Levantamento do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) revela que, pelo menos, 19 tipos de tumores malignos, entre eles os de pulmão, pele, fígado, laringe, bexiga e leucemias podem estar relacionados à atividade profissional e ao ambiente de trabalho do paciente. O dado consta da publicação “Diretrizes para a Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho”, lançada pelo instituto, nesta segunda-feira, dia 30. De acordo com as estatísticas, o Brasil registrará este ano 20 mil novos casos de câncer relacionados à ocupação dos pacientes. A publicação está disponível no site do INCA pelo endereço www.inca.gov.br.
O levantamento, que reuniu as últimas pesquisas mundiais sobre câncer relacionado ao trabalho, revela desde as substâncias mais comuns associadas ao desenvolvimento de tumores malignos, como o amianto (ou asbesto) - classificadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como cancerígenas - até produtos aparentemente inofensivos, como poeiras de madeira e de couro, além de medicamentos, como os antineoplásicos, por exemplo.
Trabalhadores de profissões como as de cabeleireiro, piloto de avião, comissário de bordo, farmacêutico, químico e enfermeiros são mais propensos ao desenvolvimento desses tumores, justamente pela a estas substâncias.
“Raramente o médico pergunta ao paciente qual a ocupação dele. É importante que os profissionais da saúde questionem aos doentes diagnosticados com câncer qual foi a rotina laboral que exerceram por mais tempo em suas vidas. Só assim será possível identificar e registrar os casos de câncer relacionados ao trabalho no Sistema Nacional de Agravos do Ministério da Saúde (Sinan)”, alerta epidemiologista Ubirani Otero, responsável pela área de Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho e ao Ambiente do INCA.
CONTEXTO - No Brasil, a Previdência Social concedeu, em 2009, 113.801 benefícios de auxílio-doença por câncer (acidentário e previdenciário), sendo que apenas 0,66% deste total foram registrados com base na relação ocupacional do paciente.
O diretor-geral do INCA, Luiz Antonio Santini, comenta que a publicação traz todo o conteúdo didático sobre os principais agentes cancerígenos, os tumores malignos por eles provocados e a associação com algumas ocupações específicas. “Os trabalhadores precisam de mais informações sobre os riscos no exercício de suas funções, porque as concentrações de substâncias cancerígenas, geralmente, são maiores nos ambientes de trabalho quando comparadas a outros locais”, explica. Santini informa ainda que, de acordo com as estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), 440 mil pessoas morreram no mundo em decorrência da exposição às substâncias perigosas. Desse total, 70% foram vítimas de algum tipo de câncer.

PREVENÇÃO - De acordo com as diretrizes do INCA, para reduzir o número de tumores malignos relacionados com exposições ocupacionais, a principal estratégia consiste na eliminação ou redução da exposição aos agentes causadores. Desse modo, o primeiro passo para prevenir o câncer deverá ser a identificação de agentes conhecidos por causarem aumento do risco para a doença. A legislação já prevê alguns instrumentos capazes de auxiliar nessa identificação, como a ficha de informação de produtos químicos, a catalogação das empresas com a atividade ou uso de agentes cancerígenos, o reconhecimento e a avaliação de risco nos ambientes de trabalho, além do controle da exposição aos fatores de risco.
Os principais grupos de agentes cancerígenos relacionados ao trabalho incluem os metais pesados, agrotóxicos, solventes orgânicos, formaldeído e poeiras (amianto e sílica). A via de absorção (respiratória, oral ou cutânea), a duração e a frequência da exposição aos agentes nocivos influenciam a toxidade, mas esses dois últimos fatores não são fundamentais para o desencadeamento do processo da carcinogênese.
“A prioridade da prevenção é a remoção da substância cancerígena do processo das atividades exercidas pelos trabalhadores. Enquanto isso não acontece, as recomendações alternativas são: evitar a exposição e gradualmente eliminar o uso desses agentes, restringir o contato com cancerígenos a determinadas atividades, com a adoção de níveis mínimos de exposição, associado ao monitoramento ambiental cuidadoso, além da redução da jornada de trabalho diário”, completa Ubirani.



Doenças de verão

O verão começa oficialmente no dia 21 de dezembro. Essa é a época mais quente do ano e também a que exige maiores cuidados com a saúde, pois o calor proporciona condições ideais para a ocorrência de algumas doenças. As doenças mais freqüentes no verão são aquelas que levam a perda de líquidos e a desidratação. No entanto, outras doenças também são muito comuns. A insolação, as micoses e a intoxicação alimentar são doenças freqüentes que podem atrapalhar as suas férias".


A Desidratação

A desidratação é a perda de líquidos e sais minerais do corpo. Normalmente, perdemos em média 2,5 litros de água por dia, seja pela urina, fezes, suor ou até mesmo pela respiração. Essa perda pode ser aumentada por vários fatores no verão. O aumento da transpiração, ou ainda alterações provocadas pela ingestão de alimentos contaminados ou mal conservados como vômitos e diarréias são mais freqüentes neste período

Quando uma pessoa está desidratada, ela apresenta sede, fica muito tempo sem urinar, com a boca e mucosas secas, olhos ressecados e fundos e mais irritada.

A desidratação pode ser grave e por isso, deve ser evitada. Algumas dicas importantes para prevenir a desidratação são: prefira local arejado e com sombra, use roupas leves, e ingira constantemente líquidos, deve-se estar atento também aos alimentos consumidos.

O soro caseiro pode ser utilizado sempre que se suspeitar de uma desidratação. Ele deve ser feito misturando uma colher de chá de açúcar e uma colher de café de sal em um litro de água. Deve-se oferecer à pessoa desidratada à vontade a cada 20 minutos e após cada evacuação no caso de diarréia. Há casos em que a desidratação se torna mais grave sendo necessário o atendimento hospitalar.

Micoses

Como o verão é a estação mais quente do ano, transpiramos muito e temos mais contato com a água. Isso faz com que a nossa pele fique úmida por mais tempo. A umidade da pele favorece o aparecimento das micoses, que são doenças causadas por fungos e que podem ser adquiridos na praia ou nas piscinas. Em contato com a pele úmida, os fungos se desenvolvem rapidamente.

Todo o corpo pode ser afetado pelas micoses. No verão, é mais comum o acometimento das virilhas, pés e unhas.

A doença inicia-se sempre por uma pequena lesão vermelha. Provoca escamação contínua da pele e coceira. O stress e o sol podem facilitar a sua manifestação.

No pé, a micose mais freqüente é o pé-de-atleta, ou frieira. Ela ocorre entre os dedos. Esse tipo de micose quando não tratada pode facilitar a entrada de germes na perna provocando erisipelas, além disso com o passar do tempo provoca mau cheiro.

Nas unhas a doença mais freqüente é a onicomicose. É provocada por fungos e também por outro tipo de microrganismo comum na natureza: as leveduras. Inicia-se na ponta da unha, deixando-a amarelada. Dói bastante e incomoda. Aos poucos, a unha fica espessada e com aparência feia.

Ao sinal de micose, deve-se procurar o dermatologista. A automedicação não é aconselhada já que as micoses podem ser confundidas com outras doenças.

Intoxicação Alimentar

Nas férias é comum que as pessoas se alimentem na praia, no clube ou em outros locais que muitas vezes não possuem higiene adequada no preparo e conservação dos alimentos. As refeições em self-service que são comuns nestes períodos, os salgadinhos na praia, os peixes e outros petiscos que na maioria das vezes ficam expostos por longos períodos à temperatura ambiente são os principais causadores da intoxicação alimentar.

Intoxicação alimentar é o nome que se dá aos sintomas desagradáveis que uma pessoa experimenta depois de ingerir alimentos contaminados por microorganismos nocivos. Os microorganismos afetam diversos tipos de alimentos, não sendo obrigatório que ele esteja estragado para que ocorra a contaminação. São várias as causas de intoxicação alimentar.

Quando uma pessoa ingere um alimento contaminado, ela pode desenvolver alguns sintomas que variam de acordo com o microorganismo causador do distúrbio. Um alimento contaminado pela Salmonela, por exemplo, que é um microorganismo que atinge as carnes, pode causar diarréia, um simples desarranjo intestinal, náuseas, vômitos, febre, cefaléias, e até mesmo, desidratação grave.

Em geral, os sintomas da intoxicação alimentar duram poucos dias. Nos casos menos graves, um dia de repouso e a ingestão de uma grande quantidade de água ou de sucos, são suficientes para compensar a perda de líquidos provocada pela diarréia ou pelos vômitos. Nos casos mais graves, é necessário procurar um médico para o tratamento especifico contra o agente causador da intoxicação. A intoxicação alimentar nos casos mais graves pode ser fatal.

Com alguns cuidados básicos você poderá fazer com que o verão seja ainda mais prazeroso.




Pilates pode ser um bom aliado da vida sexual

Resultados começam a surgir cerca de três meses após início da prática, garante especialista. Corpo flexível e alongado é uma das vantagens com o pilates há uma ganho de força na musculatura e flexibilidade pélvica, o que possibilita maior desempenho sexual. O pilates não serve apenas para melhorar a flexibilidade do corpo e a postura. Ele também pode ser um bom aliado da vida sexual. Os exercícios, explica o fisioterapeuta paulista Sérgio Machado, trabalham sistematicamente a musculatura abdominal e o assoalho pélvico. No caso das mulheres, o fortalecimento dessas regiões leva ao melhor controle dos músculos da vagina, ampliando seu potencial de prazer e também o do companheiro.
De acordo com Machado, os benefícios do pilates começam a surgir já no terceiro mês de atividade regular. ''Em três meses de aula, três vezes por semana, a pessoa tem um corpo novo'', garante ele. O controle da respiração é parte determinante para os bons resultados dos exercícios. ''Melhora a harmonia e a percepção corporal, direcionando o esforço para determinada região'', completa.
Instrutora de pilates há dois anos em São Paulo, Mercês Regina da Silva acrescenta que o praticante do método tem mais resistência física para prolongar o ato sexual e mais sustentação muscular para variar as posições. ''Como ganha força e resistência, o corpo não fica tão cansado'', observa a profissional.
Cristiane Siqueira, de 24 anos, começou a praticar o pilates há pouco mais de um mês. Se o sexo melhorou, a resposta, segundo Cristiane, veio com a aprovação do namorado. ''O pilates dá mais resistência física e mais flexibilidade, que são importantes para o sexo'', comenta. Ela garante que, após três meses, já conseguia sentir os benefícios dos exercícios e lamenta, agora, só poder frequentar a academia duas vezes por semana.
Para o diretor do Instituto para Saúde Sexual (Ibrasexo), Alfredo Romero, a prática de exercícios é sempre positiva para um bom sexo. ''A vida sexual dos casais se norteia por padrões de boa saúde'', afirma. Isso significa, para ele, não apenas um corpo livre de doenças, mas também com peso adequado e movimentação frequente. Segundo o especialista, quase todos os pacientes que apresentam problemas de disfunção sexual têm sobrepeso ou são obesos.
Romero diz que o pilates é uma boa opção para manter o corpo bem-disposto, flexível e alongado. ''Esse método une ginástica com fisioterapia e pode ser praticado por pessoas de qualquer idade'', avalia. ''O pilates devolve o equilíbrio e a elasticidade e reúne uma quantidade de movimentos que poucos exercícios trabalham de uma só vez'', completa. O ideal, garante o profissional, é fazer os exercícios durante uma hora por dia.
A “Morte” do desejo é diferente para homens e mulheres
Ralmer Rigoletto, psicólogo especialista em saúde sexual e presidente do Centro de Estudos e Pesquisas em Comportamento e Sexualidade (CEPCoS), fala sobre uma vida sexual saudável.
O que é preciso para manter uma vida sexual saudável?
Primeiro, é preciso cuidar do corpo, mantendo a boa saúde, com boa alimentação. Também é preciso manter o desejo e estar apaixonado.
Como o desejo acaba?
A vida que a gente leva, hoje, é bastante estressante e isso pode influenciar. Mas fatores como saúde, trabalho, problemas familiares, frustrações e o desgaste do relacionamento contribuem para que o desejo acabe.
A “morte” do desejo é igual para homens e mulheres?
Não. Para os homens, a perda do desejo está ligado a fatores de estresse, principalmente, provocados pelo trabalho. Para as mulheres, é o desgaste, ligado ao fato de não sentirem-se valorizadas o suficiente pelo companheiro.
No caso das mulheres, isso tem a ver com a forma física?
Normalmente, elas perdem, primeiro, o desejo por elas mesmas. Daí, fantasiam que o homem também perdeu e, por isso, perde o desejo pelo outro.
Acaba sendo uma forma de se proteger?
Não, isso é neurose e precisa ser tratada.
Tudo no lugar! Pilates deixa os músculos bem definidos.

fonte: Bonde News







Inscrições abertas até 15/09 para o prêmio de incentivo ao uso racional de medicamentos

Iniciativa do Ministério da Saúde destina R$ 55 mil para trabalhos sobre uso adequado de remédios. Pesquisadores, estudantes, profissionais de saúde e de outras áreas têm até 15 de setembro para concorrer
Pesquisadores, estudantes e profissionais de saúde e de outras áreas podem concorrer a prêmio de até R$ 55 mil com trabalhos voltados ao uso racional de medicamentos – ou seja, prover o produto correto, ao menor custo, apropriado às condições clínicas do paciente, com dose e tempo de uso adequados. Os recursos estão previstos na segunda edição do Prêmio Nacional de Incentivo à Promoção do Uso Racional de Medicamentos. Criada pelo Ministério da Saúde, por meio do Comitê Nacional para Promoção do Uso Racional de Medicamentos, a iniciativa quer estimular o desenvolvimento de alternativas que possam ser aplicadas na rede pública e demais serviços de saúde. As inscrições seguem abertas até 15 de setembro e podem ser feitas pelo site www.saude.gov.br/premio.
O prêmio é organizado em seis categorias diferentes. Profissionais de saúde, de outras áreas e gestores podem inscrever experiências bem-sucedidas desenvolvidas no local de trabalho. São quatro categorias acadêmicas, divididas em: tese de doutorado; dissertação de mestrado; monografia de especialização ou residência; e de graduação. A sexta categoria se refere a trabalhos feitos por instituições, meios de comunicação ou da área cultural.

PESQUISA E PRÁTICA - Entre os critérios analisados na concorrência, destaca-se a possibilidade de as iniciativas contribuírem com o Sistema Único de Saúde. A previsão é que a lista dos finalistas saia em outubro. “Fala-se muito em automedicação ou mesmo em banalização do uso de medicamentos no Brasil, contudo há pouca investigação científica sobre o assunto. Essa é uma área muito nova, e o prêmio vem exatamente incentivar a abordagem do tema, não só acadêmica, como também dentro da rede de saúde”, afirma o
diretor de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento Júnior.

Na primeira edição do prêmio, em 2009, um dos vencedores, a Secretaria Municipal de Saúde de Ibiraçu, no Espírito Santo, apresentou o projeto Saúde da Gente, com ações para orientar a população, principalmente idosos, sobre o uso correto de medicamentos. Em palestras e visitas domiciliares, profissionais de saúde e agentes comunitários de Saúde da Família esclarecem dúvidas sobre práticas comuns da população, como dissolver comprimidos, guardar remédios na geladeira ou tomar duas doses quando um dos horários é esquecido.
INICIATIVAS - Na categoria dissertação de mestrado, o vencedor do ano passado foi Camilo Guidoni, que realizou um estudo sobre o uso de medicamentos para diabetes na rede pública de Ribeirão Preto, em São Paulo. O trabalho foi concluído na Universidade de São Paulo e apontou que 96,5% dos pacientes com diabetes utilizam remédios orais e insulina dentro do intervalo terapêutico recomendado pelo Ministério da Saúde e por diretrizes internacionais. A pesquisa mostrou ainda que 70% deles pegam o medicamento nas Unidades Básicas de Saúde.

Além do prêmio, o Ministério da Saúde desenvolve outras ações com o objetivo de promover o uso racional de medicamentos. Entre elas, destaca-se a capacitação de gestores e profissionais de saúde em assistência farmacêutica. Já foram realizados 10 cursos de pós-graduação nessa área, além de turmas a distância. Essas atividades são coordenadas pelo Comitê Nacional para Promoção do Uso Racional de Medicamentos.
Categorias e prêmios 1) Experiência bem sucedida de profissionais nos serviços de saúde: R$ 15.000,00 2) Tese de doutorado: R$ 12.000,00 3) Dissertação de mestrado: R$ 10.000,00 4) Monografia de especialização e/ou residência: R$ 8.000,00 5) Trabalho em nível de graduação: R$ 5.000,00 6) Trabalho desenvolvido em: entidades/instituições; meios de comunicação; e no âmbito da cultura: R$ 5.000,00.

fonte: Ministério da Saúde





Campanha Nacional de Doação de Sangue começa dia 14

Objetivo é mostrar que um gesto simples pode salvar vidas. Brasil precisa aumentar o estoque anual de bolsas para pelo menos 5,7 milhões
O Ministério da Saúde lança nesta segunda (14) uma nova campanha de incentivo à doação de sangue. Com o lema “Doe sangue, faça alguém nascer de novo”, a campanha vai mostrar, até o próximo dia 30, como esse gesto de amor pode salvar vidas.
A campanha vai mostrar o depoimento de pessoas que tiveram suas vidas salvas com a transfusão de sangue. Haverá também a imagem de um bebê fazendo tarefa de adulto, representando as pessoas que nasceram outra vez ao receber sangue doado. A campanha estará na TV e também em outras mídias, como jornal, rádio e mobiliário urbano.
Cada vez mais a demanda por sangue aumenta nos hemocentros. O aumento de 30% no transplante de órgãos e o crescimento da população estão entre os fatores que fazem o país precisar cada vez mais de sangue para transfusão. São coletadas por ano 3,5 milhões de bolsas de sangue no Brasil, quando o ideal seria 5,7 milhões.
No Brasil, 1,9% da população é doadora de sangue. Mesmo estando este percentual dentro do parâmetro da Organização Mundial de Saúde (OMS) – de 1% a 3% da população – o Ministério da Saúde considera que é urgente e possível aumentar o número de brasileiros doadores: se cada pessoa doasse duas vezes ao ano, não faltaria sangue para transfusão no país.
Dia 14 de junho é Dia Nacional do Doador de Sangue, instituído em pela OMS e celebrado no Brasil desde 2004. A data é em homenagem ao cientista Karl Landsteiner, descobridor dos sistemas de grupos sanguíneos ABO. Para doar sangue, basta ir ao hemocentro mais próximo. Todo procedimento demora muito pouco, é seguro e não dói.
Consulta pública - Além da campanha, o Ministério da Saúde realiza uma consulta pública desde o dia 2 de junho sobre a proposta de mudar as idades mínima e máxima para doação. Hoje podem doar sangue quem tem em 18 e 65 anos. A proposta é que a idade seja de 16 a 68 anos. Com a mudança, 13,9 milhões de pessoas ficam aptas a doar sangue.


OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES


Para doar sangue é necessário- Sentir-se bem, com saúde; apresentar documento com foto, válido em todo território nacional; ter entre 18 e 65 anos de idade; ter peso acima de 50Kg.
Recomendações para o dia da doação- Nunca vá doar sangue em jejum; faça um repouso mínimo de 6 horas na noite anterior a doação; não ingerir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores; evitar fumar por pelo menos 2 horas antes da doação; evitar alimentos gordurosos nas 3 horas antecedentes a doação; Interromper as atividades por 12 horas as pessoas que exercem profissões como: pilotar avião ou helicóptero, conduzir ônibus ou caminhões de grande porte, subir em andaimes e praticar pára-quedismo ou mergulho.
Quem não pode doar- Quem teve diagnóstico de hepatite após os 10 anos de idade; mulheres grávidas ou amamentando; pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue como AIDS, hepatite, sífilis e doença de chagas; usuários de drogas; aqueles que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem uso de preservativos.

fonte: Agência Saúde






Brasil debate controle de qualidade de medicamentos homeopáticos


Para aprimorar a qualidade dos medicamentos homeopáticos comercializados no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) colocou em Consulta Pública uma proposta de revisão de 82 monografias da Farmacopeia Homeopática Brasileira (FHB). Essas monografias apresentam os requisitos para o controle de qualidade de insumos ativos utilizados na preparação desse tipo de medicamento em nosso país.
Do total das 82 monografias, 46 são de substâncias inéditas e 36 são revisões de monografias que já existiam na 2ª edição da FHB. “O conteúdo proposto para essa nova edição diferencia-se da anterior por ampliar a quantidade de substâncias e ser mais simples, direta e objetiva”, explica o diretor adjunto da Anvisa, Luiz Armando Erthal.
O uso da Farmacopeia Homeopática Brasileira é obrigatório em farmácias e indústrias de medicamentos homeopáticos. O objetivo é impedir que ocorram problemas como intoxicação, baixa resposta terapêutica e contaminação microbiológica ou química em produtos farmacêuticos.
Para isso, as monografias da FHB descrevem especificações que abrangem desde características físicas e físico-químicas às metodologias de análise das substâncias utilizadas nos medicamentos homeopáticos. “Uma farmacopéia moderna e atualizada fornece subsídios e ferramentas à vigilância sanitária para impedir desvio de qualidade nesses medicamentos”, complementa Erthal.
Poucos países no mundo possuem uma Farmacopeia Homeopática adotada oficialmente. Dentre eles, podemos citar a França, a Alemanha, a Índia, os Estados Unidos e o México. A Comunidade Européia também está elaborando um compêndio para garantir a qualidade do medicamento homeopático consumido em todo continente.
A Consulta Pública de revisão da Farmacopeia Homeopática Brasileira fica aberta até o dia 30 de maio. Os interessados devem encaminhar as sugestões justificadas com a identificação da monografia, capítulo ou anexo por escrito para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/DIMCB/Farmacopéia Brasileira, SAI trecho 5 área especial nº 57, Bloco “E”, 1º Andar, Sala 4, Brasília/DF, CEP 71.205.050, ou Fax: (061) 3462-6791 ou e-mail: cp38.farmacopéia@anvisa.gov.br.
A primeira edição da FHB foi elaborada em 1976 pela equipe da Drª Helena Minin. A segunda edição foi preparada em 1998 pela equipe do Prof. Gilberto Pozetti, que elaborou, também, as primeiras monografias, editadas em 2002.
Em 2008, após a reestruturação da Comissão da Farmacopéia Brasileira pela Anvisa, foi criado o Comitê Técnico-Temático de Homeopatia. Para fazer parte desse comitê, foram nomeados representantes da academia, do Ministério da Saúde, dos médicos homeopatas, do setor regulado (farmácia magistral homeopática e indústria de medicamentos homeopáticos), e da própria Agência. Esse Comitê, após quase dois anos de trabalho, elaborou a terceira Edição da Farmacopéia Homeopática Brasileira, que está em Consulta Pública no página da Anvisa.
Mais Informações CLICK AQUI
fonte: ANVISA






Ga-Ga-Ga - Gagueira


Com toda certeza você já encontrou um gago em sua vida. Nem que tenha sido a famosa Gaga de Ilhéus. Brincadeiras à parte, por trás desse lado engraçado esconde-se um dilema, um distúrbio verdadeiro.
Sem conhecimento, muita gente acaba por propagar a ideia de que a gagueira é um hábito adquirido, um distúrbio emocional, um indício de insegurança, um indício de falta de conhecimento sobre o conteúdo.
A gagueira é um distúrbio de temporalização da fala, em que sons e sílabas não são finalizados e iniciados no tempo adequado. Ela é involuntária. Isso significa que o gago não tem controle sobre sua fala, não sendo possível simplesmente optar por não gaguejar. Dentre suas causas podemos destacar a hereditariedade e lesões cerebrais. Ainda existe muito folclore sobre as origens da gagueira. Há quem diga que o nascimento de um irmão, sustos, pensar mais rápido do que falar, nervosismo ou ansiedade, insegurança, timidez, baixa auto-estima e estresse também podem causar a gagueira. Estas pessoas estão redondamente enganadas. Nada disso tem fundamentação.
Os sinais típicos da gagueira são: prolongamentos de sons, repetições de sílabas, bloqueios ("travamentos"), comportamentos de evitação das repetições, dos prolongamentos e dos bloqueios, sem a manifestação audível dessas hesitações, caracterizando um quadro de gagueira encoberta.
Não raro encontramos aqueles que na tentativa de sair mais rapidamente de situações constrangedoras, recorrem a diversos truques:
- Substituições de palavras, reformulações de frases e circunlocuções ("rodeios").
- Uso excessivo de marcadores discursivos ("então", "assim", "né").
- Modificações da respiração (fazer inspirações profundas antes de falar ou falar até o fim do ar).
- Modificações do tom de voz (falar mais grosso ou falar mais fino).
O cérebro de uma pessoa que gagueja funciona de forma diferente em comparação com o cérebro de uma pessoa que não gagueja. Existem alterações tanto em nível cortical, quanto em nível subcortical. De maneira geral, essas alterações fazem com que os núcleos da base não produzam pistas temporais internas suficientes para finalizar um som e iniciar o próximo som da palavra. Até que o próximo som não é liberado, o falante permanece no som anterior (prolongando, repetindo ou bloqueando).
Situações que desautomatizam a fala ou que sincronizam a fala com estímulos externos tendem a melhorar a fluência, tais como: cantar, ler em coro, falar com outro sotaque, sussurrar, representar um personagem, falar em um ambiente barulhento, falar com crianças pequenas, etc.
Apesar de a gagueira ser um distúrbio de fluência, suas conseqüências vão além da fala.
A relação com os familiares, o convívio social, o desempenho escolar, o desempenho profissional e a saúde emocional podem ficar muito comprometidos. Por isso, a gagueira é um problema sério e deve ser tratada por um profissional especializado, um fonoaudiólogo. Sempre é possível melhorar da gagueira, não importando a idade do paciente ou a gravidade da gagueira.






Móveis em MDF podem causar câncer



Foi-se o tempo em móvel era sinônimo de madeira de lei. A exploração indiscriminada de madeira, associada à necessidade de criar alternativas mais baratas e viáveis para confecção de mobiliário fizeram surgir novas tecnologias: aglomerado, fórmica e MDF.
A sigla MDF é a abreviatura de Medium-density fiberboard, que em português significa Madeira de Média Densidade. Este material é fabricado através da aglutinação de fibras de madeira com resinas sintéticas e outros aditivos e moldado em painéis lisos sob alta temperatura e pressão. Este processo de fabricação garante ao MDF boa consistência e algumas características bastante semelhantes às da madeira maciça, além de ser mais resistente do que a madeira aglomerada. Como suas fibras possuem uma distribuição homogênea, é possível conseguir acabamentos extremamente delicados e esteticamente mais agradáveis, pois é possível empregar acabamentos do tipo envernizado, pinturas em geral ou revestimentos com papéis decorativos, lâminas de madeira ou PVC.
O sonho de qualquer arquiteto ou decorador não fosse por um pequeno, mais importantíssimo detalhe: a utilização de formaldeídos em sua fabricação.
O formaldeído é um gás, à temperatura ambiente é incolor, inflamável, com odor muito irritante. É usado na indústria química em especial em plásticos, resinas, adesivose embalsamamentos. Além disso, também é empregado em produtos de higiene pessoal e limpeza.
Em concentrações acima do limite, o Formaldeído é classificado como carcinogênico humano e tem sido relacionado com câncer dos pulmões e nasal, além de possível câncer no cérebro e leucemia. O risco é 37% superior para o desenvolvimento de Linfoma de Hodgkin, mieloma múltiplo e leucemia mielóide.
Pesquisas recentes o apontaram-no como responsável por aumentar em até 34% as chances de uma pessoa normal desenvolver esclerose lateral múltipla; chegando, naqueles que tiveram exposição superior a 10 anos, a tornar as chances até quatro vezes maior.
A coisa é tão séria que já existem muitos estudos que comprovam essas cruéis estatísticas, gerando a obrigatoriedade de uma classificação quanto à liberação da quantidade de formaldeído.
As classificações do MDF quanto à liberação de formaldeído, de acordo com Normas internacionais, e mesmo pela própria ABNT (NBR-14810-2), são: E1; E2 e E3. Os mercados Europeu, americano e japonês utilizam a classificação E1, de baixa liberação (inferior ou igual a 8mg HOCH/100mg de amostra seca). Porém, o mercado japonês já busca reduzir ainda mais esses valores, falando-se até em painéis de MDF do tipo E0 e super E0, com emissões respectivamente de até 0,012mg/L e 0,010mg/L.
Já no Brasil, chocantemente, ainda se utilizam as classificações E2 (média liberação: maior que 8 e inferior ou igual a 30mg HOCH/100 mg de amostra seca) e E3 (alta liberação: maior que 30 e inferior ou igual a 60mg HOCH/100 mg de amostra seca), AMBAS PROIBIDAS nos Estados Unidos, o que nos causa perplexidade diante do total descaso com a saúde humana, e total ausência do poder público sanitário para coibir esse absurdo.
Portanto se você possui em sua residência, escritório ou comércio móveis em MDF fique atento. Verifique se apresenta algum desses sintomas:
·Irritação dos olhos, nariz e garganta
·Lacrimação
· Queimadura no nariz
·Tosse
·Espasmos bronquiais
·Irritação pulmonar
· Dermatite.

Em caso afirmativo, procure imediatamente um médico.


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O poder do relaxamento


Assim como é importante a atividade física, a agilidade, a força, a flexibilidade para o corpo se manter saudável, da mesma forma é necessário o descanso, o relaxamento.
É importante ouvir o corpo, perceber suas necessidades de mover-se e de repousar, tracionar e relaxar.
É durante a descontração que o corpo pode absorver os benefícios da atividade física.
Durante uma sessão de relaxamento se revigora o corpo e a mente. Se permite o descanso e a revitalização. Para isso, escolha uma posição bem confortável com as costas no chão e as palmas das mãos voltadas para cima. Tome consciência de todo o corpo, parte por parte e deixe-o soltar-se, apenas com a sua intenção. Em seguida, cultive pensamentos leves e alegres.








Qualidade de vida com Hatha Yoga


O Yoga é uma prática milenar cuja intenção é aprimorar a consciência, por
meio do desenvolvimento do corpo, da mente, das emoções e da energia.
O cuidado com o corpo gerando saúde e bem estar veio com o Hatha Yoga, o ramo tradicional que incluiu na prática do Yoga antigo, as posições físicas e a valorização do corpo.
Sua prática atua física, mental, emocional e energeticamente. O Hatha Yoga vê o Ser Humano composto por vários aspectos, e visa o desenvolvimento de todos eles de uma forma gradual, mas ilimitada. A meta final é o estado de conexão com o Todo, o reencontro com a essência, que se dá através de uma mente serena, emoções equilibradas, hábitos e corpo saudáveis, e principalmente, aumento e cultivo da energia vital.
Conta a lenda que Matsyendra Natha, criador do Hatha Yoga, era um pescador. Certo dia, pescou um peixe tão grande, que foi engolido por ele e levado para as profundezas do mar, passando a habitar na barriga do peixe.
Shiva, criador do Yoga, quer revelar a sua esposa Parvati uma parte do conhecimento do Yoga ainda secreta. Parvati, desejando preservar este conhecimento, cria uma câmara no fundo do mar, para que ninguém ouça a doutrina secreta. O ambiente submerso chama a atenção de diversos peixes que se reúnem em volta dele. Um dos peixes é aquele em que Matsyendra vive.
No meio da explicação de Shiva, Parvati adormece. Shiva pergunta “está ouvindo?” e ouve um sonoro “sim”, que vem de dentro do peixe. Assim, Shiva percebe quem é seu verdadeiro discípulo e passa a Matsyendra o conhecimento do Hatha Yoga, ou seja, a inclusão de técnicas corporais ao Yoga antigo.
Na verdade, o Hatha Yoga surgiu do movimento tântrico, que destruiu o conceito materialista do corpo e o percebeu como um processo fluídico energético intimamente ligado a um todo maior e vibrante. Assim, o corpo passou a ser percebido como um veículo de iluminação.
“Tempo houve em que desprezei o corpo;
mas então vi o Deus dentro de mim.
Percebi que o corpo é o
templo do Senhor,
E comecei a preservá-lo
Com infinito cuidado." Bhogar

Todo método de Yoga, que utiliza posições físicas variadas, é Hatha Yoga. Antes dele, as posições físicas não eram utilizadas, já que o corpo era considerado um obstáculo à evolução da consciência. O Hatha foi desenvolvido no século X aproximadamente, a partir da necessidade de cuidar do corpo, de promover saúde e vitalidade como forma de evolução.
Além dos benefícios físicos como alongamento, correção postural e tônus muscular, o Hatha atua aumentando a concentração, equilibrando as emoções, potencializando a energia vital, reeducando a respiração, trazendo maior capacidade de ação na conquista dos seus objetivos e harmonizando o seu dia a dia.

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Janaína Lara Morandin é formada em Yoga. Atualmente é Diretora do Curso de Formação de Professores da Vitaryoga, além de ministrar aulas.





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Cuidando da sua Voz

A Fonoaudiologia é uma profissão articulada à Saúde. O fonoaudiólogo (a) atua na prevenção, na avaliação, na habilitação e na reabilitação dos distúrbios da comunicação, assim como no aprimoramento da comunicação humana; atua também em ações preventivas de saúde coletiva direcionadas à linguagem oral e escrita, audição, fala, voz e motricidade oral.
No campo da voz, ele (a) é o profissional devidamente qualificado para realizar: avaliação da qualidade vocal por análise perceptual e acústica, terapia de distúrbios de voz funcionais ou na presença do diagnóstico de nódulos vocais, paralisias de prega vocal, e outras patologias passíveis de modificações funcionais para reabilitação e restabelecimento de funcionalidade da voz laríngea, e na presença de laringéctomia total na utilização de voz esofágica.
A voz é um instrumento fundamental para a interação humana, pois através dela expressamos sentimentos e emoções, possibilitando o nosso convívio social e profissional.
Muitas pessoas confundem-se quanto à real definição, conceito de voz. Pois bem, a voz é o som produzido através do ar que vem dos pulmões, provocando a vibração das pregas vocais (conhecidas como “cordas” vocais), na altura da laringe – órgão localizado no pescoço.
Como um bem preciso, ela deve ser preservada e cuidada.

Veja aqui algumas dicas para a sua saúde vocal:

As alterações da voz podem ser percebidas através de sintomas como rouquidão, cansaço vocal, falhas ou mudanças na voz, pigarro, dor e ardor.

Doenças sérias, como o câncer de laringe, muitas vezes têm como sintoma apenas uma rouquidão permanente.

A maioria dos problemas da voz está relacionado ao seu uso inadequado e/ou abusivo, diferentemente do câncer de laringe, que é provocado quase sempre pelo fumo e álcool.

Devemos seguir recomendações simples que ajudarão na manutenção da nossa saúde vocal: mantenha o organismo hidratado, ingerindo pelo menos oiti copos de água por dia; evite gritar ou falar alto, principalmente em locais barulhentos.

O cigarro e as bebidas alcoólicas irritam a mucosa que reveste o aparelho fonador, por isso, devem ser evitados.

Evite também o pigarro, a tosse e os ambientes com poeira, mofo e fumaça.

Fale pouco quando estiver gripado ou em crise alérgica.

Procure fazer uma alimentação leve e balanceada.

Caso perceba algum sintoma como rouquidão persistente (por 15 dias ou mais), dor, ardor ou mudança na voz, procure um fonoaudiólogo para receber as devidas orientações e encaminhamentos.



Karla Bastos Barreto Motta é Fonoaudióloga, graduada pela Universidade Estácio de Sá, possuindo também cursos de próteses auditivas, voz, dislexia e atraso de linguagem.
Atua nas áreas de Audiologia, Linguagem , Voz e Motricidade Orofacial.







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Vírus: este vilão pode estar
num consultório odontológico!
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Muitas doenças são contraídas em consultórios odontológicos. A hepatite B é a mais comum delas. Há medidas muito práticas e simples para se obter um atendimento seguro e sair do dentista com os dentes lindos e a saúde intacta.

Cuidados indispensáveis com higiene já são bem conhecidos, embora nem sempre praticados — na prevenção de contágio por vírus. Alguns dependem de atitudes absolutamente pessoais, como utilizar camisinha ou cobrar o uso de seringas descartáveis, no caso da prevenção da Aids. Outros, de se estabelecer controle rigoroso, como o feito nos bancos de sangue.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro constatou que 44% dos dentistas com especialidade cirúrgica contraíram hepatite B no consultório. O que prova que o controle de infecção no local de trabalho deve ser de grande responsabilidade do dentista. A preocupação se justifica. No caso da hepatite B, por exemplo, uma gotícula de sangue é suficiente para provocar contaminação. Como medidas preventivas, você pode e deve verificar se o dentista:
Lava as mãos antes do tratamento e depois dele.

Usa avental, gorro, máscara, óculos de proteção e luvas.

Esteriliza todos os instrumentos. Se você não tiver certeza, pergunte. É seu direito receber informações sobre os procedimentos adotados.

Cobre as superfícies do consultório (mesas e cadeiras) com filme­ plástico, trocado a cada intervalo. As que não forem, devem ser limpas e desinfectadas entre as consultas.

Tenha conjuntos de instrumentos para alterná-los - enquanto usa um, o outro é esterilizado.

Indica o uso de anti-séptico bucal durante o tratamento.


Fique Atento

O vírus da hepatite C tem um alto índice de resistência, podendo sobreviver até por 3 dias na superfície de um instrumento que tenha tido contato com sangue contaminado.

Instrumentos fervidos em água ou lavados com álcool não podem ser considerados esterilizados uma vez que o vírus da Hepatite é resistente a estes métodos.

Apenas no Brasil, estima-se que de 3,5 a 5 milhões de pessoas estejam infectadas pelo vírus da Hepatite C.

A Hepatite C é considerada pela Organização Mundial de Saúde como a maior epidemia da história da humanidade, atingindo mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo.

No Brasil o projeto de Lei 235/2007, obriga os profissionais que trabalham com instrumentos e utensílios cortantes ou perfurantes a desinfetá-los e esterilizá-los antes de sua utilização.

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